Ainda é cedo para sabermos todos os impactos que essa classificação do PCC e do CV como grupos terroristas trará para o Brasil.
O que chama a atenção, de imediato e mais uma vez, é a submissão de políticos como Sérgio Moro, Tarcísio de Freitas e Romeu Zema ao bolsonarismo, dando os parabéns a Flávio Bolsonaro.
Flávio é senador da República por um dos estados que mais sofre com o crime organizado e as milícias e nunca fez nada para combater efetivamente essas organizações criminosas. Agora, como pré-candidato à Presidência da República, o melhor que conseguiu apresentar sobre o tema foi pedir ajuda a outro país.
Demonstra que é alguém totalmente despreparado para o cargo que pleiteia e que o objetivo principal da sua ação não é resolver o problema de segurança do Brasil, mas sim tirar o foco das investigações sobre o seu envolvimento com o banco Master.
Todo mundo avisou. Todo mundo. Gente de esquerda, gente de centro, gente que queria uma terceira via e até gente de direita (os muitos que não bebem Ypê, claro).
“A família Bolsonaro não presta. A família Bolsonaro é o há de pior.”
Não adiantou.
Pois bem. Agora, com áudio do filho armando esquema e se declarando para o ladrão da vez, espero (sem muita esperança, confesso), que os últimos adoradores de pneu caiam na real e que essa corja saia do cenário político brasileiro de uma vez por todas.
A democracia brasileira precisa de gente muito… muito melhor.
Frei Gilson silenciou diante do ataque de Trump ao Papa e da bizarrice dele posar como Jesus Cristo.
Seus defensores dizem que o Frei “não fala de política”. Curioso, porque fala, e muito, quando é para atacar direitos das mulheres, demonizar o comunismo e repetir discurso de extrema direita.
Não é neutralidade. É conveniência.
Construiu uma enorme influência espiritual, usando como nenhum outro religioso católico as redes sociais, algo admirável. Mas a usa para empurrar uma ideologia que pouco tem a ver com Jesus de Nazaré, que esteve ao lado dos pobres e oprimidos, não dos poderosos.
Quando a fé vira instrumento de poder, o silêncio deixa de ser só omissão e passa a ser escolha ideológica.
Enquanto você lê essa postagem, uma família no Maranhão tenta entender por qual razão suas plantas morreram da noite para o dia. Por qual motivo crianças acordaram com feridas no corpo. Por qual razão os idosos não conseguem respirar. Por qual razão o leite materno está contaminado por veneno. O que vem ocorrendo no Maranhão é uma verdadeira guerra química. Um enxame de drones fantasmas — sem identificação, sem aviso, sem respeito, foram os grandes responsáveis pelo registro, no 1º trimestre de 2026, 222 notificações em 29 municípios, conforme levantamento documental realizado pela RAMA/LEPENG e FETAEMA. Mais de 75% das vítimas são quilombolas, indígenas e comunidades tradicionais. Substâncias químicas proibidas ou banidas na Europa estão sendo despejadas sobre crianças brasileiras. Janeiro foi o pior mês já documentado — 142 notificações em 30 dias, superando todo o ano de 2025.
As quebradeiras de coco sentem ardência nos olhos. Os pescadores perdem o sustento. As mães não sabem o que dar de comer aos filhos porque a roça foi destruída.
O Relatório completo com análise sanitária, ambiental, alimentar e mapa de todas as comunidades está disponível em https://t.co/aiF3w63Szj
Americana fica indignada com o governo de seu país, depois de ser atendida pelo SUS no Brasil 🇧🇷 🚩
"Você quer mesmo me dizer que os EUA não podem arcar com a saúde?" 🤡