@belamova Ну Лоза, ну голова..Почему не протянули водопрОвод, гречко провод, путе-колбасо-провод, и т.д.Тогда Крым был бы всем полностью обеспечен👌..
Лучше б пел про свой плот до смерти, а про остальное молчал.
Глубокие размышления это не его! 🤣
11 июня 1937 были приговорены к расстрелу, а 12 июня по «делу Тухачевского» расстреляны, советские высшие офицеры: Тухачевский, Якир, Уборевич, Корк, Эйдеман, Путна, Фельдман, Примаков
Сталин был прекрасно знаком с необходимостью и пользе ротации, но в созданной им преступной античеловеческой системе она не могла быть другой по определению..
6 июня 1945 года вручение высшей награды Чехословакии – ордена «Белого льва» советским военачальникам.
Фото: Маршал Советского Союза Иван Конев, президент Чехословацкой Республики Эдвард Бенеш, генерал армии Андрей Еременко и маршал бронетанковых войск Павел Рыбалко, 1945 год, Чехословакия, г. Прага
Hayek nunca perdoou Friedmann
Milton Friedman carregou esse peso até o último dia. Não foi um erro qualquer. Foi o erro que ajudou a construir o Estado que ele passaria a combater pelo resto da vida.
Em 1943, em plena Segunda Guerra, o Tesouro americano precisava de dinheiro constante e previsível para financiar o esforço de guerra. Um jovem economista chamado Milton Friedman, trabalhando na divisão de pesquisa tributária, foi um o arquiteto do sistema de retenção na fonte.
A solução parecia genial na época: em vez de esperar o contribuinte pagar o imposto no final do ano ou em parcelas trimestrais, o governo passou a abocanhar sua parte direto no contracheque, antes mesmo que o salário chegasse às mãos do trabalhador.
Antes disso, a tributação tinha rosto. O americano comum sentava à mesa, pegava a caneta e escrevia um cheque real para o governo. Se ganhava 60 mil dólares por ano, via de fato os 75 mil que produzia e entregava 15 mil ao Tesouro em prestações visíveis. Cada aumento de imposto era sentido imediatamente no bolso. A dor era concreta. Os políticos viviam sob pressão constante para justificar cada dólar gasto, porque o eleitor sentia a extração em tempo real.
A retenção na fonte transformou essa perda concreta em uma abstração contábil. O governo virou um coletor de impostos não remunerado. O trabalhador recebe o holerite já “limpo”. O custo da máquina pública desaparece da percepção imediata. Pior: quando chega a hora da declaração e o governo devolve parte do que reteve a mais, milhões de pessoas comemoram o “reembolso” como se fosse um presente de generosidade estatal. Esquecem que é o próprio dinheiro delas, emprestado ao Tesouro sem juros durante o ano inteiro, enquanto o governo já gastou tudo.
Esse mecanismo anestesiou a principal força que, historicamente, limitava o crescimento do Estado: a dor da tributação. Quando o imposto não dói na hora de pagar, o eleitor para de cobrar. Daí florescem as distorções que você vê até hoje: gastos estapafurdios, subsídios bilionários para produzir, salários e privilégios para congressistas que mal aparecem no plenário. Quando a conta não chega de forma palpável, a festa dos gastos continua indefinidamente.
Friedman reconheceu o monstro que ajudara a criar. Em suas memórias, escreveu com sua honestidade habitual:
“Na época, concentrávamo-nos apenas no esforço de guerra. Não nos ocorreu que estávamos desenvolvendo a maquinaria que tornaria possível um governo que eu viria a criticar severamente por ser grande demais, intrusivo demais e destruidor da liberdade.”
E concluiu, com amargura:
“A estrada para o Leviatã está pavimentada de boas intenções.”
Ele passou a defender abertamente o fim da retenção na fonte em tempos de paz. Queria que os cidadãos sentissem o peso real dos impostos para que pudessem exercer controle efetivo sobre os gastos públicos. Queria que o custo da política voltasse a ser visível.
Foi exatamente isso que Hayek nunca perdoou.
Para o autor de O Caminho da Servidão, não existia justificativa, nem mesmo a guerra, para criar um mecanismo que tornasse o custo da coerção estatal invisível ao cidadão. Hayek entendia que a liberdade não sobrevive quando o Estado consegue extrair recursos sem que o contribuinte sinta a extração. A retenção na fonte não era apenas uma ferramenta técnica eficiente. Era a institucionalização da cegueira fiscal: o truque perfeito para que o governo cresça sem que ninguém sinta o corte.
Hoje o sistema está tão naturalizado que parece eterno. Mas a verdade permanece incômoda: enquanto o contribuinte não sentir na pele o que o Estado tira dele, a accountability vira ficção. Os políticos continuam gastando o que os eleitores não sentem que estão pagando. E o Leviatã segue crescendo, alimentado por uma anestesia que um dia foi vendida como medida temporária de guerra.
Friedman admitiu o erro. Hayek teve a lucidez de não perdoar. Resta saber se nós vamos continuar fingindo que o crime perfeito nunca aconteceu.
⚠️ГЛАВНЫЙ 🇺🇸АМЕРИКАНСКИЙ ИНВЕСТОР ПМЭФ ОКАЗАЛСЯ БЕЗРАБОТНЫМ ТУРИСТОМ😂
👇На ПМЭФ нашли того самого американца, чьё появление подавалось едва ли не как признак возвращения интереса США к российской экономике.
🤡Им оказался Фил Ричардс из Денвера — путешественник, который уже полгода ездит автостопом по Европе. Высшего образования у него нет, постоянной работы тоже не было больше десяти лет.‼️