Rubio: “Iran would be a much different country if it spent its wealth on its people instead of weapons.”
Trump: “We're fighting wars. It's not possible for us to take care of Medicare, daycare, Medicaid, all these things.”
The US spends over $1 trillion a year on war while its own people sink into poverty.
It has no right or standing to lecture any country, especially one that it’s actively bombing on Israel’s behalf.
𝐈𝐟 𝐭𝐡𝐞 𝐔𝐒 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐞𝐝 𝐢𝐧 𝐢𝐭𝐬 𝐩𝐞𝐨𝐩𝐥𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐞𝐚𝐝 𝐨𝐟 𝐰𝐚𝐫, 𝐭𝐡𝐞 𝐰𝐨𝐫𝐥𝐝 𝐰𝐨𝐮𝐥𝐝 𝐛𝐞 𝐦𝐮𝐜𝐡 𝐜𝐥𝐨𝐬𝐞𝐫 𝐭𝐨 𝐩𝐞𝐚𝐜𝐞.
Trump reveals that the White House has ordered 250 new Cadillac Escalades for the presidential motorcade. "Our guys are very spoiled. They like the Escalade. So do I."
Americans can't afford food or gas and he's literally laughing in our face.
🚨 FURO JORNALÍSTICO URGENTE: O GOLPE INTERNACIONAL JÁ COMEÇO!
Segundo revelou o jornalista Leandro Demori, o Consulado dos EUA em São Paulo está convocando influenciadores e criadores de conteúdo de grande alcance para reuniões e mesas-redondas estratégicas! 🇺🇸⚠️
A manobra explícita articula uma interferência direta na política nacional, alinhando narrativas anti-Lula e pró-Bolsonaro para as próximas eleições. Estão usando a internet como campo de batalha para chancelar interesses estrangeiros na nossa soberania!
Isso é GRAVE, alarmante e precisa ser exposto! Não podemos normalizar essa tentativa de subversão.
Assistam atentamente à denúncia do jornalista, entendam a gravidade do que está em curso e REPASSEM este alerta para todo o Brasil. Compartilhem agora! 🔄📢
A esculhambação externa contra o Brasil reativou na mídia o chilique de acovardamento típico de republiquetas sem compromisso com soberania.
É indigno. Onipresente. Exala medo, miudeza e paralisia - fede a vassalagem.
A fraqueza ocupa o noticiário com viralatismo para obrigar o Brasil e o governo a se curvar a detratores em nome de pseudo pacificação.
Exige de Lula um código de conduta imaginário de polidez para exaltar uma superioridade de contenção traduzida como corpo mole e apatia.
A mídia movida a tibieza tenta revestir de grandeza a inércia e a resignação comuns a líderes minúsculos sem respeito ou amor ao país.
Inverte o sentido da valentia e da soberania para macular a reação do ofendido em favor do vale-tudo exercido por quem agride e violenta.
No glossário da cretinice, retaliar vira ato de desespero - e não defesa ou justiça.
Responder é se rebaixar - e não responder à ofensa descabida.
Denunciar desatinos, barbáries e arbítrios é "falar demais" - e nunca manifestação de independência e humanidade.
Essa mídia rastejante por um país subalterno, dócil e entreguista tem alergia e abomina a coragem indispensável a posturas estadistas.
Quer reduzir o país à imagem e semelhança da própria pequenez - a estatura da submissão ideológica ao imperialismo branco e nortista.
Lula não pode condenar o genocídio em Gaza - é "se meter onde não deve".
Nem ironizar um decrépito argentino avesso à limpeza (literalmente) e à dignidade - é "baixar o nível"
O ministro da Economia fica - sob mordaça dos capachos - proibido de usar a palavra correta para descrever Milei: "palhaço".
A cobrança é por queda e coice - mudez após ofensa para elogiar a capitulação pela covardia.
Mentira - o antipetismo ensina.
O acanhamento do governo precederia a crítica por fraqueza e condescendência.
Se tivesse respeito pelo Brasil (bastaria amor próprio), a imprensa aplaudiria quem não se verga a bravatas para acoelhar a soberania e o país.
Toda a gritaria é solidariedade instituída por afinidade - a mídia perfila com inúteis estrangeiros contra a nação.
A altivez contra a indigência sempre respinga nos cúmplices e covardes.
Sugestão para a imprensa brasileira: que tal entrevistar a senadora Jeanne Shaheen é uma das figuras mais experientes e influentes da política externa dos EUA e hoje ocupa o cargo de Ranking Member (líder da minoria democrata) no Senate Foreign Relations Committee?
“Divulgar teorias conspiratórias sobre eleições não torna a América mais segura. Isso corrói a confiança em nossa democracia internamente e afasta nossos aliados no exterior.”
