Número de participantes na fase final do campeonato da Europa e Portugal apurado ou não:
1960: 4 ❌ 1964: 4 ❌ 1968: 4 ❌ 1972: 4 ❌ 1976: 4 ❌
1980: 8❌ 1984: 8 🇵🇹 1988: 8❌ 1992: 8❌
1996: 16 🇵🇹 2000: 16 🇵🇹 2004: 16 🇵🇹 2008: 16 🇵🇹 2012: 16 🇵🇹
2016: 24 🇵🇹 2020: 24 🇵🇹 2024: 24 🇵🇹
O fator foi este. Simples assim.
Não foi Cristiano Ronaldo.
Vídeo 5/5 - Debate Gabinete de André Ventura
Depois de Bruno Nunes declarar que "não há controlo nenhum" na Assembleia, Paulo Santos explica o que a investigação terá de apurar. A certeza já estava no estúdio; faltava saber se havia provas.
Quem entrou, como entrou e como saiu? O ex-inspetor admite que o processo possa ficar inconclusivo se não houver elementos suficientes. E lembra uma regra que resiste mal ao debate televisivo: as polícias não podem inventar.
No final, Bruno recupera a possibilidade de alguém ter preparado o cenário para prejudicar o Chega. Paulo Santos recorda que sempre deixou essa hipótese aberta.
Foi uma longa viagem para regressar ao ponto de partida. Ao menos, desta vez, os vestígios da conversa ficaram gravados.
(SIC Notícias, Edição da Noite, 28.09.2026)
Vídeo 4/5 - Debate Gabinete de André Ventura
A ouvir Bruno Nunes, entrar na Assembleia da República parece mais fácil do que conseguir uma resposta neste debate.
Alexandre Poço aponta uma tensão concreta: Bruno começa por declarar o caso do gabinete de Ventura gravíssimo, mas passa a compará-lo com outros furtos e episódios. Bruno responde que está a demonstrar a falta de segurança.
E é aqui que chega a mala: desafia a SIC a colocar uma câmara oculta na sua mala e garante que consegue fazer entrar qualquer pessoa na Assembleia. Acrescenta que toda a gente consegue entrar e que "não há controlo nenhum". Pela descrição, só falta a segurança pedir desculpa por estar à porta.
O tom desafiante e quase de demonstração prática merece atenção: se as falhas são assim tão absolutas, estamos perante uma denúncia de enorme gravidade. Mas Bruno apresenta-a como resposta às perguntas sobre este caso, quando ela não esclarece quem entrou, o que fez ou por que ficaram os objetos daquela maneira.
Aliás, antes tinha descrito portas fechadas pela GNR e reabertas pela equipa de limpeza. Isso não prova que a segurança seja eficaz, mas torna especialmente exagerada a passagem para "não há controlo nenhum".
Poço insiste na gravidade específica do sucedido e questiona a postura pública do Chega. Bruno insiste nos acessos.
A segurança da Assembleia merece explicações. Transformá-la no edifício mais desprotegido do país, por força de uma mala e de uma garantia televisiva, não substitui essas explicações.
(SIC Notícias, Edição da Noite, 28.09.2026)
Vídeo 3/5 - Debate Gabinete de André Ventura
Pedro Delgado Alves leva um calendário para a discussão dos documentos desaparecidos do gabinete de Ventura. É um inconveniente: as datas não mudam de assunto.
Segundo a cronologia que apresenta, o despacho sobre a REN é de julho, o anúncio público de agosto e o negócio concretiza-se em setembro. Se os documentos desapareceram no alegado assalto de julho, Ventura já os teria nessa altura.
E Pedro coloca a questão central: se Ventura já tinha documentos que levantavam suspeitas sobre o negócio, por que não os entregou ao Ministério Público? Por que não alertou quando o negócio foi anunciado ou concretizado?
A cronologia não prova uma encenação. Mas a pergunta exige uma explicação: o que sabia Ventura, desde quando e o que fez com essa informação?
Bruno Nunes responde que eram documentos que levantavam suspeitas e cuja veracidade precisava de ser verificada. É uma resposta a considerar. Depois, porém, a conversa passa por Sócrates e pelo telemóvel de António Costa.
O calendário ficou em cima da mesa. A resposta é que foi dar uma volta.
SIC Notícias, Edição da Noite, 28.09.2026)
Vídeo 2/5 - Debate Gabinete de André Ventura
Bruno Nunes é confrontado com a análise de Paulo Santos às imagens do gabinete de Ventura. Antes de discutir os vestígios, discute o inspetor. É mais fácil interrogar os papéis quando primeiro se desacredita quem os está a ler.
Começa com a boca dos Globos de Ouro e classifica a análise como tendenciosa. O foco passa dos argumentos para a credibilidade de quem os apresenta.
Depois invoca outros furtos e falhas de segurança na Assembleia. É um tema relevante, mas responde a outra pergunta: uma falha de segurança pode explicar como alguém entrou; não explica a disposição dos objetos que Paulo Santos está a analisar.
Quando Nelma insiste nesses elementos, Bruno passa para os quatro milhões e a CPI: porquê discutir isto quando há outros assuntos? A moderadora lembra que esses assuntos já foram discutidos. A pergunta original continua à espera de atendimento.
