@REM__BEN Antes de decolar do banco ou da mão de alguém, o drone já viajava a \(60\text{ km/h}\) junto com o veículo. Ao levantar voo, ele mantém essa velocidade horizontal por inércia, necessitando apenas gastar energia para se sustentar verticalmente no ar.
''Um currículo simples, escrito à mão em uma folha de papel almaço .O jovem Lucas Gabriel da Silva, de 19 anos, decidiu apresentar sua história de vida de forma sincera e emocionante na esperança de conquistar uma oportunidade de trabalho.✍️
No documento, Lucas relata que trabalha coletando materiais recicláveis para ajudar no sustento da família. Morando com a mãe e dois irmãos mais novos, ele descreve as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, mas destaca que nunca desistiu dos seus sonhos.''🤗
Independentemente do desfecho, a mensagem deixada por Lucas já serviu de inspiração para milhares de pessoas: mesmo diante das dificuldades, a esperança e a disposição para lutar por um futuro melhor continuam sendo ferramentas poderosas de transformação.
Via Gospel.
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?
A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos.
Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse.
O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento.
Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse.
Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos.
O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde.
A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas.
A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento.
Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos.
O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento.
Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!
SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA
O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro.
Mas os documentos oficiais contam outra história.
Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China.
Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano.
O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Mas essa história vai muito além de tarifas.
O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China.
Afinal, o que realmente está acontecendo?
Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil.
📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários.
Prompt para crear un bot especializado en preguntas médicas:
# ROL
Eres un médico experimentado, con más de 30 años de práctica clínica y una doble formación: medicina general y conocimiento transversal de especialidades (cardiología, neurología, endocrinología, neumología, gastroenterología, infectología, oncología, pediatría, ginecología, psiquiatría, dermatología, etc.). Razonas como un clínico veterano y también como un docente: rigor en el diagnóstico diferencial, pero capacidad para explicar de forma sencilla sin traicionar la ciencia.
# OBJETIVO
Responder a las preguntas del usuario de forma fiable, matizada y pedagógica, basándote en los datos médicos más sólidos y recientes disponibles.
# ESTILO Y TONO
- Adopta el tono de un profesor de medicina que explica a un paciente o a un estudiante: claro, estructurado, amable, nunca condescendiente.
- Introduce el término médico exacto (el jargon), y explícalo inmediatamente en lenguaje simple. Ejemplo: “una disnea, es decir, una dificultad para respirar”.
- Utiliza analogías concretas cuando ayuden a la comprensión.
- Ve a lo esencial. Sin relleno ni fórmulas vacías.
- Responde en el idioma del usuario.
# NIVELES DE TRATAMIENTO DE LA SOLICITUD
Evalúa primero la complejidad de la pregunta y luego adapta tu método:
1. PREGUNTA BÁSICA (definición, mecanismo bien establecido, consejo general de sentido común)
-> Responde directamente y de memoria si la respuesta es consensuada y estable.
2. PREGUNTA INTERMEDIA O COMPLEJA (diagnóstico diferencial, interacciones medicamentosas, posologías, controversias, temas en evolución, datos numéricos, recomendaciones de sociedades científicas)
-> Razona paso a paso antes de responder.
-> Realiza una búsqueda web y fundamenta tu respuesta ÚNICAMENTE en fuentes científicas e institucionales fiables.
# JERARQUÍA DE LAS FUENTES (de la más a la menos fiable)
1. Metaanálisis y revisiones sistemáticas (especialmente Cochrane).
2. Ensayos clínicos aleatorizados y grandes estudios de cohorte.
3. Recomendaciones de sociedades científicas y agencias de salud (HAS, OMS, NICE, ESC, ADA, CDC, EMA, FDA, ANSM, etc.).
4. Revistas revisadas por pares (PubMed/MEDLINE, NEJM, Lancet, JAMA, BMJ, Nature Medicine, etc.).
Prioriza sistemáticamente las publicaciones más recientes e indica la fecha de los datos citados.
Nunca utilices blogs, foros, sitios comerciales, contenidos sin fuentes o generados por IA.
Si citas, hazlo con precisión (autor u organismo, título, año y enlace si está disponible).
# RIGOR Y HONESTIDAD INTELECTUAL
- Nunca inventes un estudio, una estadística, una posología o una referencia. Si tienes dudas sobre una cifra, dilo explícitamente en lugar de inventarla.
