Sem problemas. Ninguém se agride lá. O trabalho fala mais alto. E na na novela que faço agora não tem nenhum deles. Pra quem já gravou várias com a Cássia Kiss… esses são pinto!
Logo depois do primeiro turno, aconteceu algo que merece mais atenção do que recebeu. Javier Milei, presidente da Argentina, chamou o resultado de eleição brasileira de histórica e repetiu que o continente americano pertence a quem quer viver em liberdade. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, desejou uma grande vitória ao candidato da oposição e prometeu restaurar a amizade entre os dois países. Donald Trump celebrou o desempenho oposicionista. Três chefes de governo estrangeiros, em menos de dois dias, falando para o mesmo lado de uma eleição que não é deles.
Nada disso é improviso. Milei esteve pessoalmente no lançamento da candidatura oposicionista em julho, e Netanyahu enviou um vídeo para o mesmo evento. A extrema direita contemporânea funciona como uma rede transnacional, com fóruns como a CPAC (a conferência conservadora nascida nos Estados Unidos e hoje replicada em vários países), influenciadores que circulam entre capitais e um roteiro que se repete: guerra cultural, ataque a tribunais e imprensa e alinhamento automático com Washington e Tel Aviv.
O interesse é concreto. Quando Netanyahu fala em restaurar a amizade, ele se refere a uma diplomacia brasileira que denunciou o massacre em Gaza. Quando Washington observa o Brasil, olha para terras raras, para o peso do país nos BRICS e para a possibilidade de afastar a maior economia da América do Sul de Pequim. A eleição de outubro também decide a quem a política externa brasileira vai responder.
O método varia conforme o terreno. Segundo o Washington Post, a Casa Branca escolheu o silêncio no caso brasileiro para não entregar ao governo o argumento da soberania, já que tarifas e sanções recentes tornaram o apoio americano um risco eleitoral. Na Colômbia, onde o cálculo era outro, Trump declarou apoio direto a Abelardo de la Espriella dias antes do segundo turno, e ele venceu.
Há contradições que a rede prefere esconder. Trump elogiou o Brasil por apurar 125 milhões de votos no mesmo dia, mas usou o dado para chamar de corrupto o sistema eleitoral americano. A urna eletrônica que ele elogiou é exatamente a que seus aliados brasileiros passaram anos tentando desacreditar.
Em abril, Trump prometeu usar todo o poder econômico dos Estados Unidos para fortalecer a Hungria caso Viktor Orbán fosse reeleito. Com participação recorde de cerca de 80%, os húngaros deram maioria de dois terços à oposição e encerraram 16 anos de governo. A engrenagem é poderosa, mas depende de eleitores que podem enxergar o que está em jogo.
Para países do Sul Global, a lição é que eleições nacionais se tornaram arenas de disputa geopolítica. Defender a soberania hoje exige reconhecer essa engrenagem com clareza, sem ingenuidade e sem medo de nomear o que está acontecendo.
Por que o ativismo do TSE não vira manchete na Folha e a Globo ignora?
Por que o pedido de voto na igreja não é noticiado como crime eleitoral?
Por que a TV esconde as suspeitas de compra de votos, as relações com investigados do INSS?
Por que a ofensiva de censura contra o eleitorado é normalizado?
Não tem um jornalista indignado nessas empresas? Nada? Nenhum?
Ninguém capaz de se levantar na redação e exigir dignidade? Vão acatar caladinhos o chicote a estalar nas próprias costas?
@netanyahu אם זה סרט חסר משמעות וחסר אמת, אז למה אתה כל כך מודאג? לפי האורך של הטקסט הזה, אתה ממש זועם. תירגע, כל העולם כבר יודע. יא מטונף, חלאת המין האנושי. כל העולם שונא אותך.
Trump anunciou cessar fogo entre Rússia e Ucrânia.
Um cessar fogo energético
Só tem um detalhe, zelensky comunicou que não sabia disso mas vai acatar.
Hahaha
O Trump só tá preocupado em normalizar o preço do diesel dentro dos EUA
@centralreality@thairiny90s não queria comentar isso: mas seguindo a lógica DELE, ele já teria morrido levando chicote.
como pode uma mente tão sebosa e ardilosa ocupar um corpo como o dele?
QUE NOJO!
O STF precisa afastar Nunes Marques do TSE. A credibilidade da Justiça Eleitoral corre sérios riscos ao ser conduzida por um juiz parcial que censura a cidadania!
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