Há ainda uma troca reveladora: Bruno diz que os vestígios parecem encenados a quem considera que aquilo tem de ser encenado. Em vez de contrariar a observação, atribui uma conclusão prévia ao observador. Mas Paulo tinha apresentado uma hipótese e ressalvado que não atribuía a autoria ao Chega, ressalva que Bruno reconhece.
Paulo responde à provocação e regressa ao essencial: hipóteses, indícios e autoria por apurar.
O interesse deste vídeo está nesse movimento: questionar o interlocutor, mudar o plano da discussão e disputar a importância da pergunta, sem esclarecer os pormenores que a originaram.
Os papéis continuam no chão. Quem precisa de uma bússola é o debate.
(SIC Notícias, Edição da Noite, 28.09.2026)
Video 1/5 - Debate Gabinete de André Ventura
O gabinete de André Ventura apareceu revirado. Na SIC Notícias, discutiu-se o que aconteceu. Dividi o debate em cinco vídeos: os papéis estavam espalhados, mas não é obrigatório que a conversa também fique.
Primeiro, Paulo Santos, ex-inspetor da Polícia Juduciária, analisa os vestígios. Depois, Bruno Nunes do Chega contesta a análise e o inspetor responde. No terceiro, Pedro Delgado Alves do PS, traz as datas dos documentos da REN e perguntas sobre o Ministério Público. No quarto, Alexandre Poço do PSD, questiona os argumentos de Bruno, que nos apresenta uma Assembleia onde, pela descrição, entrar parece ser a parte fácil. No quinto, regressamos ao que a investigação pode, e não pode, concluir.
Cinco vídeos, portanto. Não prometo resolver o caso. Para já, vamos tentar que as respostas se encontrem com as perguntas.
E começamos pelo gabinete, onde até a desordem levanta suspeitas. É uma desordem com um problema de apresentação: Paulo Santos acha-a demasiado composta.
O ex-inspetor da PJ analisa os papéis no chão, a ausência aparente de pisadas e uma moldura que parece ter sido tratada com particular consideração. Levanta a hipótese de vestígios colocados, mas não atribui a autoria ao Chega. Admite até que alguém pudesse querer prejudicar o partido.
É uma análise, não uma sentença. Guardem esta distinção: no pr��ximo vídeo, vai ser preciso explicá-la várias vezes.
(SIC Notícias, Edição da Noite, 28.09.2026)
@AndreCVentura Mas está tudo bem????? O povo chegano não tem estudos suficientes para compreender uma analogia? Tem tudo de voltar para o ensino básico???
Helena Garrido e aquela coisa terrivelmente inconveniente para uma boa narrativa: ir comparar com as outras CPIs. 🫣
Ventura tem invocado Santa Casa, Efacec, BPN e BES para defender o âmbito da CPI a Luís Neves. Helena vai uma a uma: investigavam matérias delimitadas, gestão e tutela da Santa Casa, nacionalização e reprivatização da Efacec, processos concretos no BPN e no BES. Não eram uma comissão para investigar indiscriminadamente toda a actividade de uma determinada pessoa durante anos.
E deixa a frase que resume o problema: “O objecto de uma CPI tem de definir a investigação, não pode ser a investigação a criar o seu próprio objecto.” O Chega foi avisado precisamente sobre isso e, quando reformulou o requerimento, decidiu manter alguns dos pontos que Aguiar-Branco tinha considerado insuficientemente delimitados.
Comparar dá trabalho, eu sei. E tem o péssimo hábito de estragar slogans que estavam a funcionar tão bem. 😌
(Rádio Observador, E o Vencedor é..., 16.09.2026)
Primeira parte sem golos mas com um craque em destaque.
• Aos 6 minutos, com um golpe de vista este craque viu uma simulação clara de Maxi Araújo na área;
• aos 25 minutos faz uma finta de olhos ao Flávio Gonçalves ao atribuir-lhe uma mão que era de Suarez. Ficou portanto com três mãos e o colombiano apenas uma. Ainda bem que não é guarda redes.
• Aos 28 mais um lance só ao nível de um cracalhão, aqui Godinho corta uma jogada de perigo do Sporting ao colocar-se no caminho de uma bola que isolava Luís Suárez.
Em grande forma.
Promete continuar a dar tudo na 2a parte!
@radarleonino Faltou a expulsão do Gil Dias. Duplo amarelo. Amarelo pela falta sobre o miúdo e o segundo por lhe por a mão no pescoço. Mas está tudo bem. Hoje teremos de ser enormes para levar os três pontos....
Eles dizem que não há toque no Inácio. Que é um escândalo! O Manto Verde está de volta.
Manipulação da verdade, Hipócritas, Avençados ou Idiotas Úteis? É escolher.
#Sporting
Got rid of Garnacho.
Got rid of Antony.
Sent Rashford and Sancho on loan
Got rid of Højlund.
Sent Onana on loan
Signed Matheus Cunha.
Signed Bryan Mbeumo.
Signed Benjamin Šeško.
Unlocked the best version of Amad Diallo.
Called out Jason Wilcox.
Called out the board.
Destroyed player power.
Raised standards.
Ruben Amorim didn’t inherit a project.
He walked into a mess and rebuilt Manchester United with his bare hands.
I bow to the grind🙇🏽
A Galp era pública: preços regulados, abastecimento por funcionários, lucros e impostos ficavam em Portugal.
Privatizada: preços liberalizados mais caros, self-service, lucros e parte dos impostos vão para o estrangeiro. O Estado compensa perda com IVA e ISP, nós pagamos tudo.