Voltando só pra reclamar
Não aguento mais conteúdo feito por IA, e o que mais me surpreende é quem posta não percebe quão tosco fica
"aahhh... mas dá resultado"
Que resultado?
Pensando: "Estou sem nada para fazer. Por que não faço um mestrado e doutorado?"
Registrando esse pensando em um lugar público para deixar claro que ele não têm sentido nenhum
O que mais me chamou a atenção no discurso do Ed Motta não foi nem a opinião agressiva, arrogante e pouco inteligente “quem houve hip-hop é burro”.
O que mais me chamou a aten��ão foi o uso da palavra “mas”, depois de se afirmar que preto.
A velha justificativa que acompanha a vida de pessoas pretas. “Ele era funkeiro, mas era pai de família”
Ed Motta é preto, mas usa sua posição pra venerar a música clássica branca e a música preta hoje tomada e domesticada pela branquitude, o jazz.
Em pleno dia dos namorados vejo uma arrogância e agressividade que leio como um sintoma de uma vida afetiva que não anda bem.
Ed, vá foder!
Referências Bibliográficas:
“PELES NEGRAS MÁSCARAS BRANCAS” de Frantz Fanon
“A MÚSICA NO SEU CÉREBRO” de Daniel Levitin
Consulta dos verbetes “sofisticado”, “sofisma” e “mas” do Dicionário Houaiss.
Arquivo Audiovisual da Semana Funk-Se Rio, Don Filó + Ed Motta (1987), enviada pelo @severoidd
Ressuscitei Rammstein hoje de novo. Parei de ouvir quando descobri o quão otários são.
Problema é que é bom demais 🥲
Esquema é fazer que nem se faz com a Rowling, separa o autor da obra e manda bala