Enquanto isso no meu grupo de família e no grupo do condomínio estão falando que não existe uma única chance do Flavinho perder. Que ele vai ganhar de lavada.
Posso estar vivendo na minha bolha, mas tanto nas redes sociais do meu serviço quanto nas minhas próprias estou vendo mais gente do 13 do que do 22.
Será um sinal?
#Eleições2026#LULAVAIVENCER#esperança
o ano é 2028, estou assistindo os jogos vorcarazes eo tributo motoboy q eu apostei na bet morreu pra aliança formada entre a nail designer, a lash designer e o barbeiro
🚨 Destruir é fácil. Reconstruir deu trabalho. Compartilhe esse vídeo e denuncie.
🇧🇷 Não vamos permitir que a destruição da família Bolsonaro atrase o Brasil mais uma vez.
#Vote13
Existe um Brasil antes e depois da família Bolsonaro. Um trauma coletivo, um passado que escolhemos não revisitar. Mas ele está lá. Uma ferida camuflada em tantos de nós.
Eles querem voltar ao poder. Nós não vamos permitir. Resistam. E vamos vencer.
Esse vídeo é um registro em memória das vítimas de Jair Bolsonaro. 🇧🇷
Tenho uma ideia de como Lula pode buscar votos necessários para a virada.
Antes, aviso à assessoria de comunicação que critico há anos: não será com o discurso de ontem, pós-apuração, cenário povoado por figurantes com postura de The Walking Dead, falando de "projetos". Não é isso. Não sei se a culpa é 100% de vocês, se Lula não ouve, se há gente demais dando pitaco. Sei como é. Já enfrentei. Pior que político que não ouve, só esposa/filhos que não param de opinar. O "dado concreto" é: NÃO FUNCIONOU. TEM QUE MUDAR. Alguns precisam se CALAR. Outros precisam OUVIR. E há quem precise, enfim, ser OUVIDO. Não há tempo para muita elaboração. É emergência nacional.
Por mais contrassenso que pareça, o Brasil adormeceu e amanheceu hoje sabendo de maneira bem clara, que está diante da sua hora mais escura. O que vem por aí pode ser um retrocesso político e social gigantesco, daqueles que se sentem por décadas. Não pense que você, não importa em quem votou, sairá incólume. Não sairá. A fabulação de Dilma está prestes a virar fórmula matemática: "Vai todo mundo perder".
Ontem, parte do eleitorado pôs para fora, em forma de voto, toda a sua raiva, angústia, desejo de vingança, tristeza, frustração, amargura e inveja do sucesso alheio. O brasileiro estava bem louco na "festa da democracia". Nome curioso, já que entre os mais votados sobram golpistas. O Brasil é cada vez menos “O melhor do Brasil e o brasileiro” é cada vez mais a Lei de Gerson, de um comercial de cigarros de 1976, onde estrelava o craque da seleção de 70: “Eu gosto de levar vantagem em tudo, certo?”
Hoje, diante de resultados avassaladores, muita gente acordou de ressaca cívica, perguntando-se: "Opa! Será que não fomos longe demais?" Afirmo: fomos. E não percorremos nem 5% do caminho que muitos dos eleitos, com Flávio à frente, pretendem percorrer. Este texto é sobre isso.
Há coisas que o brasileiro sabe sem saber que sabe. Sabe que, se cair, será atendido. Sabe que existe um caminho para o filho chegar à universidade. Sabe que há uma rede estendida em algum lugar, mesmo que nunca tenha precisado dela. Nunca pensou no assunto, e é assim que funciona uma instituição: como o chão, só se nota quando falta. O SUS, o acesso à universidade e os programas sociais deixaram de ser bandeiras de governo. Consolidaram-se como instituições do país.
É esse chão que está em votação. Se a responsável pela economia de Flávio implantar o que prometeu, o programa de Milei, com os cortes brutais no orçamento que anuncia, isso acaba. Ninguém passa a motosserra no orçamento sem serrar o posto de saúde. Acaba o atendimento, acaba a vaga e acaba, sobretudo, a segurança de saber que existe alguma coisa embaixo quando se cai.
Nesse aspecto, viraremos os EUA. Não é elogio. Escrevo daqui. Aqui há gente que sente dor e não vai ao médico porque a conta dói mais. Trump cortou o pouco de assistência que existia e entregou o quê em troca? Preços ainda mais altos do que aqueles de que se queixavam com Biden. Gasolina cara. Guerra. Conflito permanente, dentro e fora de casa. Ataques às minorias. Para o americano comum, nada. Nada. Para os negócios pessoais do presidente e da família, muito.
Motoboy, a pergunta é para você. Quando você cair, e na sua profissão a questão é quando, quer a garantia do SUS ou a de um plano de saúde privado que talvez não consiga pagar?
O Brasil como o conhecemos precisa de muitos ajustes. É verdade. Mas ajuste não é demolição. Avançar, sim. Retroceder, não: nem na política, nem na democracia, nem nos direitos sociais.
Por isso o Brasil precisa agora ouvir falar de RESPONSABILIDADE com o povo. É hora de dizer, com todas as letras, o que vem por aí e que riscos a Nação corre se Flávio vencer. Mesmo que se perca a eleição presidencial. Trata-se de RESPONSABILIDADE HISTÓRICA: há derrotas que a história absolve e silêncios que ela não perdoa.
Alertar não basta. É preciso também mexer alguns pauzinhos. Com algumas gentes. Tem jeito de virar.
Comunicação, pergunte-me como.