Elon Musk acabou de provar que a propriedade na América é uma ficção legal.
Musk: “Você é tributado pelo que ganha, tributado pelo que compra e tributado pelo que possui.”
Pense no que o imposto predial realmente significa.
Você trabalhou por décadas. Pagou tudo integralmente. A escritura está em seu nome.
Pare de pagar à governo sua taxa anual. Veja-os tomarem e venderem para alguém que pagará.
Você nunca possuiu aquela casa. Você estava apenas alugando de uma entidade com a qual nunca assinou um contrato.
O imposto de renda conta a mesma verdade em uma embalagem mais suave.
O governo não toma uma porção dos seus ganhos. Eles decidem quanto do seu próprio trabalho você tem permissão para manter.
Isso não é semântica. É uma confissão de quem o sistema acredita que seu tempo pertence primeiro.
O imposto sobre vendas enterra-se no recibo. Duas pessoas trocam valor voluntariamente. Um terceiro que não contribuiu nada leva uma fatia simplesmente por permitir que isso aconteça.
Agora empilhe todos os três.
Tributado quando você cria. Tributado quando você gasta. Tributado quando você segura. Tributado novamente quando você morre e tenta passá-lo para seus filhos.
Em nenhum ponto desse ciclo o sistema reconhece sua produção como sua.
Porque o dinheiro não é uma abstração. É a vida humana cristalizada.
Todo dólar tributado é uma hora que você já viveu, já sangrou por ela, já se foi.
O Estado não está gerenciando uma economia. Está reivindicando domínio sobre o tempo que você nunca recuperará.
E gastando em sistemas que você nunca pediu e ativamente se opõe.
A instituição que extrai tudo isso não enfrenta nenhuma obrigação de desempenho. Um contratado que não entrega nada é demitido. Uma burocracia que queima trilhões recebe um aumento de orçamento no próximo ano fiscal.
A SpaceX paga impostos às agências que obstruem seus lançamentos. A Tesla financia os reguladores que redigem regras para proteger seus concorrentes.
Os construtores não estão subsidiando o governo. Eles estão financiando seu próprio atrito.
O código tributário tem 74 mil páginas. Não porque a economia exija isso. Porque a extração teve que ser enterrada em complexidade suficiente para que você parasse de perguntar para quem ele foi desenhado para proteger.
O passado pertencia às pessoas que tributavam o mundo.
O futuro pertence às pessoas que o constroem.
Aos organizadores da campanha do @FlavioBolsonaro , dica de graça:
Divulguem massivamente em todos os meios de comunicação os conteúdos do perfil abaixo (Minha Inflação) e vejam a mágica acontecer.
Depois me mandem lembranças.
Larry Ellison acaba de hacer la única pregunta que ningún periodista en la Tierra puede responder.
Un periodista del Wall Street Journal le dijo a la cara a Larry Ellison que Elon Musk no sabe lo que hace.
Ellison solo le hizo una pregunta.
Ellison:
“Este tipo aterriza cohetes sobre plataformas robóticas en medio del océano… ¿y tú dices que no sabe lo que hace? ¿Alguna vez has aterrizado un cohete?”
“¿Quién eres tú? ¿Por qué debería creerte a ti antes que a mi amigo Elon?”
Esta es la pregunta que toda la clase mediática lleva una década esquivando:
¿Quién eres tú para juzgar?
¿Qué has construido?
¿Qué has lanzado?
¿Qué problema has resuelto que no implique un teclado y una fecha límite?
Ellison:
“Ahí estás tú, delante de tu Apple Macintosh, escribiendo un artículo diciendo que Elon es un idiota.”
Se sientan detrás de un portátil que no diseñaron.
Usan una red que no construyeron.
Funcionando sobre chips de silicio que ni siquiera pueden explicar.
Para decirle al mundo que el hombre que envía humanos al espacio no sabe lo que hace.
Nunca han construido nada más pesado que un documento de Word.
Y aun así lo publican con absoluta certeza.
Eso es lo que debería inquietarte.
No la crítica.
Sino la confianza con la que la hacen.
La ausencia total de autoconciencia necesaria para juzgar disciplinas en las que no durarían ni un semestre.
Musk no opera en opiniones.
Opera en la capa física del universo, donde las matemáticas funcionan… o el cohete no regresa.
Sus críticos operan en un editor de texto.
