🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥
CNN: “Este é um imigrante sem documentos...”
Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?”
CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...”
Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles não são ‘imigrantes sem documentos’.”
CNN: “Stephen, estamos tentando humanizar o debate...”
Miller: “Humanizar? Então vamos humanizar o Código Penal também. O assaltante de banco passa a ser ‘especialista em retirada sem agendamento prévio’. O estelionatário vira ‘empreendedor de narrativas financeiras alternativas’. O cara que entra na sua casa sem convite é só um ‘visitante com documentação pendente’. Que tal?”
CNN: “Isso é uma analogia grosseira.”
Miller: “Grosseira é fingir que a lei federal some porque a redação da CNN inventou um eufemismo mais fofo. ‘Sem documentos’ soa como alguém que esqueceu a carteira no Uber. Não. É alguém que cruzou a fronteira sem autorização, ficou, e agora a imprensa trata o estatuto jurídico como se fosse uma questão de estilo de escrita.”
CNN: “Mas muitos contribuem para a economia...”
Miller: “Ah, o argumento clássico: o crime deixa de ser crime se a pessoa lava prato ou constrói telhado. Pelo mesmo critério, o contrabandista de cigarro também ‘contribui’, gera emprego no transporte. Quer que a gente chame ele de ‘empreendedor logístico informal’? A CNN topa?”
CNN: “Você está polarizando.”
Miller: “Não. Eu estou recusando o dicionário de marketing. Vocês mudam a palavra, depois acusam quem usa o termo legal de ser ‘desumano’. É o truque mais velho do livro: primeiro suaviza o vocabulário, depois declara vitória moral. Os Estados Unidos já cansaram desse teatro. Chamem o que é. Ou admitam que o objetivo nunca foi clareza — foi controle da narrativa.”
A expressão "Primeiro estranha-se, depois entranha-se" já ouviste certamente falar, mas sabes de onde vem?
Em 1927, a Coca-Cola, essa bebida que já fazia furor pelo mundo fora, decidiu que estava na hora de conquistar o paladar dos portugueses. E quem é que foram chamar para dar uma ajudinha? Nada mais, nada menos que o nosso grande Fernando Pessoa. Sim, senhor, o poeta dos heterónimos, das odes e das mil reflexões.
Pessoa criou então um slogan que ficou para a história: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se." Genial, não é? Captava aquela ideia de que, ao início, a Coca-Cola podia parecer uma coisa esquisita, mas que com o tempo... bem, aquilo entrava-nos nas veias como se fosse indispensável.
Ora o Estado Novo, sempre muito zeloso com a moral e os bons costumes, resolveu embirrar com a Coca-Cola. Por quê? Ora, porque o nome tinha "coca".
Achavam que a bebida podia "induzir ao vício" (estavam certíssimos, mas so anos mais tarde é que se veio a descobrir). E para ajudar à festa, o slogan de Pessoa, sem querer, atirou gasolina para a fogueira. Primeiro estranha-se? Depois entranha-se? Na cabeça deles, era a prova ultima de que aquilo era perigoso! E pronto, a Coca-Cola foi banida de Portugal.
Só em 1977, já depois do 25 de Abril, é que o "grande dia" chegou e a Coca-Cola começou a ser vendida num café da Baixa de Lisboa e se espalhou pelo país inteiro. Foram precisos uns bons 50 anos para passarmos do "estranhar" ao "entranhar"…
O que aconteceu com Jordan Peterson?
Ele construiu a própria voz dizendo algo que ninguém quer ouvir, mas todo mundo precisa: encare o caos, assuma responsabilidade, ponha a vida em ordem. Um manual de sobrevivência. Funcionou para milhões, até o dia em que deixou de funcionar para ele.
Em 2019, a conta começou a chegar. Pressão absurda, agenda impossível, a mulher lutando contra um câncer agressivo. No meio disso, um remédio prescrito para segurar a ansiedade, benzodiazepínico. Aquela ajudinha química que acalma hoje e cobra amanhã. O organismo cobrou. Alto.
A tentativa de parar detonou uma crise neurológica brutal, com um colapso físico. O homem que explicava o sofrimento mergulhou nele de cabeça. Foi para a Rússia, submeter-se a coma induzido na tentativa de um " rset" do sistema nervoso. Meses para reaprender o básico. Aquela história de “arrume seu quarto” ganhou outra dimensão.
Entre 2020 e 2022, reapareceu mais lento, mais cuidadoso. Reconstruiu a presença, escreveu, falou, retomou o jogo. Parecia uma volta por cima. Mas o corpo não negocia.
Em 2025, um episódio banal. Mofo invisível ao limpar uma casa o levou a uma síndrome inflamatória grave, que virou pneumonia, depois sepse. UTI, silêncio, semanas sem conseguir falar com a própria família. Quase morte, literalmente.
Hoje, Peterson segue em recuperação. Continua produzindo, continua falando, mas com outro ritmo. Outro peso. Outra consciência.
A história de Jordan Peterson é sobre limites. Sobre o ponto em que a ideia mais bem construída bate na parede da biologia. Não adianta ter o mapa perfeito se o motor falha.
Peterson passou anos dizendo que carregar o peso da existência dá sentido à vida. A realidade respondeu com um peso bruto, sem sentido, sem metáfora, sem lição pronta.
Ele não saiu ileso, mas saiu vivo. Sorte nossa.
O mundo não precisa só de quem explica o sofrimento, precisa de quem continua falando apesar dele.
Força, @jordanbpeterson
CANCER HAS BEEN CURED
Ivermectin & Fenbendazole cure cancer.
Pass it on.
BREAKING NEWS: First-in-the-World Ivermectin, Mebendazole and Fenbendazole Protocol in Cancer has been peer-reviewed and published on Sep.19, 2024!
The future of Cancer Treatment starts NOW.
My thanks to lead authors Ilyes Baghli and Pierrick Martinez for their incredible inspired work, FLCCC’s Dr.Paul Marik for his extensive work on repurposed drugs and every co-author who worked hard to bring this paper to life.
I hope that this peer-reviewed paper lays the groundwork for a brand new future for Cancer Treatment.
Many of you know that I have been helping thousands of Cancer patients with high dose Ivermectin, Mebendazole, and Fenbendazole
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