@imdancm@EsTendenciaEnX He’s a violent man with violent urges and looks for any excuse to unleash them, he saw someone vulnerable and alone and took the chance.
@brainlarper@aespinksnsd “Igualmente” “patético?” Olha as palavras que você utiliza.
Matar e estuprar mulheres é abominável e não se compara a falar “odeio homens” na internet.
Ask a woman why she hates men, she'll tell you a horrifying story involving violence, abuse, and harassment.
Ask a man why he hates women, he'll complain about feminists on TikTok, gold diggers, and a girl who once friend-zoned him and wouldn't date him.
literally having a femicide photoshoot when you know people (rightfully) hate you for being a sex buyer and even visiting a brothel that was busted for “employing” minors… fucking demonic
TRAs: “You’re conflating sex with gender! They’re not the same!”
Also TRAs: “so I’m transitioning from male to female. Trans women are biologically female and they also have female brains too!!”
@Di6Moder@20dollarbucks Women are not the ones killing and beating males who think they’re women.
TIMs are so oppressed by us that when they go to women’s prison they rape and sexually abuse the women there.
It’s men.
@ieirifan@nyulosmorcica You’re not gay or lesbian anymore, you’re a genitalist, cause a “real” gay and lesbian includes everyone who says they’re a woman, even a 1.8 full bearded dude.
"Women have always had equal rights." Meanwhile — when anesthesia was first invented, doctors weren't allowed to give it to women in labor because the church declared that the pain of childbirth was God's punishment for sleeping with men. Let that sit for a second.
O TSE deixou de registrar “sexo”. E isso mudou as estatísticas.
A MATRIA acaba de lançar uma Nota Técnica demonstrando como a escolha de considerar o “gênero” dos candidatos e não seu sexo muda concretamente quem aparece nas estatísticas eleitorais como mulher.
Até 2018, o Requerimento de Registro de Candidato perguntava o sexo de cada candidato. Em 2020, o formulário substituiu esse campo por “gênero” e, em 2024, acrescentou pergunta sobre “identidade de gênero”.
Essa mudança ocorreu na esteira da alteração do TSE sobre a Lei das Eleições: apesar da Lei destinar a cota mínima de 30% das candidaturas para “cada sexo", o órgão decidiu que a aplicação passaria a se dar por “identidade de gênero” autodeclarada.
Desde 2020, portanto, o TSE não coleta mais dados sobre o sexo dos candidatos. Isso já seria grave o suficiente, por interromper a série histórica de estatísticas por sexo.
No entanto, a situação é ainda mais preocupante: as consultas atualmente disponíveis no site do TSE apresentam apenas as categorias “gênero” e “identidade de gênero”, mesmo para as eleições anteriores a 2020.
A variável “sexo” desapareceu, mesmo para as décadas durante as quais foi coletada. O órgão parece ter alterado os dados retroativamente, renomeando a categoria “sexo” como “gênero".
Dado que estas não são categorias intercambiáveis, trata-se de uma alteração grave.
O que o TSE fez foi perguntar “A” aos candidatos e, em seguida, apresentar as resposta à pergunta “A” como se fossem respostas a uma pergunta “B”.
O impacto imediato destas mudanças é a alteração de quem o TSE está considerando dentro da categoria “mulher" ao redefini-la como um “gênero”.
Dado que a variável "identidade de gênero” só foi coletada a partir de 2024, comparamos os perfis de candidaturas nas eleições de 2024 e 2026 a partir do “gênero” informado ao TSE e do seu sexo.
Para isso, reconstruímos a variável “sexo” cruzando as declarações “identidade de gênero” com o “gênero” informado: presumimos assim que uma pessoa que declarou ter uma “identidade de gênero trans” e informou um “gênero feminino” é uma pessoa do sexo masculino.
A representatividade dos candidatos do sexo masculino se manteve estável entre 2024 e 2026, tanto no universo geral de candidatos como entre aqueles que declararam uma “identidade de gênero cis” (em torno de 65%).
Dentro do universo de candidatos que declararam uma “identidade de gênero trans”, no entanto, a situação é bem diferente:
- neste grupo, a proporção de pessoas do sexo masculino é maior do que nos demais grupos;
- essa proporção está em alta, passando de 77% em 2024 para 88,79% em 2026.
É exclusivamente no grupo de mulheres que está aumentando a participação de pessoas do sexo masculino.
Por quê? Porque no Brasil homens podem se autodeclarar mulheres e concorrer em cotas eleitorais reservadas a mulheres, receberendo recursos
do fundo partidário obrigatoriamente destinado a mulheres.
Pela lente do TSE, no entanto, esses dados são celebrados como um aumento de “candidatas do gênero feminino”.
Pode-se argumentar que o número de pessoas do sexo masculino incluídas na categoria “gênero feminino” é pequeno. No entanto:
- Existe uma política afirmativa atrelada à categoria feminina e ela foi criada para o sexo feminino;
- A inclusão de pessoas do sexo masculino na categoria feminina afeta as estatísticas e impede a mensuração da efetividade desta ação afirmativa;
- O número absoluto pode ser pequeno, mas proporção de candidaturas do sexo masculino classificadas como mulheres quintuplicou entre 2024
e 2026.
Essa tendência de crescimento não existe nas candidaturas de pessoas trans do sexo feminino, cuja participação aumentou de 0,04% em 2024 para 0,09% das candidaturas do “gênero masculino” em 2026.
Não há uma tendência geral de aumento nas candidaturas trans, mas sim um aumento de pessoas do sexo masculino se candidatando como mulheres.
Em junho deste ano, a MATRIA ingressou com uma Arguição de descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1339 junto ao STF, defendendo que a Lei das Eleições seja respeitada e as cotas eleitorais voltem a ser por sexo e não por “gênero”.
Nosso pedido de medida cautelar, para que o critério do sexo já fosse respeitado nas Eleições de 2026, enquanto não houvesse julgamento de mérito, não foi apreciado.
Portanto, nestas eleições, mais uma vez, as candidaturas foram classificadas conforme autodeclaração de gênero.
Como demonstram os dados que analisamos, isso significa uma total distorção da Lei das Eleições, pois permite que pessoas do sexo masculino se beneficiem de uma política afirmativa criada para enfrentar desigualdades na participação política que decorrem, em especial, de processos como gravidez e amamentação e da divisão sexual do trabalho doméstico e de cuidado, que recai sobre as mulheres.
Leia o Relatório completo no nosso site:
https://t.co/44bQtW3okr