Os homens causaram cerca de 200 milhões de mortes em todas as guerras somadas.
Desde a década de 1950, houve cerca de 2 bilhões de abortos no mundo, 28% da geração Z nunca nasceu.
Pense sobre isso.
O papa Leão XIV disse que seu papel principal como líder da Igreja é confirmar os católicos na fé e compartilhar o Evangelho com o mundo, não resolver crises globais.
A fala do papa à correspondente do Crux em Roma, Elise Ann Allen, foi a primeira entrevista formal de Leão XIV como papa. Ela foi incluída no livro Leão XIV: Cidadão do Mundo, Missionário do Século XXI, publicado ontem (18) em espanhol pela editora Penguin, no Peru. Edições em inglês e português estão previstas para o início de 2026.
Leão XIV disse que está "tentando não continuar polarizando ou promovendo a polarização na Igreja".
"Eu não vejo meu papel principal como o de tentar resolver os problemas do mundo. Na verdade, não vejo meu papel como tal, embora eu ache que a Igreja tem uma voz, uma mensagem que precisa continuar sendo pregada, dita e falada em voz alta", disse ele.
O papa Leão XIV disse estar ciente de que a doutrina da Igreja sobre moral sexual é um tema altamente polarizador na Igreja.
Sinalizando sua intenção de dar continuidade à abordagem de seu predecessor, o papa Francisco, ele disse que "todos são convidados, mas eu não convido uma pessoa por ela ser ou não de uma identidade específica".
"As pessoas querem que a doutrina da Igreja mude, querem que as atitudes mudem. Eu acho que precisamos mudar as atitudes antes mesmo de pensar em mudar o que a Igreja diz sobre qualquer pergunta dada", disse ele.
“Parece-me muito improvável, certamente num futuro próximo, que a doutrina da Igreja mude em termos do que ensina sobre sexualidade e matrimônio”, disse ele.
“Os indivíduos serão aceitos e acolhidos”, acrescentou o papa, reiterando a importância de respeitar e aceitar pessoas que fazem escolhas diferentes em suas vidas.
“Já falei sobre o matrimônio, assim como o papa Francisco fez quando era papa, sobre a família ser composta por um homem e uma mulher em compromisso solene, abençoados no sacramento do matrimônio”, continuou.
O “papel da família na sociedade, que por vezes sofreu nas últimas décadas, precisa ser novamente reconhecido e fortalecido”, disse Leão XIV.
📌 Leia a íntegra: https://t.co/LqA6jGAgim
#papaLeãoXIV #igrejacatolica #catolicos #acidigital
Gente fortemente armada matando autoridades, sequestrando e incendiando os prédios: "MANIFESTANTES"
Gente com batom, estilingues e bíblias invadindo prédios: "TERRORISTAS "
CARA, EU VOU ENLOUQUECER COM TANTA HIPOCRISIA E INJUSTIÇA
Mario Sabino não é um bolsonarista. Está muito longe disso, eu diria. Mas é suficientemente honesto para perceber (e dizer!) que este julgamento do Bolsonaro é uma farsa. 👇
"O STF conseguiu a façanha de fazer a imprensa crer que se defende a Constituição atropelando a Constituição.
Desde que o tribunal abriu o primeiro dos inquéritos sigilosos, o do fim do mundo, e Alexandre de Moraes foi designado para conduzi-lo, o país assistiu a atos de censura, à relativização da liberdade de expressão, a triagens ideológicas, a pescas probatórias, a buscas e apreensões arbitrárias, a prisões preventivas abusivas e a penas excessivas.
Os jornais vez por outra resmungam, mas em geral aprovam, enquanto boa parte dos brasileiros aplaude o STF porque os perseguidos lhes são ideologicamente antípodas, e ninguém enxerga as consequências dos transbordamentos, perigosas para todos.
É a receita de sempre — aos amigos, a lei; aos inimigos, os rigores da lei —, mas em abrangência e intensidade jamais vistas em períodos democráticos.
Os demais ministros chancelam todas as decisões de Alexandre de Moraes, seja por convicção ou por temor, e se tem, como resultado, um tribunal que fere o Estado Democrático de Direito para condenar quem cogitou feri-lo.
É como se a Constituição não fosse suficiente para combater quem a ameaça, e para justificar o injustificável, as medidas de exceção, invocam-se conceitos que, jogados no circo midiático, distraem os espectadores.
