“𝐓enho amigos que não morreram mas é como se eles tivessem morrido, ninguém se fala apesar de ser possível e nada dói no meu corpo a ponto de chamar de saudade, com as pessoas vivas eu me sinto mais à vontade pra esquecer.”
— O peso do pássaro morto, Aline Bei (2017)
“𝐌e assombrava a certeza de que as pessoas se abandonam, muitas nem se amam. Se casam por medo da solidão, e têm filhos pelo mesmo motivo.”
— Pequena coreografia do adeus, Aline Bei (2021)
me lembra muito a escrita da valérie, as duas trazem um protagonismo feminino muito forte, muito drama e muita dor. e tudo isso, escrito de uma forma que vai te dilacerar durante e depois da leitura, dito isso: aline bei se tornou minha autora br favorita até o momento.
terminei 'o peso do pássaro morto' e ainda estou tentando me recuperar do que foi essa sequência de livros da aline bei. essa mulher tem uma escrita tão bonita e dolorosa, é difícil digerir as coisas que ela escreve e COMO ela escreve...
o show do dia 30 ser o único que eu vou e ser o único transmitido do brasil é a justiça que eu mereço por em 2019 eu ter ido dia 25 e eles terem gravado o show do dia 26
daqui 4 meses uma hora dessa eu já estarei sozinha na fila do morumbi pois o meu duo não quer pegar voo cedo e vai chegar só depois que os portões abrirem
taehyung estava bebado com sua equipe cantando a canção coreana “One Candle” para os armys.
a letra dessa música é: “quando você estiver cansado e exausto, apoie-se em mim. eu sempre estarei ao seu lado. para que você nunca sinta que está sozinho, eu segurarei sua mão"