“Antes usávamos o poder em situações perigosas em prol da democracia”, disse o alto funcionário do Departamento de Estado.
“Agora enviamos indicações políticas para desacreditar o sistema eleitoral de outro país.”
Acho que a imprensa brasileira não deu a devida importância ao ponto que esta senadora americana destaca. Mais: por que não entrevista-la?
VERGÜENZA POLITICA Y DIPLOMATICA. Los insultos de Milei al Presidente de Brasil degradan aún más la investidura y las instituciones argentinas. Muestra tanto su soberbia como su desequilibrio mental, que lo hacen indigno del cargo que ocupa.
Solo disculpas al país hermano, a nuestro principal socio comercial y al pueblo vecino con quienes nos unen raíces históricas y culturales que no debemos permitir sean mancilladas.
Las expresiones de Milei no nos representan.
@FlavioBolsonaro@NandaBolsonaro "Pilar que sustenta minha coluna vertebral!"
Ou o irmao invertebrado tá cuidando do X ou a limitação cognitiva é mesmo uma questão ancestral!
@FlavioBolsonaro@netanyahu Mano! Má tu é muito burro cara! Vc acha que esse outro aih vai te trazer mais voto!?
Não né, carai!
Que cuida da sua campanha hein? O JRenan? Ou vc faz de burro mesmo?
@Boscardin Nem acho que defende! Só mandou a real!
O lance é que a Mentira precisa da Verdade! E é nesse ponto que a esquerda vai ficar sem opção em 2030! Não tem mais narrativa! O PIX tbem envelhece!
Quem são os funcionários do governo americano que tiveram entrada negada no Brasil, porque iriam, segundo o Washington Post, questionar a integridade das urnas? Segue o perfil do dois:
RILEY M. BARNES
Riley M. Barnes é um diplomata norte‑americano com trajetória marcada pela mistura entre política externa, moralidade religiosa e defesa de valores ocidentais.
Embora seja tecnicamente um funcionário de carreira, sua atuação sempre esteve fortemente ligada a temas como liberdade religiosa, direitos humanos sob ótica cristã e democracia como missão civilizacional. Isso o colocaria no campo dos neoconservadores religiosos, que enxergam política externa como instrumento de correção moral do mundo.
Barnes trabalhou em áreas do Departamento de Estado que frequentemente são usadas como justificativa para pressão política: democracia, direitos humanos e liberdade religiosa. Esses setores, embora importantes, são historicamente instrumentalizados por governos dos EUA para missões diplomáticas com objetivos ideológicos.
Ele também atuou como speechwriter político, o que reforça seu perfil de formulador de narrativas e não apenas técnico.
Barnes é útil nesse tipo de operação porque sua atuação combina discurso moralista, defesa de valores cristãos e crítica a instituições civis que não se alinham à visão ideológica americana.
SAMUEL D. SAMSON
Samuel D. Samson é tido como mais explícito e radical que Barnes. Ele não é um diplomata tradicional: é um ativista ideológico que ganhou cargo dentro do Departamento de Estado. Sua formação em Hillsdale College (um centro intelectual conservador cristão) e sua atuação em organizações católicas tradicionalistas teriam moldaram um perfil profundamente religioso, moralista e politizado.
Samson defende conceitos como direitos naturais, civilização ocidental cristã, soberania nacional e combate ao globalismo. Ele é alinhado com a direita populista europeia e já se reuniu com figuras como Nigel Farage e representantes de governos ultraconservadores da Europa Central. Seu histórico incluiria viagens para denunciar supostas fraudes, violações de direitos e ameaças à democracia em países que ele considera ideologicamente desviados.
Ele não é um técnico em sistemas eleitorais. Ele é um militante político com cargo diplomático. Sua atuação costuma envolver a criação de narrativas, pressão ideológica e uso de relatórios de direitos humanos como arma política. Samson é o tipo de emissário enviado quando o objetivo não seria observar, mas sim gerar ruído, tensionar relações e alimentar discursos internos nos EUA.
Ele é útil para missões onde o objetivo é político, não técnico.
O Brasil negou o visto de ambos porque entende que não seriam observadores imparciais, cuja entrada no país poderia ser interpretada como tentativa de interferência direta no processo democrático.
Imprensa: se forem copiar, citem a fonte. Eu trabalho de graça. Pelo menos algum reconhecimento. Canso de ver o que levanto aqui antes, virando pauta para vocês. Tá?
Muitas pessoas conhecem o cheiro da cannabis queimada. Mas quantas realmente conhecem a planta?
Quando tiramos o estigma e o preconceito da frente, some a imagem construída por décadas de desinformação e ela volta a ser o que sempre foi: uma planta.
E você, teria acertado? 🌿