Eduardo Bolsonaro passou meses agindo como lobista de interesses estrangeiros contra o próprio Brasil. Agora, o processo por coação no curso do processo foi liberado para julgamento no STF.
O ex-deputado que fugiu para os EUA para atacar instituições brasileiras, pressionar autoridades e defender medidas contra o seu próprio país, tenta se vender como patriota. Não é patriota! Quem trabalha por sanções, retaliações e constrangimentos contra o Brasil para salvar o sobrenome da família não defende a nação: trai a nação. É um traidor da Pátria !
Patriotismo não é bater continência para bandeira estrangeira. Patriotismo é defender o Brasil. O ��nico interesse de Eduardo é a defesa dos interesses da sua família. Para eles, o Brasil ficou em segundo plano.
A narrativa bolsonarista de que a culpa das sanções e tarifas dos EUA contra o Brasil é do atual governo não se sustenta. As próprias declarações da família Bolsonaro mostram uma cronologia inquestionável. Vamos aos fatos nesta linha do tempo do boicote ao Brasil articulado pela extrema direita:
26 de Maio: O senador Flávio Bolsonaro faz uma reunião oficial na Casa Branca, nos Estados Unidos.
28 de maio (apenas 2 dias depois): Os EUA classificam o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Uma medida que, na prática, funciona como uma clara interferência em assuntos internos, asfixiando e prejudicando diretamente empresas e instituições financeiras brasileiras.
29 de maio (no dia seguinte): O deputado Eduardo Bolsonaro vem a público e afirma categoricamente que "há mais por vir", fazendo questão de ressaltar que ele e o irmão “pediram mais coisas“ nas reuniões que tiveram em solo americano.
02 de junho (quatro dias depois): Os EUA anunciam a possibilidade de um novo tarifaço agressivo (25%) contra produtos brasileiros e fazem ameaças diretas ao sistema do Pix. No mesmíssimo dia, Donald Trump posta uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro para carimbar a aliança.
03 de junho: Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) divulgou uma nova análise que também inclui o Brasil. Trata-se do caso investigado sobre o suposto uso de trabalho forçado por 59 países e a União Europeia. A tarifa aplicada nesse caso será de 12,5%.
Eles viajam, se reúnem com autoridades estrangeiras, pedem abertamente por medidas que asfixiam a economia do próprio país e depois tentam se eximir das responsabilidades. A família Bolsonaro sabota o país. Os fatos não mentem. O alinhamento contra o Brasil ficou explícito.
País que não olha para seus trabalhadores e trabalhadoras, está fadado ao regresso. Nos Estados Unidos estamos conhecendo de perto a realidade de quem não tem direitos trabalhistas e nem um governo que se preocupa com a qualidade de vida seu povo.
TARIFLÁVIO E O PIX
Trump ataca o Brasil com um novo tarifaço, mirando nossas empresas, nossas exportações, os empregos e a renda dos trabalhadores brasileiros. É imperialismo econômico contra a soberania nacional, a pedido de Flávio Bolsonaro que foi lá entregar o Pix para os EUA.
Agora querem atingir o patrimônio público do povo brasileiro, gratuito, eficiente e soberano, para favorecer bancos, rentistas e gigantes norte-americanas dos cartões, que lucram com taxas abusivas, juros e endividamento popular.
Flávio Bolsonaro foi aos EUA se alinhar a Trump contra o próprio país. É a extrema-direita bolsonarista, colonial, entreguista e antinacional atuando como correia de transmissão do império. Vendilhões! Vassalos de Trump! Traidores da pátria!
Uma traição com nome e sobrenome.
Enquanto o Brasil tenta proteger seus empregos e sua economia, uma parcela da oposição viaja aos Estados Unidos para fazer lobby contra o próprio país.
O resultado é concreto: os EUA ameaçam impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, afetando diretamente nossas empresas e trabalhadores. O pretexto? Etanol, desmatamento, a atuação do STF contra as Big Techs. Mas o momento não é coincidência.
A pressão escalou exatamente após a visita de Flávio Bolsonaro e aliados a Washington. Logo em seguida, o governo Trump usou o tema das facções criminosas como alavanca para essa ofensiva econômica.
De um lado, o presidente Lula conduz negociações para defender os interesses nacionais. Do outro, lideranças bolsonaristas aplaudem, nos bastidores, sanções que prejudicam os brasileiros.
Patriotismo não se declara: se demonstra. E quem viaja para pedir punições ao próprio país está do lado errado da história.
Que encontro emocionante com a nossa ministra da Cultura, Margareth Menezes, na Alesc, em Florianópolis!
Como relator do Plano Nacional de Cultura, tenho a grande missão de contribuir na elaboração de um mapa inédito para orientar as políticas públicas e os investimentos no setor cultural pelos próximos 10 anos!
Estamos fazendo história com o governo Lula!
A justiça foi feita!
Sempre acreditei no deputado estadual Fabiano da Luz, como uma liderança e referência em nossa Santa Catarina. A decisão emitida hoje, pela Suprema Corte, prova que estamos no caminho certo. A luta continua e ainda mais forte!