Construyó el vehículo que transporta astronautas de la NASA a la Estación Espacial Internacional.
La constelación de satélites que lleva internet a zonas de guerra activas.
El coche eléctrico que obligó a todos los fabricantes del planeta a abandonar sus planes basados en motores de combustión.
Sus críticos más ruidosos construyeron una firma al final de un artículo.
Entonces… ¿por qué tanto odio coordinado?
Porque perdieron la correa.
Los ataques no aumentaron porque Musk empeorara como ingeniero.
Aumentaron porque compró X.
Abrió el algoritmo.
Le devolvió la plaza pública a la gente.
Y destruyó su capacidad de controlar lo que puedes pensar.
No odian al ingeniero.
Odian que el ingeniero les quitó el monopolio.
No puedes cancelar un cohete.
No puedes publicar un artículo contra la gravedad.
No puedes editar las leyes de la física.
Ellos controlan la narrativa.
Él controla la física.
Y uno de los dos va camino a Marte.
A culpa dos juros altos é do banco.
A culpa da comida cara é do agro.
A culpa do entregador estar pobre é do iFood.
Até 2022, a culpa de tudo era do presidente.
Depois disso, descobrimos uma lista enorme de culpados. Só um deles continua imune às críticas
Pô essa é fácil:
O BB ser privatizado não afeta nada do crédito agrícola ou do Plano Safra. Inclusive mais bancos poderão oferecer esse crédito e vai ter mais competição
E da Petrobrás é só falar que como não vai ter o PT roubando, o preço cai e qualidade sobe, que a atração de investimentos vai gerar mais produção, que isso vai atrair mais refinarias e resolver o problema de abastecimento do Brasil, e que como o mercado vai abrir, vai ter mais competição.
Agora explica pra mim, como você explica pro povo brasileiro que você foi preso cinco vezes?
Ninguém aguenta!
Matematicamente insustentável
1 Presidente da República
1 Vice-presidente da República
1 Presidente Câmara federal
1 Presidente Senado Federal
11 ministros do STF
81 Senadores
513 Deputados federais
27 Governadores
27 Vice-Governadores
27 Câmaras estaduais
1.049 Deputados estaduais
5.568 Prefeitos
5.568 Vice-prefeitos
5.568 Câmaras municipais
57.931 Vereadores
Total: 70.794 políticos (não estamos falando de nenhum partido de forma específica) + 11 do STF ("políticos" também).
12.825 - Assessores parlamentares Câmara Federal (sem concurso)
4.455 - Assessores parlamentares Senado (sem concurso)
27.000 – Assessores parlamentares Câmaras Estaduais (sem concurso – estimado/por falta de transparência)
600.000 – Assessores parlamentares Câmaras Municipais (sem concurso – estimado/por falta de transparência)
Total Geral: 715.074 funcionários não concursados
Gasto
248 mil por minuto;
14,9 milhões por hora;
357,5 milhões por dia;
10,7 bilhões por mês;
Gasto Total: acima de 128 BILHÕES por ano + 6 BILHÕES do FUNDO PARTIDÁRIO para 2023. Além disso, deve-se computar o rombo na previdência social com suas aposentadorias alienígenas.
35 Partidos registrados no TSE + 73 partidos em formação.
As perguntas cabíveis diante dessa situação são as seguintes:
Será que a reforma da Previdência é a única prioridade nacional?
- Como é que nós deixamos chegar a esse ponto?
- E até quando?
Olha a inflação de 1.75 do governo .
Fonte: Banco Mundial
"O Brasil tem a maior carga tributária do mundo, para pagar a
MAIOR CORRUPÇÃO DO MUNDO"
Tributos no Brasil - uma vergonha!!!
