Carioca Botafoguense filha da dona Marilda e Seu Luiz normalmente de bem com a vida, desde q ñ me acordem mto cedo e nem me deixem com fome aí o humor muda.🥰
Quem são os funcionários do governo americano que tiveram entrada negada no Brasil, porque iriam, segundo o Washington Post, questionar a integridade das urnas? Segue o perfil do dois:
RILEY M. BARNES
Riley M. Barnes é um diplomata norte‑americano com trajetória marcada pela mistura entre política externa, moralidade religiosa e defesa de valores ocidentais.
Embora seja tecnicamente um funcionário de carreira, sua atuação sempre esteve fortemente ligada a temas como liberdade religiosa, direitos humanos sob ótica cristã e democracia como missão civilizacional. Isso o colocaria no campo dos neoconservadores religiosos, que enxergam política externa como instrumento de correção moral do mundo.
Barnes trabalhou em áreas do Departamento de Estado que frequentemente são usadas como justificativa para pressão política: democracia, direitos humanos e liberdade religiosa. Esses setores, embora importantes, são historicamente instrumentalizados por governos dos EUA para missões diplomáticas com objetivos ideológicos.
Ele também atuou como speechwriter político, o que reforça seu perfil de formulador de narrativas e não apenas técnico.
Barnes é útil nesse tipo de operação porque sua atuação combina discurso moralista, defesa de valores cristãos e crítica a instituições civis que não se alinham à visão ideológica americana.
SAMUEL D. SAMSON
Samuel D. Samson é tido como mais explícito e radical que Barnes. Ele não é um diplomata tradicional: é um ativista ideológico que ganhou cargo dentro do Departamento de Estado. Sua formação em Hillsdale College (um centro intelectual conservador cristão) e sua atuação em organizações católicas tradicionalistas teriam moldaram um perfil profundamente religioso, moralista e politizado.
Samson defende conceitos como direitos naturais, civilização ocidental cristã, soberania nacional e combate ao globalismo. Ele é alinhado com a direita populista europeia e já se reuniu com figuras como Nigel Farage e representantes de governos ultraconservadores da Europa Central. Seu histórico incluiria viagens para denunciar supostas fraudes, violações de direitos e ameaças à democracia em países que ele considera ideologicamente desviados.
Ele não é um técnico em sistemas eleitorais. Ele é um militante político com cargo diplomático. Sua atuação costuma envolver a criação de narrativas, pressão ideológica e uso de relatórios de direitos humanos como arma política. Samson é o tipo de emissário enviado quando o objetivo não seria observar, mas sim gerar ruído, tensionar relações e alimentar discursos internos nos EUA.
Ele é útil para missões onde o objetivo é político, não técnico.
O Brasil negou o visto de ambos porque entende que não seriam observadores imparciais, cuja entrada no país poderia ser interpretada como tentativa de interferência direta no processo democrático.
Imprensa: se forem copiar, citem a fonte. Eu trabalho de graça. Pelo menos algum reconhecimento. Canso de ver o que levanto aqui antes, virando pauta para vocês. Tá?
@mafejardim Por conta de médicos assim q tive uma pneumonia e quase fui de arrasta. Pq minha ausculta e meu rx estavam limpos e só aparecia na TC. Agora imagina, se não tivesse tido a sorte de pegar uma médica empática e que me ouviu? Tinha ido de arrasta.