Um deles é o do paradoxo da tolerância, do filósofo Karl Popper, segundo o qual é necessário ser intolerante com a intolerância para a manutenção de uma sociedade tolerante.
Cita-se abundantemente o caso da República de Weimar, que, por ser tolerante em excesso, teria deixado que o nazismo florescesse livremente na Alemanha.
Só que o Brasil da Constituição de 1988 não é a Alemanha da República de Weimar, o bolsonarismo não é mais do que uma boçalidade tropical e o exemplo não condiz com a história.
É uma inverdade que a República de Weimar tenha sido espaço seguro para a propagação do nazismo, mostra o historiador dinamarquês Jacob Mchamgama, no livro Free Speech.
Além de ter condenado Hitler à prisão, depois do Putsch da Cervejaria, o líder nazista foi proibido de fazer discursos públicos em vários estados alemães.
Ao todo, 284 jornais tiveram a sua publicação suspensa por decisão governamental, baseada em lei de exceção, entre 1930 e 1932: 99 nazistas, 77 comunistas e 43 de outras facções direitistas.
A censura, no entanto, teve o efeito de impulsionar a fama e a popularidade de Hitler, nota Mchamgama, alimentando a propaganda de Goebbels, que apresentava o líder nazista como vítima de ilegalidades.
“Cartazes retratavam um Hitler amordaçado, como se fosse um mártir da repressão do sistema, emoldurado por dizeres como ‘Os bandidos podem falar em qualquer lugar da Alemanha, mas Hitler é proibido’. O apelo oportunista, seletivo e profundamente hipócrita de Goebbels à liberdade de expressão apenas quando servia à própria agenda — ainda uma tática familiar entre os populistas de direita hoje — também era uma tática padrão quando publicações nazistas eram alvo das autoridades”, escreve o autor de Free Speech.
A República de Weimar não deveria, portanto, ser citada como exemplo pelos intolerantes do STF ou de fora dele. Não apenas por sua especificidade histórica, para a qual foi determinante a humilhação alemã imposta pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial, como também por ser ilustração do que não é recomendável fazer em nome da defesa da democracia.
No paradoxo brasileiro, Jair Bolsonaro será condenado por pensar em dar um golpe, ao final de um processo em que direitos foram ignorados e no qual as circunstâncias substituíram os fatos.
O bolsonarismo terá, assim, um grande mártir a ser vendido aos eleitores, e o STF se afirmará ainda mais como Poder incontrastável. Quanto aos brasileiros, vai lhes restar o absurdo lógico, mas normalizado, de que é necessário tomar medidas inconstitucionais para defender a Constituição."
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Ah, Brasil...
- Mesmo com áudio de prova, denúncia de rachadinha de Janones é arquivada ❌
- Mesmo com delação premiada confessando os crimes, condenações da Lava Jato são anuladas ❌
- Mesmo que o bandido peça, no Brasil ele é solto ❌
Nada mais incorreto. Acontece que, no Brasil, tentam nos fazer crer que liberdade deve ser facultada apenas a quem a utiliza em favor do ponto de vista dos que exercem o poder. Liberdade não é coleira, mas direito. No entanto, quem recusa a coleira se torna um “risco à nação”
🚨AGORA: Brasileiros reagem à tentativa da Câmara de tentar aprovar o PL 8889/17, conhecido como PL da Globo
Hashtag #PLdaGloboNao está nos Trending Topics do X com mais de 230 mil tweets. Projeto propõe, entre outros, taxar plataformas de streaming, como Netflix, e isentar GloboPlay.
MEXA-SE, mobilize-se!
Querem votar e aprovar hoje aqui na Câmara o PL 8889/2017, que é de interesse da TV GLOBO e contra as plataformas de streaming, além de taxar o uso das redes sociais pelo cidadão brasileiro.
É absurdo! As redes, que deram liberdade ao cidadão e estão ajudando o RS nesse momento (cujo território, aliás, está sem internet em inúmeros pontos), não podem ser objeto de mais taxação nem de perseguição por parte de grandes grupos econômicos como a @tvglobo ou de partidos políticos como o PT e Lula!
Ajude, fale com TODOS os deputados: PL 8889, não!
#OPINIÃO
📝 @lygia_maria | Indignação popular não é fake news. Se governo quer conter desinformação sobre tragédia no RS, deve participar do debate público em vez de usar seu poder de polícia para perseguir cidadãos
https://t.co/gHyui7ZhyQ