Elon Musk fez mais de 4 mil pessoas milionárias com esse IPO. E com as diversas empresas que criou, gerou muito mais valor pra sociedade do que para si próprio.
Se fosse possível vender todo o seu patrimônio sem desvalorizá-lo, obtendo esses aproximados US$1 trilhão, daria pra pagar míseros 2 meses de gastos do governo americano. E depois?
O problema não é e nunca será a geração de riquezas, é a pobreza. E Elon se tornar trilionário não deixa ninguém mais pobre.
Enquanto isso, a única coisa que Erika fez na vida foi gastar dinheiro público para ficar loira e branca, usando marcas de luxo cujos donos ou criadores são bilionários. 🤡
Erika é a síntese da esquerda: não entende a dinâmica da economia, é invejosa, hipócrita e completamente inútil. 🤷🏻♀️
EDITORIAL | Lula quebra o Brasil para se reeleger – “Somente neste ano foram 33 medidas, somando a marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Pelo visto, o governo Lula perdeu a pouca vergonha que ainda tinha”. Leia o texto completo em https://t.co/s4NWEDhH3m
EDITORIAL | Lula quebra o Brasil para se reeleger – “Somente neste ano foram 33 medidas, somando a marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Pelo visto, o governo Lula perdeu a pouca vergonha que ainda tinha”. Leia o texto completo em https://t.co/s4NWEDhH3m
Val Kilmer’ın, Heat filmindeki banka soygunu sahnesinde yaptığı hızlı şarjör değiştirme hareketi o kadar kusursuz bulundu ki, görüntüler yıllarca Özel Kuvvetler eğitmenleri tarafından “ateş altında doğru şarjör değiştirme” örneği olarak kullanıldı.
O tal do 1% ao mês não existe. Vamos aos dados. Se em 2003 você alocasse R$ 5,7MM em uma carteira de renda fixa conservadora e retirasse R$ 60k/mês, a inflação teria corroído o poder de compra do seu patrimônio. E pode piorar. Explico...
"Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo.
Um Supremo em que seus membros prestem contas de seus atos, que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos.
É o primeiro passo para um programa de moralização do Judiciário." - @RomeuZema
PADRÃO DE QUALIDADE PRIMATA
Não sei se vocês sabem.
Mas a maioria dos produtos que vocês consomem no Brasil, são de qualidade baixa.
Mesmo as grandes marcas, que em tese deveriam ter um padrão mundial, produzem com menos qualidade para o consumidor brasileiro.
O Toyota que você compra aí no Brasil, não é o mesmo que o japonês compra, ainda que seja o mesmo modelo.
Quando eu trampava no chão de fábrica, o nível de exigência do teste de qualidade do produto seguia essa ordem:
1-Japão/ EUA
2-Ásia/Europa
3-Am latina.
Quando perguntei a um superior o porquê disso, ele respondeu:
“Porque nível de exigência do sul americano é baixo”.
O povo japonês tem o hábito de boicotar produtos ruins ou que saíram com defeitos.
Quando tem um recall, por exemplo, a em tendência é que as vendas desse produto caiam.
O belga morando no Brasil sentiu isso na prática:
Não podemos ter medo de decepcionar as pessoas. Temos que viver a vida que queremos. Às vezes, isso significa ser a pessoa que fica à vontade completamente sozinha em meio a uma sala cheia de gente - David Goggins.
O BRASIL INVERTEBRADO
O conforto venceu a verdade, e a política virou terapia.
Dois pensadores do século XX descreveram o Brasil de 2025 sem jamais pisar aqui. Walter Lippmann explicou que o povo não governa — reage a imagens fabricadas. Ele chamou de pseudo-ambiente essa representação que substitui a realidade: o cidadão não conhece os fatos — conhece o enquadramento. Não lê o documento — lê a manchete. Não encara o dado — consome o “contexto”. Em vez de realidade, recebe uma moldura. Em vez de prova, recebe a palavra que dissolve a prova.
E é assim que um contrato não vira escândalo — vira “controvérsia”. A expressão funciona como solvente moral. Ela não esclarece — neutraliza. Ela não informa — anestesia. O crime se dissolve em “debate” e o país segue, como se o recibo fosse uma opinião.
