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Nossa arte, idiossincrasia.
Harmonia, agora, descompassada.
Mas meu jeito de te compreender, imutável permanece.
Nossa arte, agora mórbida, exala um frio intenso.
Descobrir-te em outras canções é um interlúdio,
Mesmo assim, é te descobrir novamente.
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Quando a exaustão bate à porta e você não tem outra opção senão convidá-la a entrar. Oferecer um café, um assento e assistir ao tempo passar. Lado a lado. E continuam parados, estagnados: você e a exaustão.
Das tristezas e dos amores de carnaval. A paixonite com quem troquei olhares, de cima do camarote, e nos desencontramos na multidão. Quando retornei, já não nos encontramos mais.
Quando a realização de um sonho é fruto de muita batalha, a vitória parece ainda mais prazerosa. Saber que hoje vivo sonhos dos primeiros meses da minha graduação é fenomenal. Há cansaço, exaustão e muito questionamento, mas passo por tudo isso com o alívio das conquistas. 🤍🌟
Tenho um voto de um processo complicadíssimo para escrever até quarta-feira, 12h. Ao mesmo tempo, sete outros processos, de tema completamente diferente do voto, para estudar e analisar até sexta-feira, 10h. Eu peço que orem por mim, porque justo nessa semana, mais me falta foco.
Dos desejos que já tive hoje:
Doce de leite. Crepioca de frango e queijo. Doce de leite. Quiche de leite condensado. Uvas congeladas. Banoffe. Pringles. Brigadeiro. Pastel de vento. Pastel de queijo. Água de coco. Caldo de cana. Bolo de cenoura. Mingau de aveia.