Hoje é Sexta-Feira Santa.
O dia em que o Rei dos reis foi pregado na Cruz por nossos pecados.
Ele não foi traído apenas por Judas.
Foi traído por cada um de nós toda vez que escolhemos o pecado.
Naquele madeiro, o Filho de Deus carregou o peso de toda a humanidade.
Não por obrigação. Mas por amor. Um amor que nossa mente limitada jamais conseguirá compreender totalmente.
Lembre-se: o mesmo Cristo que morreu por você na Cruz é o mesmo que ressuscitará em glória.
Aquele que tinha o poder de descer da Cruz escolheu ficar. Por você.
Obrigado, Jesus.✝️
GLORIOSO SÃO JOSÉ, ROGAI POR NÓS! 🙏
São José teve o privilégio de ser esposo de Nossa Senhora, de criar o Filho de Deus e de ser a cabeça da Sagrada Família. É considerado patrono da Igreja Universal, de uma infinidade de comunidades religiosas e também da boa morte. Sua solenidade é celebrada hoje (19).
“José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados” (Mt 1, 20-21), disse o anjo em sonhos ao “justo” são José.
São José é conhecido como o “santo do silêncio” porque não é conhecido por palavras pronunciadas por ele, mas sim por suas obras, sua fé e seu amor por Jesus e em seu santo matrimônio.
Conta a tradição que doze jovens pretendiam se casar com Maria e que cada um levava um bastão de madeira muito seca na mão. De repente, quando a Virgem tinha que escolher entre todos eles, o bastão de José milagrosamente floresceu. Por isso é representado com um ramo florescido.
Junto a Maria, São José também teve que sofrer a falta de pousada em Belém, ver o amor de sua vida dar à luz em um estábulo e ter de fugir ao Egito, como se fossem delinquentes, para que Herodes não matasse o menino. Mas, soube enfrentar tudo isto confiando na Providência de Deus.
O casto esposo de Maria é considerado também patrono da boa morte porque teve a sorte de morrer acompanhado e consolado por Jesus e Nossa Senhora. Foi declarado patrono da Igreja Universal pelo papa Pio IX em 1847.
Uma das que mais propagou a devoção a são José foi santa Teresa D’Ávila. No final de sua vida, a santa carmelita ressaltou: “Durante 40 anos, a cada ano, na festa de são José, pedi uma graça ou favor especial e não me falhou nenhuma só vez. Eu digo aos que me escutam que façam o ensaio de rezar com fé a este grande santo e verão quão grandes frutos vão conseguir”.
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