Medicamentos 36%
Luz. 45,81%
Telefone 47,87%
Gasolina 57,03%
Cigarro 81,68%
PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
Carne bovina 18,63%
Frango 17,91%
Peixe 18,02%
Sal 29,48%
Trigo 34,47%
Arroz 18,00%
Óleo de soja 37,18%
Farinha 34,47%
Feijão 18,00%
Açúcar 40,40%
Leite 33,63%
Café 36,52%
Macarrão 35,20%
Margarina 37,18%
Molho tomate 36,66%
Biscoito 38,50%
Chocolate 32,00%
Ovos 21,79%
Frutas 22,98%
Álcool 43,28%
Detergente 40,50%
Sabão em pó 42,27%
Desinfetante 37,84%
Água sanitária 37,84%
Esponja de aço 44,35%
PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE
Sabonete 42%
Xampu 52,35%
Condicionador 47,01%
Desodorante 47,25%
Papel Higiênico 40,50%
Pasta de Dente 42,00%
MATERIAL ESCOLAR
Caneta 48,69%
Lápis 36,19%
Borracha 44,39%
Estojo 41,53%
Pastas plásticas 41,17%
Agenda 44,39%
Papel sulfite 38,97%
Livros 13,18%
Papel 38,97%
BEBIDAS
Refresco em pó 38,32%
Suco 37,84%
Água 45,11%
Cerveja 56,00%
Cachaça 83,07%
Refrigerante 47,00%
Sapatos 37,37%
Roupas 37,84%
Computador 38,00%
Telefone Celular 41,00%
Ventilador 43,16%
Liquidificador 43,64%
Refrigerador 47,06%
Microondas 56,99%
Tijolo 34,23%
Telha 34,47%
Móveis 37,56%
Tinta 45,77%
Casa popular 49,02%
Mensalidade Escolar 37,68% (ISS DE 5%)
*ALÉM DESTES IMPOSTOS, VOCÊ PAGA*
- DE 15% A 27,5% DO SEU SALÁRIO A TÍTULO DE IMPOSTO DE RENDA;
- PAGA O SEU PLANO DE SAÚDE,
- O COLÉGIO DOS SEUS FILHOS,
- IPVA,
- IPTU,
- INSS,
- FGTS
- ETC.
Com 1 Bilhão, é possível instalar 100 eqptos de Res. Magnética no SUS + mão de obra especializada.
Com 9 bilhões restantes, é possível custear pelo menos 150 mil tratamentos Adjuvante/ Neoadjuvante para cancer de mama.
Imagine 128 bi
Fernando Schüler é leitura essencial nos dias que correm. Forma e conteúdo brilhantes.
Leiam! 👏👏👏
“A história é conhecida, e bastante constrangedora. Um fazendeiro é pego em um automóvel praticando sexo com duas meninas, de 14 e 13 anos. Condenado a oito anos de prisão, recorre. Na segunda instância, é absolvido. O magistrado que relatou o caso diz que era “crível” que o sujeito confundisse a menina com alguém maior de 18 anos e que, afinal de contas, a menina era uma “bêbada” e “prostituta”. O Conselho da Criança e do Adolescente lamentou o fato, dizendo que o estuprador merecia uma “pena exemplar”. E não existe “sexo consentido” com uma menina de 13 anos. Está bêbada? Deve ser protegida, não abusada. Só um país inteiramente doente pode empurrar uma coisa dessas para debaixo do tapete.
Pois bem, um jornalista, Tiago Pavinatto, usou palavras fortes, em um programa de TV, para se referir ao magistrado que relatou o caso. A emissora não gostou e mandou que ele se desculpasse. Pavinatto disse não. Terminou demitido. Seu gesto ganhou alguma notoriedade. Em um país em que o medo se torna o pão de cada dia, alguém disse não. Pode-se concordar ou não com o gesto de Pavinatto. Muita gente acha que ele poderia ter feito uma crítica mais suave, e deve haver quem concorde, discretamente, com o magistrado. De minha parte, o que fascina é o gesto. O fato de que alguém, em um certo momento, decida pagar o preço de andar na contramão. E o faça em nome de algumas convicções.
Ainda agora ando acompanhando o caso bem mais complicado de Jordan Peterson e sua disputa com a Associação de Psicólogos de Ontário, no Canadá. Peterson é um tipo politicamente incorreto e foi “condenado” pela associação a fazer um “curso de reeducação digital” em razão de meia dúzia de tuítes sobre assuntos variados. Em um deles, Peterson diz achar que uma modelo obesa “não era bonita”; em outro, chamava Justin Trudeau, o primeiro-ministro pop do Canadá, de puppet. Uma marionete, ou coisa assim, em razão de decisões que ele tomou na pandemia. A associação decidiu que ele não estaria apto a atuar como psicólogo e exigiu que fizesse o tal curso. Peterson disse não. Recorreu à Justiça e perdeu. Se for mesmo obrigado a fazer o curso, diz que transformará tudo em um espetáculo sobre a intolerância canadense atual. Caso isso aconteça, diria que será um striptease do ridículo contemporâneo. Dizer não, por vezes, pode sair caro.
