O cara de picareta, com o título de pastor, bota um nome em hebraico, Shekinah Church, e escraviza pobres do Maranhão, para cuidar de seus cavalos e saciar suas vontades de maníaco.
Gente, essas igrejas estão causando muito mal ao Brasil!
aterrorizado com esse caso na minha cidade
o cara invadiu o apartamento do andar de baixo pela janela do banheiro e ficou observando o casal dormir
quando o casal acordou com os latidos do cachorro e viram o safado ele se trancou no banheiro e fugiu do mesmo jeito que entrou
um país? Paraguai
um produto? Detergente Ype
um político? Nikolas Ferreira
um investimento? Estudio Airbnb
um presidente? Trump
um influencer? Jojo Todinho
um país? Estados Unidos
uma praia? Balneário Camboriú
uma fonte de notícias? Alfinetei
um prato? Carne de burro
CINEMA! 🚨A Queda do Céu é um filme baseado no livro homônimo de Davi Kopenawa Yanomami, xamã e um dos líderes do povo Yanomami 🎬
Logo na primeira cena somos lançados à inversão sensorial do tempo.
É preciso respirar.
O vento é elemento principal desta narrativa: das nuvens e folhas que balançam, às penas no topo das cabeças e cantos de celebração, simbolismos frequentemente esquecidos por nossa vida desconectada, a árvore central da vista da aldeia da Serra dos Ventos é uma das protagonistas que balança sobre a montanha durante o longa.
Depois da introdução de todos que colaboram com a produção, acompanhamos em tempo real o caminhar dos Yanomami, entoando seus cantos pelo solo aberto por garimpeiros na floresta.
O caminho desprotegido marca o início da jornada da festa reahu, em direção à aldeia Watoriki (Serra dos Ventos), de encontro ao rio Ananari u, local onde festejam a morte do sogro xamã de Davi Kopenawa, que aparece ao fim da longuíssima cena com uma espingarda desarmada pendendo no ombro.
Desde o início da jornada, entre os cantos orgânicos e sons naturais, somos surpreendidos por sonoridades estáticas, longínquas e perversas.
As aldeias se comunicam com um rádio antigo sobre os caminhos que trilham, sobre onde estão, sobre os garimpeiros que se aproximam, deixando pelo caminho as notícias que se seguem: pequenas medidas de proteção ao paradeiro da população.
Além de informações sobre a saúde da comida que carregam, quantidade e remédios.
O mesmo arrepio me aconteceu ao escutar o canto das mulheres Yanomami durante a noite (dia) na sala de cinema. Entendi o que estava assistindo, e me deixei levar pelo ensinamento que riscava minhas retinas, ouvidos e pele, me tornando cada vez mais atenta à língua que faz parte de lugares que desconheço e que tem muito a me ensinar, pois as entendo muito bem.
As imagens, deslumbrantes, são acompanhadas da denúncia necessária.
Com lanças apontadas ao céu, os xamãs seguram o ser maior que nós, e deixam muito claro que caso venham a desaparecer, o céu desabará sobre as capitais.
Leia a crítica completa:
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Valorizar quem faz a cidade acontecer todos os dias é um compromisso humano, antes de tudo. Meu respeito profundo e trabalho constante para que mais oportunidades cheguem a todas e todos os capixabas.