Somos uma startup especializada em criação de valor e oportunidades no Metaverso
We are a startup specialized in Metaverse's opportunities and value creation
A corrida pela IA está ficando maior do que os próprios modelos.
Data centers, energia, produtividade, crescimento e soberania já começam a entrar na mesma equação. E, se a IA realmente virar um novo fator de produção, surge uma pergunta difícil: quem captura esse ganho?
Na nova análise, @oDanCrypto explora como essa corrida tecnológica começa a se misturar com economia e poder.
📖 Leia no site da WeSearch: https://t.co/37pNKOzTZ6
HOJE, às 12h, tem a segunda WeClass. 🔎
@RonySzuster continua o deep dive sobre a criptografia por trás do Bitcoin e os fundamentos que sustentam boa parte desse mercado.
Pra quem quer ir além da superfície e entender como essa infraestrutura realmente funciona.
📺 Ao vivo no YouTube da WeSearch:
https://t.co/unP0D3pd5z
A crise não tem “fora”. A disputa é por quem decide o que vem depois.
Desigualdade, geopolítica, IA, clima e democracia parecem ser crises separadas. Na análise de @AndreiaMartinBR, elas se encontram em um ponto comum: a concentração de poder sobre o capital, a infraestrutura e a capacidade de decisão.
Quem controla esses recursos também ganha mais influência sobre quais futuros continuam possíveis.
📖 Leia a análise completa no site da WeSearch: https://t.co/I92xVTKt9p
Logo mais, ao meio-dia, estreia um novo quadro da WeSearch! 🚀
No Grupo de Estudos “Como o Bitcoin funciona por dentro”, @RonySzuster começa pela base: criptografia, chaves públicas e privadas, hashes, assinaturas digitais e como tudo isso permite ao Bitcoin funcionar sem depender de terceiros.
⏰ Hoje, 12h
📺 https://t.co/OCnl5Gsbmn
US$ 320 milhões em Bitcoin saíram da Liquid Network. Um dia depois, cerca de 85% do valor estava de volta.
O incidente começou no domingo, quando aproximadamente 4.000 BTC foram retirados da carteira da federação da Liquid, algo próximo de 95% das reservas em Bitcoin que estavam ali naquele momento.
Mas o ponto central da história é outro: a rede do Bitcoin não foi hackeada.
A vulnerabilidade estava no Elements, software utilizado pela Liquid, uma sidechain do Bitcoin. Segundo as informações divulgadas até agora, um bug permitiu a criação de L-BTC sem o Bitcoin correspondente como lastro.
Esses L-BTC foram enviados ao serviço de peg-out da SideSwap e queimados com uma autorização válida. Na outra ponta, a federação liberou aproximadamente 4.000 BTC reais. A SideSwap afirma que seus sistemas e sua chave de autorização de peg-out não foram comprometidos.
A história ficou ainda mais incomum depois disso.
Os responsáveis se identificaram como white hats e começaram a se comunicar com a Blockstream através da própria blockchain do Bitcoin, usando mensagens em OP_RETURN e conteúdo assinado ou criptografado.
Em uma dessas mensagens, exigiram que a vulnerabilidade fosse corrigida antes da devolução dos fundos.
Depois que a Blockstream informou que os bridge nodes haviam sido corrigidos, vieram os bitcoins:
3.400 BTC retornaram para a federação.
Isso representa aproximadamente 85% do montante retirado, cerca de US$ 270 milhões pelos valores reportados no momento da devolução.
Mas nem tudo voltou.
Outros 598,5 BTC, aproximadamente US$ 47 milhões, continuam no endereço associado ao responsável pelo incidente. Até 8 de setembro, esses bitcoins ainda não haviam retornado.
Por isso, ainda não é prudente tratar esse valor como um bug bounty oficialmente concedido. O que está confirmado é mais simples: 3.400 BTC foram devolvidos e 598,5 BTC permanecem com o responsável.
O caso deixa uma distinção importante:
Bitcoin, Liquid e L-BTC não são a mesma coisa.
A blockchain principal do Bitcoin continuou funcionando normalmente. O problema ocorreu em uma infraestrutura construída ao redor dela, mostrando como uma vulnerabilidade em uma camada adicional pode colocar centenas de milhões de dólares em risco sem comprometer o protocolo-base.
O Bitcoin não foi hackeado. A infraestrutura construída sobre ele, sim.