Meu caso favorito é do Oscar Wilde. Ele namorava Bosie, filho do marquês de Queensberry, era casado e a homossexualidade era crime na Inglaterra do fim do século XIX. Wilde era uma estrela. Havia acabado de lançar The Importance of Being Earnest, era ovacionado nos teatros londrinos e tinha uma sedução parecida com a de Jordan Peterson pela ironia debochada de quem anda na contramão da cultura. O pai do rapaz um dia lhe mandou um bilhete agressivo, chamando Wilde de “sodomita”, em uma evidente ameaça. Wilde poderia ter recuado, mas disse não. Resolveu processar Queensberry ele mesmo, e a partir daí cavou sua desgraça. O processo virou, o marquês demonstrou facilmente que ele era, de fato, um homossexual, o que lhe rendeu dois anos de trabalhos forçados, boa parte do tempo empurrando um moinho, como um cavalo, na prisão de Reading.
Jordan Peterson talvez ganhe alguns milhares de seguidores com sua petulância. Wilde morreu à mingua, em um hotel barato, em Paris, poucos anos depois. É evidente que seu gesto se tornou icônico. Eu mesmo fui até o Cadogan Hotel, em uma noite quente de Londres, apenas para capturar um pouco da atmosfera em que Wilde passou sua última noite, antes da prisão. Consta que ele bebeu muito naquela noite, e por muito tempo tornou-se mais um bandido do que herói, e era tremendamente embaraçoso pronunciar seu nome na Inglaterra.
Heroína mesmo foi Rosa Parks. O ônibus em que ela se recusou a levantar e ceder o lugar aos passageiros brancos conheci no magnífico Museu de História Afro-Americana, inaugurado por Obama, em Washington, e que ninguém deveria deixar de visitar. Naquele 1º de dezembro de 1955, porém, em Montgomery, no Alabama, estado segregacionista do sul dos Estados Unidos, as coisas eram bem mais complicadas. Ela era costureira e ativista, mas fundamentalmente estava cansada daquilo tudo. Da humilhação cotidiana e sem sentido. E resolveu dizer não. O motorista chamou a polícia, ela foi presa, e a história é conhecida.
Desencadeou um gigantesco movimento que, meses depois, levaria ao banimento da discriminação no transporte urbano na cidade. A história sugere uma imensa energia social em movimento, as longas marchas de cidadãos negros boicotando o transporte coletivo, a imagem de Martin Luther King triunfante, finalmente entrando pela porta da frente em um ônibus dessegregado. Mas em um momento perdido naquela noite fria de dezembro o mais prudente teria sido obedecer à ordem do motorista, ir lá para trás, evitar a delegacia, a incerteza toda, em vez de dizer não. Poderia ir longe aqui, o tema é fascinante, mas não é o caso.
Talvez poucas coisas definam melhor a nossa época do que o súbito gosto pela regulação da fala, da arte, das ideias, e logo pela censura, que tomou de assalto nossa cultura. Na plataforma da Fire (Foundation for Individual Rights and Expression), uma jovem organização defensora da liberdade de expressão no mundo acadêmico americano, os casos de “cancelamentos” foram de quatro, em 2000, para 145, no ano passado, numa escala crescente. As razões, em regra, são triviais. Uma crítica ácida ao governador DeSantis, da Flórida; um tuíte “antissemita” contra Israel; uma postagem sugerindo que a definição de mulher guarda alguma conexão biológica. Tudo me lembrou um pouco a querela teológica sobre a natureza da Trindade e coisas do tipo, que podiam levar alguém à fogueira nos inícios da modernidade, e por um momento me vi perguntando se não estamos andando em marcha a ré.
No Brasil, já vamos nos acostumando com a volta do cangote. Ainda nesta semana li sobre a quase inacreditável censura ao “Joaquin Teixeira”, um personagem humorístico que nem o meu sobrinho de 7 anos levaria a sério. Nesse caso, consta que o autor resolveu não comprar briga. Fez um acordo, pagou multa, prometeu não brincar com certas coisas. Muita gente anda assim, e arriscamos nos tornar o país da retratação.
