Wagner Moura, milionário branco que mora nos EUA, foi a Salvador posar de revolucionário e dizer que “aqui a extrema-direita não se cria”. Só esqueceu de mencionar que a Bahia é governada pela esquerda há mais de 20 anos e virou o estado mais dominado por facções criminosas do Brasil.
Enquanto isso, quem segura o guarda-sol pra ele em pleno discurso é um homem negro. Se fosse alguém da direita, já estariam acusando de “racismo estrutural”. Mas como é ídolo da militância, vale a hipocrisia.