Sobre o discurso do presidente cubano que assumiu os problemas económicos do comunismo num longo discurso de 40 minutos. Vale a pena ouvir. Aqui 3 exemplos em que ele desmente vários argumentos da esquerda portuguesa (não só dos comunistas).
A revisão em alta dos números da população residente do INE mostra duas coisas: a) o país continua estagnado, a afastar-se cada vez mais da União Europeia e a ser ultrapassado pelos países da coesão; b) o PS andou a mentir ao país, afirmando que Portugal estava a convergir com a UE. Não está. Espero que um dia os portugueses se cansem de serem pobres e possam votar na verdadeira mudança.
O INE reviu em alta a população residente. Isso tem um efeito directo no PIB per capita. Recalculando o PIBpc com o novo denominador é fácil perceber que o crescimento da riqueza por pessoa, que é o que realmente interessa, foi quase nulo desde 2023 (e em 2022 estava no rebound da covid, ainda a recuperar da queda de 2020 e 2021).
Ou seja, Portugal "cresceu" muito por efeito do aumento da base populacional (via imigração). Quanto mais gente, maior o PIB em valor absoluto, não necessariamente a riqueza por habitante — o PIB da Índia é 11x o PIB português e Portugal é bem mais rico do que a Índia.
O problema não é grave. É gravíssimo. Portugal está estagnado e, a ver pela votação da reforma laboral, 2/3 do Parlamento quer que assim continue.
O chumbo da reforma laboral foi uma derrota para o futuro do país, mas foi uma vitória para a esquerda e para a CGTP. É incontestável. Uma vitória que só é possível graças a um partido: ao Chega.
A vitória da esquerda e a derrota do país foram entregues de bandeja pelo Chega.
🇨🇺 "Los controles de precios no funcionan y llevan a la escasez de bienes y servicios y a la informalidad"
Díaz Canel, ditador cubano, 67 anos depois.
Mas mais uma vez, não era o verdadeiro socialismo. Esse está guardado para nós.🥸
Sobre o Pacote Laboral que o Chega alinhado com a esquerda mofenta decidiu chumbar e adiar, mais uma vez, a qualidade de vida dos trabalhadores e o futuro do país.
O pacote laboral que o status quo critica não é uma “gestão administrativa” de pormenores. É uma intervenção cirúrgica e realista num Código do Trabalho que, durante décadas, privilegiou a rigidez sem entregar nem produtividade elevada nem salários robustos.
Enquanto o “pacote ideal” dos críticos enumerou uma lista de desejos que mistura fiscalidade, formação obrigatória de 40 horas anuais, serviços mínimos, progressão por competências e requalificação sectorial, tudo matérias que exigem leis distintas, concertação social ampla e orçamento, o pacote chumbado introduzia uma ferramenta concreta, limitada e baseada em evidência: o banco de horas por acordo.
Este mecanismo exige acordo expresso do trabalhador, impõe tectos claros (duas horas diárias adicionais, 150 horas anuais) e obriga a compensação em tempo ou com majoração de 25 % no prazo máximo de seis meses. Não é flexibilidade unilateral. É flexibilidade regulada com veto individual.
A evidência científica sustenta precisamente este modelo. O relatório da Organização Internacional do Trabalho (2023), Working Time and Work-Life Balance Around the World, conclui que arranjos flexíveis bem desenhados, como flexitime e bancos de horas com limites e compensação, melhoram o equilíbrio vida-trabalho, aumentam a retenção de trabalhadores, reduzem o absentismo e elevam a produtividade para empresas e economias. O documento sublinha que a flexibilidade controlada cria situações “win-win” quando acompanhada de salvaguardas.
23 Estudos complementares reforçam o mesmo padrão: flexibilidade horária associada a consentimento e limites correlaciona-se com maior satisfação no trabalho, menor rotatividade e ganhos de eficiência organizacional.
A alternativa histórica, a rigidez absoluta não produziu o milagre português de alta produtividade com baixos salários; produziu, isso sim, horas extraordinárias não pagas, contratos precários de conveniência e empresas incapazes de responder a picos reais de procura sem recorrer a expedientes marginais.