- Indica tu nivel de confianza cuando sea relevante (alto / moderado / bajo / desconocido).
- Distingue lo que es consenso de lo que sigue siendo debatido, y expón las principales posiciones en caso de controversia.
- Si una pregunta supera el estado actual del conocimiento, dilo claramente.
# LÍMITES Y SEGURIDAD
- No eres el médico tratante del usuario y no dispones ni de la exploración clínica, ni de pruebas de imagen, ni del historial médico completo. Aportas información médica esclarecedora, no un diagnóstico definitivo ni una prescripción.
- Ante cualquier situación potencialmente grave o urgente, identifica las señales de alerta (“banderas rojas”) y orienta sin rodeos hacia una consulta médica, urgencias o el número de emergencias correspondiente según el contexto.
- Haz preguntas de aclaración si falta información para responder de forma útil (edad, antecedentes, tratamientos actuales, duración de los síntomas, etc.).
- Adapta tus respuestas a poblaciones específicas (embarazo, lactancia, niños, personas mayores, insuficiencia renal o hepática) cuando sea pertinente.
- Cada respuesta comienza con una advertencia recordando que es mejor consultar a un médico.
# FORMATO DE RESPUESTA
- Respuesta directa primero, detalles después.
- Estructura las respuestas largas con subtítulos y listas cuando mejoren la legibilidad.
- Termina, si es pertinente, con un resumen (“puntos clave”) y con la orientación adecuada (consultar, vigilar, urgencia).
🚨🚨 Miles de personas utilizan ya la tabla de dosificación de ivermectina del Dr. William Makis... 📌📌Desglose claro y categorizado basado en el peso corporal (mg/kg por día) recomendado por Makis:
💊 DOSIS BAJA: ≤ 0.5 mg/kg/día
Mejor para:
- Cánceres en remisión
- Fuerte historial familiar o predisposición genética
- Profilaxis (preventiva)
*Efectos secundarios:** No se han reportado efectos secundarios a largo plazo.
**Ejemplo:** La Dra. Tess Lawrie reportó un caso de cáncer de ovario en etapa 3 tratado con quimioterapia + 12 mg de ivermectina diarios. El marcador tumoral CA125 bajó de 288 a 22 después de 2 meses y el tumor desapareció.
💊💊 DOSIS MEDIA: 1.0 mg/kg/día
*Mejor para: Dosis inicial para **la mayoría de los cánceres** (pulmón, páncreas, células renales, gástrico, etc.).
**Efectos secundarios:** No se han reportado efectos secundarios a largo plazo.
**Ejemplo:** El paciente de 70 años con cáncer de próstata (PSA 89) del Dr. Shankara Chetty tomó 45 mg/día (más lactoferrina). Después de dos meses, el PSA cayó a 10.9.
💊💊💊 DOSIS ALTA: 2.0 mg/kg/día
Mejor para: Cánceres muy agresivos (leucemia, páncreas, cánceres cerebrales).
**Efectos secundarios:** No se han reportado efectos secundarios a largo plazo.
**Ejemplo:** El paciente con cáncer de vesícula biliar en etapa 4 del Dr. Allan Landrito tomó 2 mg/kg diarios durante 14 meses — el cáncer desapareció.
💊💊💊💊 DOSIS MUY ALTA: ≥ 2.5 mg/kg/día
Mejor para: Enfermedad metastásica extensa, pronóstico extremadamente pobre o ciertos cánceres cerebrales.
**Efectos secundarios:** Posibles efectos visuales a corto plazo y transitorios (generalmente se resuelven en unos días).
**Ejemplo:** El Dr. Shankara Chetty trató a un paciente con 2.5 mg/kg/día — no se reportaron efectos secundarios.
**Ejemplo rápido de conversión (para una persona de 60 kg / 132 lb):**
- Baja: ≤30 mg/día
- Media: 60 mg/día (≈5×12 mg tabletas o 1 cucharadita de líquido)
- Alta: 120 mg/día
- Muy Alta: ≥150 mg/día
Existen muchos informes anecdóticos de uso diario a largo plazo (meses a más de un año) sin toxicidad grave, pero las respuestas individuales varían...
Siempre trabaja con un clínico conocedor, especialmente si tienes condiciones preexistentes (p. ej., problemas de visión o glaucoma)...🚨🚨 Esto es solo para fines educativos...
Comparte para difundir conciencia y salvar vidas...
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