Fizeram o maior barulho para esse joelho podre ir para a Copa e, na primeira oportunidade, ele é visto numa balada. Enquanto isso, a Argentina tá concentrada e dando sangue contra a Jordânia. Nunca foi pelo coletivo, sempre foi pelo ego de um escroto mimado e traidor da mulher.
Larguei de mão essa merda esses jogadores estão pouco se fodendo se o Brasil conquista o hexa ou não. No dia de folga da seleção os caras vão pra balada em Nova York. Na boa, isso é sacanagem com mais 200 milhões de brasileiros.
@primaffia@g1 Ninguém está passando, tanto que disse aí que a CRIANÇA vítima, foi ABANDONADA PELOS DOIS. Interpretação do Brasileiro foi enfiada no cu, né mana
Serena Joy é uma das personagens mais perturbadoras de O Conto da Aia porque mostra que o patriarcado nem sempre é sustentado apenas por homens.
Às vezes, ele também encontra mulheres dispostas a defendê-lo, desde que acreditem que ocuparão um lugar privilegiado dentro dele.
É por isso que tantas pessoas enxergam em Michelle Bolsonaro um símbolo semelhante.
Não porque ela viva a realidade de Gilead, mas porque seu discurso em defesa de papéis tradicionais para as mulheres e sua oposição a pautas feministas lembram a lógica representada por Serena, a de que a liberdade feminina pode ser sacrificada em nome da moral, da religião e da família.
O Conto da Aia deixa um alerta que continua atual, quando mulheres ajudam a legitimar projetos que restringem direitos de outras mulheres, não fortalecem a liberdade, fortalecem estruturas de poder que podem, um dia, limitar a liberdade de todas.
É essa reflexão que faz a personagem Serena Joy continuar tão presente no debate político e cultural.
Flávio está desesperado. Quem diria que articular contra o próprio país traria consequências eleitorais, né?
O filho do presidiário ofereceu o país pra salvar o papai. Agora não adianta fingir que é patriota e chorar pelo leite derramado pra tentar ganhar eleição.
O Brasil é soberano e o povo sabe disso!