HOJE começa o Grupo de Estudos WeSearch. 🔎
A primeira série será Introdução à Criptografia do Bitcoin, com @ronyszu conduzindo aulas semanais sobre os fundamentos criptográficos por trás do Bitcoin.
📅 Toda sexta-feira
🕛 Ao meio-dia
🚀 Começando nesta sexta
A proposta é simples: menos conteúdo rápido, mais espaço para estudar de verdade.
Acesse o site da WeSearch, faça login e ative as notificações para acompanhar.
HOJE, o mercado fecha. O dinheiro, cada vez menos. ⏰
Perpétuos, ações tokenizadas e mercados on-chain estão levando a formação de preço para uma infraestrutura 24/7.
Na análise, @santannajonps explora uma mudança importante nessa dinâmica: quando o mesmo ativo negocia em vários trilhos ao mesmo tempo, quem descobre o preço primeiro?
📖 Leia a análise completa: https://t.co/AJtAhflYWe
A história do dinheiro nunca parou de evoluir.
Do ouro ao papel, do sistema fiduciário ao Bitcoin, cada mudança alterou a forma como armazenamos, movimentamos e entendemos valor.
É para acompanhar essas transformações que nasce a WeSearch: uma casa de análise brasileira que olha cripto por múltiplas lentes, de macro e on-chain a tecnologia, IA, geopolítica e finanças tradicionais.
Porque entender o mercado exige mais do que acompanhar preço. Exige entender como o capital se move e o que está mudando ao redor dele.
Vá além da superf��cie.
HOJE, às 20h30, tem WeTalk #06. 🎙️
@fillipecoruja, CEO da Oxus Finance, conversa com @thutski e @pedraxbt sobre o novo tradicional das remessas globais.
Stablecoins, blockchain e novos trilhos financeiros já estão mudando como empresas movimentam dinheiro entre países. A pergunta agora é até onde essa infraestrutura pode substituir os caminhos tradicionais.
📺 Ao vivo no YouTube da WeSearch.
HOJE, às 20h30, tem live na WeSearch. 🔴
@victor__alfa, @thutski, @AndreiaMartinBR e Carlos Cordeiro se reúnem para uma leitura macro do mercado.
📍 Ao vivo no X e no YouTube da WeSearch
HOJE, às 20h30, tem WeTalk. 🎙️
@matheus_slivak, Growth Manager LATAM da @Tangem, conversa com @thutski e @0xcokinha sobre autocustódia, hardware wallets e como proteger o patrimônio digital em um cenário em que os riscos já vão além dos ataques virtuais.
📍 Ao vivo no X e no YouTube da WeSearch.
HOJE, às 20h30, tem live na WeSearch. 🔴
A era cripto chegou ao fim ou está mudando de forma?
Vamos discutir ações tokenizadas, RWAs, stablecoins, o enfraquecimento das altcoins e como a entrada do capital institucional está redesenhando o mercado.
📺 Ao vivo no YouTube.
Novo episódio do WeTalk, o quadro de entrevistas da WeSearch.
No WeTalk #03, recebemos Eduardo Abreu, VP de New Business Development da @VisaBR.
Uma conversa sobre a transformação dos meios de pagamento, a chegada de novas tecnologias à infraestrutura financeira e como as grandes bandeiras enxergam esse movimento.
🕣 Hoje, às 20h30
📍 Ao vivo aqui no X e no YouTube da WeSearch
Por anos a tokenização foi a promessa que nunca saía do laboratório. Todo banco grande anunciou um piloto. Nenhum piloto virou mercado.
Em 15 de julho isso acabou. A DTCC converteu títulos sob custódia em tokens e rodou operações reais com eles. Colateral, empréstimo de títulos, repo com Treasuries, liquidação de ações. Ambiente de produção, não rede de teste.
Mais de 30 instituições entraram. BlackRock, Goldman Sachs, J.P. Morgan, Vanguard, State Street, Nasdaq. A Circle liquidou os pagamentos em USDC.
O detalhe que muda tudo é discreto. O token carrega o mesmo CUSIP do título tradicional. Não é um instrumento novo criado fora da lei. É o mesmo direito circulando em outro trilho.
Treze dias antes, a Securitize estreou na NYSE. US$400 milhões captados, US$1,25 bilhão de avaliação.
Nessa análise, @rafapuerari mostra o momento exato em que a tokenização deixou de ser tese. Julho de 2026 é quando ela virou infraestrutura em operação.
A pergunta antiga era se Wall Street adotaria blockchain.
🔗A análise completa está no site: https://t.co/LiCceiIkkz