Ortega y Gasset completa o diagnóstico. Em A Rebelião das Massas, ele descreve o homem-massa: aquele que desfruta da civilização sem compreender o esforço que a produziu. Não quer aprender — quer opinar. Não tolera ser contrariado — exige que o mundo se adapte aos seus instintos. Ele não busca verdade — busca conforto.
É por isso que, quando você apresenta números, conexões e rastros, a resposta não é “isso é verdade?” — é “e o outro?”. Não é argumento — é reflexo tribal. Não é refutação — é desvio. A lógica vira ferramenta de “elite”. A evidência vira “narrativa”. O pseudo-ambiente faz o resto: entrega sensação pronta, vilão pronto, herói pronto — e o alívio moral que poupa o trabalho de pensar.
Ortega chamava isso de país invertebrado: uma sociedade sem coluna, onde cada facção parasita o todo. O Brasil de 2025 parece a versão acelerada dessa doença — cada vértebra puxa para si.
Partidos, burocracias, Congresso, imprensa, toga. Não há estadistas — há operadores. E a liturgia funciona como cortina: plenário, jargão, votos longos, ar solene. Parece freio — mas é figurino.
Lippmann explica o como: o pseudo-ambiente mantém o homem-massa em ignorância funcional. Ortega explica o porquê: o homem-massa não quer saber — quer conforto. O sistema oferece imagens e alívio emocional — e ele aceita, porque a alternativa é trabalhosa demais: pensar, checar, sustentar a verdade contra o coro.
Ortega alertava: quando o homem-massa assume o poder, a civilização vive do seu capital acumulado — não cria, consome. O Brasil pós-Lula é exatamente isso: as instituições de 88 são devoradas por dentro. Congresso não legisla — negocia. E a própria ideia de freio vira peça de teatro. O país vive do capital institucional que resta — e ele está acabando.
Mas Ortega também deixou a saída: a minoria seleta não é maioria — é fermento. Cada pessoa que recusa o pseudo-ambiente, que chama as coisas pelo nome e conecta os pontos, é uma rachadura no muro.
O homem-massa não vai ler. Vai pedir mais uma imagem, mais um frame, mais um “contexto”. Mas você leu. E o que você faz com isso define se você pertence às massas — ou à minoria que ainda pode salvar este país.
Meet Dr. Rhonda patrick.
The biochemist who's spent decades uncovering what really causes heart disease, cancer and diabetes.
Here are her top 8 rules for peak health.(Makes your heart 20 years younger) 🧵
@gilmarmendes Impressionante como, no Brasil, arquivamento virou sinônimo de maturidade institucional. O sistema se autoavalia, se absolve e ainda se aplaude. Eficiência total. 👏
Charlie Munger’s 1998 Harvard speech is the ultimate cheat code for life.
He compressed 74 years of billionaire wisdom into just 30 minutes.
Most people spend 4 years in college and learn less than what’s in this video.
Save this video, you will come back to this.
Há uma classe, a artística.
E o que move essa gente não é indignação, é ideologia. A indignação escolhe causas, a ideologia escolhe conveniências.
Wagner Moura chora no palco sobre “manter valores em tempos difíceis.” Difícil é o quê? Receber troféu em Beverly Hills? Voltar para a mansão em LA num carro de 3 milhões de reais?
Enquanto isso, a Venezuela de Maduro prende e mata. O Irã enforca mulheres. Cuba silencia dissidentes. A China esmaga quem pensa diferente. E no próprio Brasil, liberdade de expressão virou risco, poderes se desequilibraram, gente foi perseguida por opinião.
E Wagner? E Kleber? Silêncio. Nenhum discurso, nenhuma lágrima e nenhuma coragem. A indignação, curiosamente, some quando o opressor é do time certo.
Criticar é fácil. Criticar de longe, morando em Los Angeles, é mais fácil ainda. Difícil é ficar, difícil é lutar quando não rende palco. Onde estão os rebeldes de verdade? Não estão em Beverly Hills. Estão presos, exilados e mortos.
Wagner e Kleber não são rebeldes. São atores interpretando rebeldes. Revolucionários que se banham em champagne francês. Heróis de mentira.
A única coisa secreta neles é a vergonha que deveriam sentir.