🤔 Se você pudesse jogar apenas UM lançamento de junho, qual escolheria?
Eu reuni os principais jogos que chegam neste mês em um vídeo novo no canal e tô curioso para saber qual deles está gerando mais expectativa na comunidade.
👉🏻 https://t.co/TPr5ftrOqk
Vou explicar como explicaria pra alguém que nunca trabalhou e não conhece o conceito de escala.
Maria trabalha na padaria na escala 4x3
Maria folga terça, quinta e domingo
Júlia tbm trabalha na mesma padaria
Mas Júlia folga segunda, quarta e sábado. Assim funciona um ESCALA
Medallion's humming... that can only mean one thing! It's time to announce The Witcher 3: Wild Hunt - Songs of the Past! ⚔️
This brand new expansion for The Witcher 3: Wild Hunt will take you to the Path with Geralt of Rivia once more. It’s being co-developed with @Fools_Theory and is coming to PC, Xbox Series X|S, and PlayStation 5 in 2027. Stay tuned for more information in late summer. ⏰
Toussaint, the land of love and wine 🍷
Join us on May 28th at 5 PM CEST for a special anniversary stream of The Witcher 3: Blood and Wine. Together with Kacper Niepokólczycki and Magdalena Zych, we’ll return once more to the land of knights, vineyards, and vampires!
Stream will be live on our YouTube and Twitch channels:
https://t.co/quOMcrdUKL
https://t.co/3BHtN7rchC
We’ll be waiting for you in Toussaint and in chat!
🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga.
O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção.
Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional.
O que restou dela foi a ruína.
A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico.
E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”.
Não como um show.
Mas como uma sessão espírita.
Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível.
E então a voz vem.
Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo.
As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído.
Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo.
E aí surge a frase:
“Stranger, remember me.”
Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém.
Um estranho.
Alguém que não a conheceu.
Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi.
Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir.
Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços.
“MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo.
E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso.
Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo.
Mas também é esperança.
A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute.
"MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.
ARTISTA! 🪦 Lady Gaga faz versão chocante do smash hit “Die With Smile”, com interpolação de “Nightcall” de Kavinsky com a brasileira Lovefoxxx, no “MAYHEM Requiem”.
y'all... recency bias aside, I think Mayhem might be Gaga's best era yet from start to finish and the fact that she's doing all these in a good mental headspace and great physical health?? solidifies it even more. argue with the wall.