Dos empresários “arrependidos” por suas opiniões políticas, da rádio processada por delito de opinião. Das plataformas digitais publicando pedidos de desculpas por emitirem sua opinião sobre o PL das fake news. Em tempos como estes, é perfeitamente lógico dançar conforme a música. Sentar na cadeira que mandam sentar, demitir os jornalistas que dão problema, e por nada desse mundo desafiar o aristocrata de plantão, que de fato tem o poder de quebrar sua espinha, como o marquês de Queensberry fez com Oscar Wilde.
De modo que não deixo de me surpreender com esses tipos que não se conformam. Independente de seus erros, de sua imprudência ou do que for, em um dado momento eles arriscaram perder empregos, perder amigos, nos lembrando que ninguém é dono da cultura, da lei, da verdade. E com isso ajudaram a forjar um mundo no qual “dizer não” seja fundamentalmente um direito, e não um ato de heroísmo. Por isso minha homenagem, aqui, singela que seja, a esses tipos que dizem não.”
Se você precisa de uma dose ou duas doses ou três ou mais doses de reforço mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você precisa usar uma máscara mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você precisa fazer testes de infecção mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você pode transmitir o vírus mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você pode ficar doente mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você pode ser hospitalizado mesmo depois de ter sido completamente vacinado
E se você pode até morrer por causa do vírus mesmo depois de ter sido completamente vacinado
Está na hora de entender e aceitar uma dura realidade: você foi feito de bobo.
A CENSURA COVID SE MOSTROU LETAL
Como o governo e as empresas de mídia social conspiraram para sufocar os dissidentes que estavam certos.
Por Bret Swanson
Wall Street Journal
7 de julho de 2023
Após a explosão do ônibus espacial Challenger em 1986, o físico vencedor do Prêmio Nobel Richard Feynman sabia que a verdade alimentaria o progresso e acalmaria a tristeza da nação. “Para uma tecnologia bem-sucedida”, disse ele, “a realidade deve ter precedência sobre as relações públicas, pois a natureza não pode ser enganada”.
Durante três anos, as relações públicas da pandemia zombaram da natureza, gerando medo, doenças, inflação e excesso de mortes além do que o vírus causou. A censura digital dobrou suas apostas no esforço para esconder a realidade, mas a realidade está ganhando seu dia no tribunal.
Em 4 de julho, o juiz distrital dos EUA, Terry Doughty, bloqueou temporariamente várias agências federais e a Casa Branca de colaborar com empresas de mídia social e grupos terceirizados para censurar o discurso sobre a pandemia.
O caso Missouri v. Biden expôs as relações entre agências governamentais e empresas de mídia social, revelando uma camada adicional de centros universitários e autodenominados vigilantes da desinformação e suas estruturas para verificação de fatos.
A divulgação de alguns dos arquivos internos do Twitter por Elon Musk mostrou que pelo menos80 agentes do FBI (Federal Bureau of Investigation) estavam envolvidos com empresas de mídia social. A maioria dos agentes não estava lutando contra o terrorismo, mas sinalizando pensamentos errados de cidadãos americanos, incluindo cientistas eminentes que sugeriram caminhos diferentes na política da Covid.
Os resultados dessas relações? O Twitter colocou em sua lista negra o médico e economista da Universidade de Stanford, Jay Bhattacharya, por mostrar que Covid ameaçava quase exclusivamente os idosos, reduzindo severamente a visibilidade de seus tweets. Quando o especialista de políticas de saúde de Stanford, Scott Atlas, começou a aconselhar a Casa Branca, o YouTube apagou seu famoso vídeo contra os lockdowns. O Twitter baniu Robert Malone, um pioneiro da tecnologia de vacinas de mRNA, por chamar a atenção para os perigos das vacinas. O YouTube desmonetizou o biólogo evolutivo Bret Weinstein, que sugeriu que o vírus poderia ser modificado e previu o surgimento de variantes resistentes à vacina. E esses são apenas alguns exemplos.
As plataformas de mídia social agiram como instrumentos poderosos para censura ampla, mas não estavam sozinhas. Escolas de medicina, conselhos médicos, revistas científicas e a mídia leiga em massa cantaram no mesmo hino.
Legiões de médicos ficaram quietas depois de testemunhar a demonização de seus pares que desafiaram a ortodoxia das políticas adotadas durante a Pandemia. Como resultado, milhões de pacientes e cidadãos foram privados de recursos importantes.
As autoridades de saúde e os médicos da TV insistiram que os jovens eram vulneráveis, exigiram que as crianças usassem máscaras, fecharam escolas, praias e parques e relutaram em contemplar análises cruciais de custo-benefício. A economia? A Saúde mental? Nunca ouvimos falar deles.
