Ser imigrante é muito engraçado: no início tu lutas para conseguir documento para permanecer em um país. E tempos depois, começas a lutar para ter documento para sair do país que entraste.
Se eu tivesse passaporte Brasileiro ou Japonês (por exemplo), eu teria o direto de escolher para onde quero viajar.
Ou seja, não sou que escolho onde vou, pois tem a possibilidade de ser rejeitado o visto.
Diferente de quem tem escolha (se quer ir ou não).
Poucos entendem isso, mas existem pessoas com escolhas e outras que não.
Exemplo: sou mochileiro, mas não tenho como escolher para onde eu vou viajar, pois por ter um passaporte de Moçambique, preciso de visto para visitar 2/3 do mundo.
…
Poucos entendem isso, mas existem pessoas com escolhas e outras que não.
Exemplo: sou mochileiro, mas não tenho como escolher para onde eu vou viajar, pois por ter um passaporte de Moçambique, preciso de visto para visitar 2/3 do mundo.
…
Quanto mais viajo, mais me sinto à vontade de dormir na rua.
Hoje por exemplo, dormi até 08:30 em um banco do posto de ônibus.
E o melhor de tudo, um mendigo é que acordou-me, para perguntar se eu estava bem e precisava de algo<3.
Estava a pensar, se os horários de trânsito são sempre os mesmos, porquê é que os horários de entrada e saída das empresas, não são intercalados?
Assim, nem todos precisariam estar na estrada, ao mesmo tempo.
Agora pensei, as fotos das crianças recém nascidas, do lado da mãe ainda na sala de parto, quem tira? É combinado?
Na equipe, tem um enfermeiro para pegar a criança e outro o celular?
E a dor, da recém mãe? Será que o processo do parto, é interrompido pela foto?
O mundo é tão dividido, que algumas nacionalidades (com os tais passaportes superiores) não entendem, o quão é chato se humilhar e mendigar por um visto, e acham que para todos, é só pegar passaporte e ir viajar.
Alguém, já parou para pensar na quantidade de lixo (papel e tecido), que é gerado nas campanhas eleitorais?
Depois os mesmos candidaturas, dirão que terão ações sustentáveis, durante o mandato…
Mais uma história com segurança dos aeroportos, e dessa vez, se deu em Macapá.
“O seu bastão não pode passar, pois é um item perigoso”.
Fui tentar despachar, e a azul disse-me que tinha de estar em uma mala.
Resumo, deixei-o no aeroporto, por algo que não faz sentido.