Quando a política vira torcida, a verdade perde. Menos narrativas e culpados imaginários. Mais fatos e soluções.
Enquanto discutimos versões, deixamos em 2o plano os temas que importam para o Amapá. As bases do desenvolvimento estão diante de nós, mas nesse tom, podemos perder.
Na tarde desta terça-feira(18), a Polícia federal descobriu loja de fachada que escondia ouro ilegalmente avaliado em 700 mil reais no centro de Macapá, um empresário dono de uma boate em Santana, foi preso no local.
A ação teve início após denúncias que indicavam o funcionamento irregular de uma loja que aparentava vender produtos regionais. No local, os policiais flagraram um dos suspeitos saindo da loja portando grande quantidade de dinheiro em espécie e Uma 4rma de fogo calibre A OURO 9mm.
A movimentação chamou a atenção dos policiais que, ao entrarem no estabelecimento para entender como funcionava o comércio no local, perceberam que nos fundos da loja funcionava uma venda clandestina de ouro, sem qualquer tipo de licença ou registro legal.
Quatro indivíduos, um deles sendo o empresário Gilliard Miranda Viana, o Polícia Militar Clebson Maia de Almeida, Cintia Araújo dos Santos e Walace do Nascimento Pereira, foram detidos e levados para a Superintendência da Polícia Federal no Amapá, onde tiveram a prisão em flagrante além de aproximadamente R$ 15 mil reais.
Após a ação da PF, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e retirou diversos cilindros de gás utilizados para a fundição do metal precioso.
Após os procedimentos legais, os presos foram encaminhados ao
Instituto de Administração
Penitenciária do Amapá (lapen) e permanecerão a disposição da justiça.
Eles poderão pegar pena de 9 anos de reclusão mas pagamento de multa.
Via: @Metropoles📸
Furlan fica cego, surdo e mudo diante de alagamentos em Macapá
O prefeito fez que não viu, não ouviu, nem falou nada sobre os alagamentos que se multiplicaram neste domingo. Enquanto o povo amargava prejuízos, Furlan fazia o passeio de domingo, como se nada tivesse acontecido.
@alcinea Acredito que a melhor resposta é o povo na rua, nas praças, na orla de fazendinha. Por estarmos acostumado, não estávamos tristes, talvez conformados. Hoje vale a pena dizer que somos macapaenses.