OS BOLSONARISTAS QUEREM ENTREGAR O BRASIL AO TRUMP
A Bancada do PT na Câmara denuncia a articulação da extrema-direita sob a condução de Flávio e Eduardo Bolsonaro para estimular os Estados Unidos a classificarem facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A manifestação norte-americana representa uma resposta ideológica da extrema direita mundial à proposta séria de cooperação internacional apresentada pelo Brasil aos EUA em visita recente, baseada em devolução de fugitivos, repatriação de valores, troca de informações, asfixia financeira e combate real ao crime organizado. Em vez de cooperação, a extrema direita oferece sanções, ingerência, pressão econômica e submissão do Brasil aos interesses de estrangeiros.
O PCC, o Comando Vermelho e todas as organizações criminosas devem ser combatidos com firmeza. Foi exatamente por isso que o governo Lula apresentou o PL Antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional, fortalecendo investigação patrimonial, asfixia financeira das facções, combate à lavagem de dinheiro, cooperação federativa, inteligência e controle de fronteiras, e a PEC da Segurança, que pretende inserir o governo federal na coordenação da segurança pública. Durante esse debate, a tentativa de tratar facções criminosas como terrorismo foi discutida e derrotada pelo Parlamento brasileiro. Flávio e Eduardo Bolsonaro tentam agora buscar em Washington aquilo que perderam no Congresso Nacional.
A classificação pode produzir consequências financeiras desastrosas e ampliar os prejuízos à economia brasileira, como já ocorreu com as tarifas impostas pelos EUA. Se instituições financeiras, bancos, empresas ou intermediários forem acusados de lavar dinheiro, movimentar valores ou facilitar pagamentos ligados a facções, o sistema financeiro brasileiro pode ser contaminado por fuga de investimentos, sanções, bloqueio de ativos, perda de correspondentes bancários, travamento de operações internacionais e restrição de crédito.
A medida também ameaça milhões de pessoas que vivem ou trabalham em territórios dominados pelo crime organizado, criando barreiras para circulação, serviços, contas bancárias e crédito. Além disso, pode prejudicar a cooperação penal internacional, de modo a substituir a participação da inteligência policial pela lógica militar e abrir espaço para pretensões de atuação extraterritorial, medidas coercitivas e até ação armada contra o Brasil, como propôs Flávio Bolsonaro ao pedir o bombardeio de barcos brasileiros na Baía de Guanabara.
A família Bolsonaro presta mais um desserviço ao Brasil. Depois de reivindicar sanções, tarifas e pressões estrangeiras contra a economia brasileira, de oferecer as nossas riquezas como os minerais críticos, Flávio e Eduardo avançam agora sobre a segurança pública nacional, usando o crime organizado como pretexto para entregar o país ao comando de Trump. A mesma família que acumula relações com o crime organizado no Brasil tenta posar de defensora da segurança enquanto conspira contra o povo brasileiro. O Brasil precisa combater o crime organizado com Estado forte, soberania e lei brasileira. O Brasil não é colônia. O Brasil é dos brasileiros!
Brasília, 28 de maio de 2026.
PEDRO UCZAI
Líder do PT na Câmara dos Deputados
A Proposta de Emenda à Constituição 5/23 não trata de liberdade religiosa, mas de imunidade tributária para bens e serviços!
Assista até o fim e entenda!
Avião e iate sem pagar imposto em nome da fé?
A PEC 5/23 pode virar um escudo perfeito para blindar bens de luxo e facilitar a lavagem de dinheiro por criminosos.
A imunidade fiscal para igrejas deve servir para proteger o direito ao culto e a caridade.
A liberdade religiosa no Brasil é um direito individual garantido pela Constituição Federal de 1988. O Artigo 5º, inciso VI da CF, torna a liberdade de consciência e de crença invioláveis, assegurando o livre exercício dos cultos e a proteção aos locais de celebração e suas liturgias.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 5/2023), que a Câmara dos Deputados votou nesta quinta-feira (28), não trata de liberdade religiosa. Nesta PEC se está discutindo imunidade tributária concedida às organizações religiosas.
Compartilho aqui a posição da Bancada do Partido dos Trabalhadores
INIMIGOS DO POVO!
Enquanto lutamos junto à classe trabalhadora para reduzir a jornada de trabalho, teve deputado catarinense contrário!
Gravem esses nomes: eles entrarão para a história como traidores do povo brasileiro!
A cada dia que passa, o nome de Flávio Bolsonaro aparece ligado a mais um escândalo!
Vocês lembram que durante a CPMI do INSS denunciamos Flávio Bolsonaro por indícios de ligação entre a administradora de seu escritório, Letícia Caetano dos Reis, e o Careca do INSS? Pois é. A Polícia Federal bateu ontem na porta de Alexandre Caetano, que é ninguém mais, ninguém menos, que sócio do Careca do INSS e irmão de Letícia Caetano!
O PT já estava alertando há muito tempo sobre essas conexões suspeitas. Flávio Bolsonaro não tem mais pra onde correr!