Esses “especialistas” negaram os efeitos protetores da imunidade adquirida, um fenômeno que conhecemos desde a Praga de Atenas em 430 a.C. Eles proibiram medicamentos genéricos aprovados pela Food and Drug Administration, como azitromicina e ivermectina, que nações de baixa renda em todo o mundo estavam implantando com sucesso. Eles falharam em apreciar a dinâmica evolutiva da vacinação em massa durante uma pandemia.
O governo dos EUA gastou US $ 6 trilhões para impulsionar a economia durante os lockldowns – e a maioria das pessoas pegou Covid de qualquer maneira. Pior de tudo, os lockdowns e mandatos resultaram em danos sem precedentes para jovens e pessoas de meia-idade nos países ricos.
O excesso de mortalidade na maioria dos países de alta renda foi pior em 2021 e 2022 do que em 2020, o ano inicial da pandemia. Muitas nações mais pobres com menos controle do governo tiveram resultados melhores. A Suécia, que não fez lockdown, teve um desempenho melhor do que quase todas as outras nações avançadas.
Depois de navegar em 2020 com relativo sucesso, pessoas saudáveis jovens e de meia-idade em nações ricas começaram a morrer em números sem precedentes em 2021 e 2022. Dentre as principais causas: embolias, insuficiência renal e câncer.
Esconder essas e outras realidades tornou-se mais difícil na era da internet. A explosão de informações permitiu que mais pessoas identificassem rapidamente os erros dos funcionários do Estado e aprendessem a verdade. Isso mudou a relação entre as autoridades e seus governantes. Os responsáveis agora começam a se sentir ameaçados.
A intensificação da censura digital é a resposta deles a essa crise de autoridade. É verdade que a desinformação é desenfreada online, mas era muito pior antes da internet, quando os mitos podiam persistir por séculos. As novas tecnologias nos permitem compilar dados rapidamente, corrigir erros, encontrar fatos e dissipar falsidades. A ciência, apoiada por uma internet aberta, é o processo pelo qual reduzimos a desinformação e nos aproximamos da Verdade.
A inteligência artificial melhorará nossa capacidade de filtrar, analisar, editar, autenticar e organizar informações. Quando você ouvir pedidos para licenciar ou centralizar o controle da IA, lembre-se da arrogância da censura da Covid.
“Ataques contra mim”, insistiu o famoso Dr. Anthony Fauci, “francamente, são ataques contra a ciência”. Feynman teria ficado horrorizado. “Ciência”, observou sabiamente, “é a crença na ignorância dos especialistas”.
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Esta é uma tradução livre do artigo publicado originalmente no Wall Street Journal em https://t.co/x1XPvCgJED
Thomas Sowell, que hoje completa 93 anos, é um dos mais brilhantes economistas em atividade e um destacado defensor da economia de mercado. Graduou-se em Harvard, obteve o título de mestre na Universidade de Columbia e o de doutor na Universidade de Chicago. Escreveu mais de 30 livros, alguns dos quais são leitura obrigatória para os liberais. Vida longa a este gigante.
Segue uma seleção de suas melhores citações:
"Quando você quer ajudar as pessoas, você diz a verdade. Quando você quer se ajudar, você diz a eles o que eles querem ouvir."
"O fato de tantos políticos bem-sucedidos serem mentirosos descarados não é apenas uma reflexão sobre eles, é também uma reflexão sobre nós. Quando as pessoas querem o impossível, apenas os mentirosos podem satisfazê-las."
"É difícil imaginar uma maneira mais estúpida ou mais perigosa de tomar decisões do que colocar essas decisões nas mãos de pessoas que não pagam preço por estarem erradas."
"O vocabulário da esquerda política é fascinante. Por exemplo, é considerado 'materialista' e 'ganancioso' querer manter o que você ganhou. Mas é "idealista" querer tirar o que alguém ganhou e gastá-lo para seu próprio benefício político ou para se sentir bem consigo mesmo."
"Você não pode subsidiar a irresponsabilidade e esperar que as pessoas se tornem mais responsáveis."
"Quando sua resposta a tudo que está errado no mundo é dizer "deve haver uma lei", você está dizendo que você considera a liberdade muito barata."
"Um dos sinais tristes do nosso tempo é que demonizamos aqueles que produzem, subsidiamos aqueles que se recusam a produzir e canonizamos aqueles que reclamam."
