Muito dinheiro e zero entendimento sobre culturas. Parecem adolescentes no ensino médio. Comportamento patético desses merdas. Esses caras não têm conteúdo nenhum.
ai q se foda esses caras msm. os mlks RIDÍCULOS sem maturidade NENHUMA, desrespeitando uma cultura linda, dando risada como se fosse meninos de 5 anos. achei isso mto feio da parte deles, eu especialmente me ofendo por ser metade australiana
que medo do !!!!!UOL!!!! barrar a venda da saf kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
⚠️ Almirante Participações, empresa que está perto de comprar a SAF do Vasco, foi criada em 2024 e tinha como donos finais José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, antes de Marcos Lamacchia assumir.
A Almirante nasceu em março de 2024 com o nome TOP GOL, já com o objetivo de investir em SAFs. Na época, Leila tinha participação indireta de 2% na empresa, por meio de uma holding da família. Os outros 98% pertenciam ao marido, José Roberto Lamacchia.
Leila saiu em abril de 2024, antes das negociações com o Vasco. José Roberto manteve o controle até agosto de 2025, quando o transferiu ao filho, Marcos Lamacchia. No mês seguinte, a Top Gol passou a se chamar Almirante.
Não há qualquer prova de participação direta de Leila em negociações, mas os documentos e a cronologia dos fatos indicam a participação de José Roberto Lamacchia, além do papel de avalista. Em carta enviada ao Vasco em julho deste ano, Marcos disse que a Almirante negocia com o clube "há mais de 2 anos", período que, em tese, inclui a época em que o pai controlava a empresa e ele (Marcos) ainda não era acionista.
A Almirante afirma que, quando as negociações com o Vasco começaram, a holding da família já não tinha participação na empresa. Diz também que Leila não tinha poder de gestão e que os documentos com o clube foram assinados quando Marcos já era o acionista majoritário.
• AS CONVERSAS COM O VASCO
Em maio de 2024, foi publicada a informação de que José Roberto havia tentado comprar a SAF do Vasco em negociação com a 777 Partners. As conversas teriam parado pelo risco de conflito de interesses, já que Leila tentaria a reeleição no Palmeiras.
Sob o controle de Marcos, as negociações avançaram. Em outubro de 2025, a Crefisa emprestou R$ 80 milhões ao Vasco, com 10% das ações da SAF como garantia.
A ANRESF, órgão ligado à CBF, investiga um possível conflito de interesses entre Vasco e Palmeiras. Até o julgamento, proibiu cautelarmente negócios entre o Vasco e o Palmeiras ou a Crefisa.
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