Pela primeira vez na história, o Brasil alcança o patamar mais elevado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM). O IDHM avalia o bem-estar de uma população numa escala que varia de 0 a 1. Um país é classificado no patamar de Muito Alto Desenvolvimento Humano quando seu índice atinge ou supera 0,800. E foi esta a barreira que ultrapassamos. Chegamos a 0,805 em 2024.
Os dados são do Radar IDHM, divulgados nesta terça pelo PNUD (órgão da ONU), IBGE e Fundação João Pinheiro. Um resultado que não é coincidência, mas reflexo de escolhas políticas consistentes e coordenadas, com impacto direto nos indicadores de educação, longevidade e renda mapeados pelo IDHM. O maior destaque no período foi a educação, que saltou de 0,679 para 0,798 desde 2012.
Outro avanço significativo veio na redução da desigualdade racial: o IDHM da população negra cresceu 10,3% entre 2012 e 2024, quase o dobro da população branca (5,5%), que partia de patamar mais alto. Merece destaque também o aumento dos níveis de desenvolvimento nos estados do Norte e Nordeste, com crescimento relativo acima da média nacional.
Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, com desigualdades regionais, de gênero e de raça que precisam ser superadas. O resultado já alcançado mostra que estamos no caminho certo.
🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”.
Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
Falta d’água, água suja, aumento das reclamações e das tarifas. E agora, uma tragédia.
A privatização da Sabesp só foi boa para quem comprou a empresa. Para a população, ficou o prejuízo.
As reclamações contra a empresa subiram 70%. Enquanto isso, o lucro da Sabesp cresceu mais de 30%.
Os paulistas merecem respeito, segurança e acesso digno à água. Esperamos que, diante dessa tragédia, o governo trate o patrimônio público e a vida da população com mais responsabilidade.
Nós acreditamos na educação, e mostramos isso de forma concreta.
ProUni, Proinfância, Institutos Federais, expansão das universidades federais e muito mais. Milhões de jovens na universidade. Milhões de crianças em creches. Milhões de estudantes no ensino técnico.
Do outro lado, o que vimos foi desprezo: diploma sendo chamado de irrelevante e ensino público sendo atacado.
A diferença é clara. Educação, pra nós, não é discurso. É compromisso.
No governo Bolsonaro, quem ganhava R$ 2 mil por mês já pagava imposto de renda. Nós corrigimos isso. Com a gente, quem ganha até R$ 5 mil não paga nada.
Quem vai pagar mais é quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano e praticamente não pagava nada. Menos do que um professor ou um policial.
Vi que o Flávio Bolsonaro anda espalhando desinformação sobre isso, mas é porque ele quer proteger os super-ricos.
Absurdo não é cobrar de quem ganha muito. Absurdo é trabalhador pagar mais do que bilionário.
Para as mulheres, todo dia é um dia de luta. Por isso, é preciso avançar no fim da escala 6x1, que obriga a pessoa a trabalhar por 6 dias por semana e ter só um dia de folga. Essa é uma pauta da mulher brasileira.
🎥 @ricardostuckert