"É incrível como muitas pessoas agem como se o direito à liberdade de expressão incluísse o direito de ser livre de críticas por aquilo que você diz - o que significa que outras pessoas não deveriam ter o mesmo direito à liberdade de expressão que reivindicam para si mesmas."
"É incrível como muitas pessoas parecem pensar que o governo existe para transformar seus preconceitos em lei."
"O estado de bem-estar social sempre foi julgado por suas boas intenções, e não por seus maus resultados."
"Alguns dos críticos mais contundentes da forma como as coisas estão sendo feitas são pessoas que nunca fizeram nada, e cujas únicas contribuições para a sociedade são suas queixas e exibicionismo moral."
"A grande fuga de nossos tempos é a fuga da responsabilidade pessoal pelas conseqüências do próprio comportamento."
"Quando as pessoas se acostumam ao tratamento preferencial, o tratamento igual parece ser discriminação."
"O estado de bem-estar não é realmente sobre o bem-estar das massas. É sobre os egos das elites."
"A política é a arte de fazer com que seus desejos egoístas pareçam o interesse nacional."
"Você nunca entenderá burocracias até entender que, para os burocratas, o procedimento é tudo e os resultados não são nada."
"Um judiciário independente não significa juízes independentes da Constituição da qual eles derivam seu poder ou independente das leis que eles juraram defender."
"A realidade não é opcional."
"Geralmente, há apenas uma quantidade limitada de danos que podem ser causados por pessoas tolas ou estúpidas. Para criar um desastre verdadeiramente monumental, você precisa de pessoas com alto QI."
"A primeira lição da economia é a escassez: nunca há o suficiente de algo para satisfazer plenamente todos aqueles que o desejam. A primeira lição da política é desconsiderar a primeira lição da economia."
"O fato de que o mercado não está fazendo o que gostaríamos que fizesse, não é razão para assumir automaticamente que o governo faria melhor."
"Uma das belezas de uma economia coordenada pelos movimentos de preços é que ninguém precisa entendê-la para funcionar."
"Nossos problemas econômicos me preocupam muito menos do que nossas soluções políticas, que têm um histórico muito pior."
"O Wal-Mart fez mais pelos pobres do que quaisquer esquerdistas, dos quais nove em cada dez com certeza odeiam o Wal-Mart."
"Engenharia Social - A arte de substituir o que funciona pelo que soa bem."
"Existem 3 perguntas que destruiriam a maioria dos argumentos da esquerda. O primeiro é - comparado com o que? O segundo é - a que custo? E o terceiro é - que provas concretas você tem?"
"O racismo não está morto, está vivo - mantido vivo por políticos, traficantes de raça e pessoas que mantêm um senso de superioridade denunciando os outros como 'racistas'"
"Tantos movimentos políticos idealistas por um mundo melhor terminaram em ditaduras assassinas em massa. Dar aos líderes poder suficiente para criar 'justiça social' é dar-lhes poder suficiente para destruir toda justiça, toda liberdade e toda dignidade humana."
"Enquanto os seres humanos forem imperfeitos, sempre haverá argumentos para estender o poder do governo para lidar com essas imperfeições. A única parada lógica é o totalitarismo – a menos que percebamos que tolerar imperfeições é o preço da liberdade."
Nosso imperador Alexandre decidiu que é um absurdo desconfiar do trabalho dele. Qualquer duvida será veementemente ignorada e será punido aquele que questiona.
ATENÇÃO MÁXIMA! FALTAM SÓ 21 ASSINATURAS das 171 assinaturas de deputados para que a CPI do Abuso de Autoridade do STF e do TSE seja instalada na Câmara. Estamos bem perto! Peça ao seu deputado para assinar o requerimento CD228980315300.
Meu amigo, minha amiga:
vcs e eu temos mil motivos pra não querer votar no Bolsonaro. Mas pelo menos UM motivo fortíssimo para isso nós temos: livrarmo-nos PARA SEMPRE do ladrão maldito q tanto mal já causou ao país.
De uma vez por todas.
Definitivamente.
Está nas nossas mãos.
Protocolado na Câmara dos Deputados PDL 369/2022, que suspende os efeitos da resolução interna autoritária do TSE.
Que seja votada e aprovada com a maior urgência possível. Peço seu RT pra mais gente ficar sabendo e subir a pressão.