Isabel Teixeira tá caricata! Toda vilã tem um lado minimamente bom e nao fica nessa de diminuir tudo e todos o tempo todo, são sempre dissimulados e nao escancarados!
@AndradeRNegro2 Não existe evangélico de esquerda, existe o pseudo evangélico: uma pessoa hipócrita que apesar de conhecer os ensinamentos de Jesus, não os entendeu!
Lula acaba de triplicar a aposta no confronto com os Estados Unidos e fez isso recorrendo ao seu truque mais gasto: fingir que não entende a gravidade da crise que ele próprio ajuda a incendiar.
Lula afirmou que o Brasil “não pode aceitar” o tratamento dado por Washington, atacou diretamente o secretário de Estado americano, Marco Rubio, chamando-o de “latino-americano frustrado”, e ainda tentou vender a fantasia de que, apesar das agressões verbais, deseja “fortalecer” a relação com os Estados Unidos. A contradição não é apenas embaraçante; é quase caricata.
Não se fortalece uma relação diplomática insultando uma das principais autoridades do governo americano, muito menos transformando uma crise comercial, política e institucional em espetáculo ideológico.Também não se defende a soberania nacional com bravatas destinadas a agradar a própria militância enquanto o país mergulha em insegurança jurídica, perda de credibilidade e desgaste internacional.
Lula ataca os Estados Unidos, provoca Marco Rubio, alimenta a narrativa de confronto e, depois, apresenta-se como vítima de uma agressão externa.
É a velha tática de Maduro: cria-se o incêndio, aponta-se para a fumaça e acusa-se o adversário de estar queimando a casa.
Os Estados Unidos não estão olhando apenas para o discurso de Lula. Estão observando o ambiente institucional brasileiro, a perseguição política, a censura, o tratamento dado a empresas americanas, o avanço da influência chinesa e a deterioração da segurança jurídica no país.
Enquanto Lula tenta vender a ideia de que está defendendo o Brasil, quem pode acabar pagando a conta é o próprio brasileiro. Lula não está defendendo a soberania nacional; está usando a soberania como escudo retórico para esconder a própria irresponsabilidade.
O Brasil precisava de prudência e recebeu Lula, um revolucionário que insiste em desafiar o “império ianque”. A história mostra que confrontos dessa natureza costumam produzir consequências que vão muito além dos discurso - isso não tende a terminar bem.