acho que simpatia e educação deveria ser pré-requisito para ser médico
pq vc já tá numa situação de humilhação por estar vulnerável e com dor, aí o dr playboy tem que ser hostil e escroto não dá
Vlogão de final de semana com agendas pelo Rio! ☀️ Consegui conversar com várias pessoas, ir nas feiras, dar uma sambada, bares...
Como eu sempre digo: quem vê close, não vê corre! 😂 Teve de tudo: medo de altura no teleférico, maracatu com o Baque Mulher, aquele milhozinho..
vamos lá, como historiadora(que pesquisa indumentária) e macumbeira tenho alguns pontos para destacar:
1. É sim necessário desvincular a “culpa cristã” e a noção de “sagrado”, “profano” e “pecado” que vem do cristianismo;
2. Contudo, há um ponto importante que é o respeito a fé alheia, ao o que representa o sagrado para os vários tipos de fé, e principalmente o ato de se apropriar da indumentária religiosa como fantasia, o que não deixa de ser uma apropriação cultural. Então, se é cancelável se “fantasiar de indígena”, por que deveria ser aceitável se “fantasiar de orixá”?
3. Uma coisa é a artista utilizar referências religiosas (da sua própria religião) para compor um projeto de criação artística com viés de desmistificar a intolerância religiosa. É uma performance. Ela não está saindo por aí utilizando essa indumentária em qualquer ocasião.
Uma outra coisa completamente diferente são seus fãs utilizarem disso para justificar o ato de estarem se fantasiando do sagrado (que na grande maioria não é da sua religião) para montar look em show.
Temos livre arbítrio? Sim. Liberdade? Também. Podemos nos vestir como quisermos? Claro.
Mas tem opções que tomamos que são completamente desnecessárias, e sim, podem ser vistas como desrespeitosas aos olhos de quem comunga a fé dentro de religião de matriz africana.
é incrível como apenas dois ovos com uma pitada de sal pode ter inúmeros sabores a depender da forma de preparo
omelete, frito, mexido, cozido, poche etc