Eu não te trocaria por Haaland, nem por Messi ou Cristiano Ronaldo no auge, por ninguém. Não faria isso em 2019, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, e nem em 2028, 31, 43, 50…
Nos erros e nos acertos, nos jogos bons e ruins, tem que ser VOCÊ @Brunohenrique lá dentro do campo vestindo e honrando o Manto Sagrado.
Idolatria e identificação é isso.
Não abro mão de você, nunca.
Seus gols são diferentes, nos remetem ao nosso passado recente tão vitorioso e, ao mesmo tempo, ao nosso presente tão vitorioso quanto.
“Lutemos sempre com valor infindo,
Ardentemente, com denodo e fé,
Que o futuro inda será mais lindo,
Que o teu presente, que tão lindo é.”
A última vez que eu tinha DESABADO EM LÁGRIMAS com um gol do BH tinha sido no primeiro dele após a grave lesão no joelho, contra o Grêmio em 2023 no Maracanã. Naquela altura da carreira dele parecia que as limitações físicas não o permitiriam mais ser algo próximo do que já tinha sido. Mas não, e ainda bem que não.
Uma aberração da natureza, ninguém corre mais rápido, ninguém pula mais alto. Anormal. Um unicórnio, um anjo rubro-negro. Aos quase 36 anos, parece um garoto comemorando seu primeiro gol no profissional.
Postamos declarações de amor a ele depois do jogo de quinta-feira, mas ele não cansa de nos provar o quão gigantesco é na história desse clube. Podemos tentar, mas nunca será o suficiente. Vamos aproveitar e viver todos esses momentos com a mesma garra que o ídolo comemorou o golaço de hoje. O maldito tempo não passa devagar, um dia vamos sentir muita falta desse cara. Contaremos aos nossos filhos e netos.
O melhor amigo dele no Flamengo é o Flamengo.
Imortal Rubro-Negro.
A humildade de, mesmo num momento de pura êxtase, apontar e dedicar o gol pro Joaquín Freitas, que entrou bem e cruzou a bola na cabeça dele.
Isso diz muito sobre quem é o ídolo colossal Bruno Henrique.
“Eu tô aqui pra servir o Flamengo”.