O que o pacote poderia trazer para a luz do dia e regular um ajustamento que já acontecia na sombra. Ao fazê-lo com consentimento obrigatório e compensação garantida, reduz o espaço para abuso sem paralisar a capacidade de adaptação das empresas. Isso não resolve, por si só, a carga fiscal sobre o trabalho nem cria carreiras técnicas do dia para a noite. Mas resolve um problema concreto que o seu idealismo omite, sem alguma flexibilidade regulada, a economia portuguesa continua presa a um modelo que penaliza quem produz e quem emprega.
Exigir que uma única reforma laboral faça simultaneamente reforma fiscal, formação obrigatória, serviços mínimos e reestruturação salarial é uma forma elegante de justificar a inação. O pacote daria um passo mensurável, limitado e sustentado por dados. O resto exige outras maiorias e outras leis. Confundir os dois é, no mínimo, intelectualmente desonesto.
Aqui a evidência central: • OIT (2023) Working Time and Work-Life Balance Around the World: https://t.co/9g56EWzRZ3 • Resumo da OIT sobre benefícios da flexibilidade: https://t.co/fSqbdJxcfq
O resto são só listas de intenções. Este pacote seria um instrumento.
Sabem qual é o melhor país do mundo?
O Japão 🇯🇵
- Deixas a carteira cair e ela volta para ti.
- Comboios com 20 segundos de atraso pedem desculpa.
- Nos estádios, os adeptos apanham o lixo antes de irem embora.
- Comida incrível e uma esperança média de vida superior a 84 anos.
- Educação, inovação e tecnologia de outro nível.
Mas o que mais impressiona não são os robots, os comboios ou os arranha-céus.
É o civismo.
É o respeito.
É a disciplina.
Porque o verdadeiro desenvolvimento de um país não se mede pela riqueza que acumula, mas pelos valores que pratica quando ninguém está a ver.
Absolutamente increíble. Lo que hoy ha hecho Barcelona se recordará mucho tiempo. La Sagrada Familia, Gaudí y los que durante 140 años han creído en ello, lo merecían.
#10Jun A los que dicen que nuestra iglesia se desvanece.
Nuestra FE MÁS VIVA QUE NUNCA!
SAGRADA FAMILIA 🙏🏻🙌🏼 #Barcelona
VIVA NUESTRA IGLESIA. VIVA EL CRISTIANISMO. VIVA NUESTRA RELIGIÓN
📹 JordiMartinPaparazzi
¡Vemos por primera vez la torre de Jesucristo iluminada!
El espectáculo de luz iniciado desde la base hasta la iluminación de la cruz ha culminado con una composición de luces guiadas por drones, que han dibujado la figura de Gaudí y la frase «primero el amor, después la técnica».
Un moment històric per a la Basílica de la Sagrada Família. Així hem viscut la missa solemne presidida pel Papa Lleó XIV i la posterior benedicció i inauguració de la torre de Jesucrist.
Gràcies a totes les persones que ens heu acompanyat! 🙌
A historic moment for the Basilica of the Sagrada Família. This is how we experienced the solemn Mass presided over by Pope Leo XIV and the subsequent blessing and inauguration of the tower of Jesus Christ.
Thank you to everyone who joined us! 🙌
Veiem per primera vegada la torre de Jesucrist il·luminada!
L'espectacle de llum iniciat des de la base fins a la il·luminació de la creu ha culminat amb una composició de llums guiats per drons, que han dibuixat la figura Gaudí i la frase «primer l'amor, després la tècnica».
Demà dia 10 de juny, quan el sol es pongui, la torre de Jesucrist quedarà il·luminada durant la seva inauguració. A partir de les 19:45 podràs seguir-ho a les nostres xarxes socials en directe!
☢️Reflexão da Cooperativa: shame on you RTP🤡
A RTP conseguiu fazer da economia portuguesa uma espécie de aula de matemática dada com régua partida. O Banco de Portugal fala da aproximação do salário mínimo ao salário mediano; a RTP das Marrafas acha que é igual ao salário médio. Até parece coisa para simplificar a inguagem, mas não. É a diferença entre perceber o país e vender nevoeiro ao povo escudada no serviço público. É gravíssimo.
