Galera, infelizmente nosso ônibus sofreu um acidente a caminho da Argentina. Graças a Deus, todos estão bem dentro do possível e ninguém corre risco de vida!
Agradeço de coração a todos que estão enviando mensagens ou tentando ligar.
Algumas despedidas deixam um gosto amargo, pela conexão criada e pela gratidão estabelecida entre as duas partes ao longo de todo esse tempo.
Ao Gabriel, seremos eternamente gratos por tudo que conquistamos, e sua ligação com o Flamengo e com a Nação é algo que pouquíssimos conseguiram na história.
Quando chegou, em 2019, Gabigol iniciou uma jornada com o Manto quase impossível de se imaginar. Pelo Mengo, foram 13 títulos:
Copa Libertadores da América: 2019 e 2022
Recopa Sul-Americana: 2020
Campeonato Brasileiro: 2019 e 2020
Copa do Brasil: 2022 e 2024
Supercopa do Brasil: 2020 e 2021
Campeonato Carioca: 2019, 2020, 2021 e 2024
Sua grande marca em sua brilhante passagem pelo Mais Querido foram seus gols de título, e não poderia ser diferente nos seus últimos passos com nossas cores.
Como Gabi disse, tivemos uma última dança, e ao som do choro dos atleticanos, essa dança teve a música que nos acostumamos a ouvir juntos, o canto da nossa torcida, o grito de gol. Na nossa última dança, você soube bem escolher a música para se despedir.
Obrigado, Gabigol. Por tudo e pra sempre!
#Nação12
#Nadanospara
#Flamengo
☝🏽✌🏽🚩🏴💪🏽🤷🏽
Zico ao portal @TPTBrasil, sobre o Flamengo: 'Eu nasci, cresci e vou morrer rubro-negro.'
“É meio estranho o que eu vou contar… Porque eu não sabia de onde vinha nem como tinha começado, e demorei pra entender o significado. Mas em determinada altura da vida eu percebi que o amor, a paixão, a gratidão, a felicidade, tudo o que eu sinto pelo Flamengo não são coisas diferentes, ou que se possa separar. Está tudo junto, amarrado, concentrado numa forte sensação que agora me acompanha diariamente: a de que estou flutuando.
Sabe quando a gente passa um tempão no mar e depois, já em casa, vem aquela sensação de que continua na água, chacoalhando devagarinho nas marolas? É assim. Às vezes eu estou no carro, ou lendo alguma coisa, ou só indo até a cozinha buscar um copo de água e me recordo de uma partida, um gol, um lance qualquer, uma festa da nossa torcida… E pronto: começo a flutuar. É uma sensação boa, de tranquilidade.
Mas eu não compreendia essa coisa muito bem. Até que semana passada, pensando no aniversário do Flamengo, a bagunça na minha cabeça fez sentido. Foi quando eu lembrei de como era a nossa chegada ao Maracanã em dia de jogo. O nosso ônibus descia o viaduto que saía do Túnel Rebouças e, quando ele se aproximava da Praça da Bandeira, eu colava a cara na janela.
E então eu me sentia bem, muito confiante, agradecido, porque a partir dali não era mais o ônibus que me conduzia pro Maraca. Era aquele mar de torcedores. Eu flutuava. E flutuando iria aonde eles quisessem me levar.
Eu costumo dizer que futebol é dom e paixão. O dom pra jogar. A paixão pra torcer. Se as duas coisas acontecem na mesma pessoa, aí é sorte grande.
Mas eu não tirei a sorte grande. Eu tirei a maior de todas. Porque o cara lá de cima me mandou pra Terra com o dom pra jogar. E meu pai, um português que desembarcou no Rio e se apaixonou pelas cores do Flamengo antes de saber onde ficava o Corcovado, passou essa paixão pros seis filhos. Pra cada um que nascia ele comprava o uniforme completo: camisa, short e meião. Aí, um dos meninos, o caçula, acabou se tornando o maior ídolo da história do seu time do coração. O que mais eu posso querer?
Eu nasci, cresci e vou morrer rubro-negro.”
📷: Divulgação
Essas frases deveriam estar estampadas nas paredes do CT:
"Os valores não importam, o fundamental é jogar no Flamengo", Leandro .
"Eu não tenho vaidade comigo, minha vaidade é o Flamengo ganhar", Angelim.
"Se eu tivesse que morrer pelo Flamengo, eu morreria em campo", Rondinelli.
"não tá acostumado a perder pro Flamengo? Estão perdendo desde 1980"
HAHAHAHAHAHAHAHAHHAAHAHAHAHA
CANETADA sobre a rivalidade unilateral, 1 minuto e meio de verdades
https://t.co/eUJoYF49gr