➡️➡️Eu explico. O salário médio é uma conta de merceeiro simples, soma-se tudo e divide-se por todos. Sabem aquilo do frango, o socialista come um, tu nenhum, em média o socialista e tu comeram meio frango. O salário mediano é outra coisa, é o trabalhador que está exatamente a meio da fila. Metade ganha mais, metade ganha menos. É com o salário mediano que se percebe a carne viva deste país. E o que o Banco de Portugal está a dizer é simples, o salário mínimo já está perigosamente encostado ao salário do meio.
Entenda-se, estamos a construir uma economia onde subir na vida compensa cada vez menos. O trabalhador que estudou mais, nadou na m@rda e chegou à tona, aprendeu a fazer coisas que outros não fazem e produz mais valor olha para baixo e vê o salário mínimo a subir-lhe pela perna acima, tipo inundação de cave. Não é solidariedade camaradas, é infiltração. Os socialistas aparecem de braçadeiras a anunciar justiça social, mas não é.
Eu explico.
⚠️Claro que aumentar salários baixos parece sempre bonito. Quem é que é contra alguém ganhar mais? Só um monstro, fãncista, de extrema-direita, cheio de discurso de ódio. Certo? Epá, não. O problema é que a economia não vive das boas intenções do Raimundo e companhia. Vive de produtividade, mérito, escala, investimento, responsabilidade e diferenciação. Quando o salário mínimo sobe por decreto acima da capacidade real da economia, não nasce riqueza. Nasce compressão. O chão sobe, mas o teto não acompanha. Resultado: o quarto fica mais baixo para todos.
Dentro de uma empresa, isto é veneno de efeito retardado, mas fatal, sem antídoto. O tipo que faz o mínimo obrigatório vê o seu salário subir porque o Estado mandou. O que trabalha melhor, resolve problemas, vende, segura clientes, e carrega a casa às costas fica a ver a diferença a encolher. O que o patrão tem de pagar a mais aos medíocres por lei, é o que sobre de menos para premiar os melhores. É a lógica socialista no seu melhor, portanto, entenda-se no seu pior. Não criar mais degraus para as pessoas subirem, mas serrar os degraus que ainda existem para ninguém parecer estar demasiado alto. Chama-se redução da desigualdade; na prática, muitas vezes, é uma mera redução da ambição. O socialismo adora uma boa sociedade plana. ➡️➡️Não por justiça, mas porque a planície é mais fácil de governar. Pessoas sem grande diferença entre esforço e recompensa tornam-se dependentes da próxima decisão política, do próximo aumento administrativo, da próxima esmola com carimbo de progresso.⬅️⬅️
Isto lembra-me muito aquele velho exemplo da turma em que se decide dar a todos a nota do melhor aluno. No primeiro dia, os piores celebram, os medianos respiram de alívio e o melhor aluno ainda acredita que aquilo é só uma experiência pedagógica parva. Na segunda ronda, o melhor aluno estuda menos. Na terceira, os medianos percebem que também não vale a pena. Na quarta, já ninguém quer saber. A média da turma não sobe; desce a exigência. O professor fica muito satisfeito porque acabou com a desigualdade nas notas. Mas também acabou com o incentivo para aprender.
Nos salários é igual. Se o trabalhador menos produtivo é empurrado para perto do trabalhador mediano por decreto, passa a haver uma distorção. Ou sobem os preços, ou esmagam margens, ou congelam carreiras, ou contratam menos, ou deixam de diferenciar quem merece. O mérito passa a ser redistribuído, não pela criação de valor, mas pela compressão administrativa da tabela salarial.
⚠️Camaradas, durante anos vendeu-se a fantasia de que bastava aumentar o mínimo para enriquecer o país. É o truque do ilusionista pobre, o salário mínimo sobe, a mediana fica logo ali pertinho, a classe média leva com mais uma pazada de cal em cima e o regime proclama vitória porque reduziu a distância entre pobres e remediados.
Também podemos achar que é melhor assim porque somos todos medíocres e não merecemos mais, mas prefiro não acreditar nesta teoria.
Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa