Quando eu tô brava com alguém eu pareço ser formada em letras, uma pontuação corretíssima e um vocabulário muito rico kkkkkk que eu jamais falaria em situações normais.
“Tô conversando com a tua ex, tem problema?”
Meu amor minha ex vc pode até comer na minha frente que eu tô cagando. Só não mexe com aquela que foi meu quase algo, pq aí o ponto é fraco e dói 😪😮💨
Sempre tento pensar que foi livramento, mas era uma pessoa que eu admirava respeitava tinha amor chamava de irmã. E por uma pessoa que tava se sentindo rejeitada, amargurada. Preferiu acreditar nisso pelo tempo de amizade talvez mas que tivesse me perguntado.
E essa foi a primeira e única vez que eu toquei nesse assunto mesmo já tendo se passado MUITO tempo… e toquei porque querendo ou não é algo que ainda me dói, me machuca. Eu confiei cegamente na amizade da bonita e ela não me deu nem o benefício da dúvida.
E essa é a parte mais repugnante de todas: não ter sido julgada pelo q fiz, mas pela versão q alguém inventou sobre mim e ver pessoas q um dia receberam minha amizade escolherem acreditar nela sem sequer terem a coragem de olhar nos meus olhos e perguntar se era verdade.
É difícil não sentir desprezo por quem julga com tanta facilidade e investiga com tanta preguiça. Porque acreditar cegamente em uma narrativa é uma escolha; afastar alguém sem sequer lhe conceder o direito de falar também é.
E talvez seja ainda mais repugnante perceber quantas pessoas se deixaram conduzir por mentiras, distorções e versões cuidadosamente construídas, pessoas a quem ofereci minha mão, minha amizade e, acima de tudo, a possibilidade de conhecerem a verdade.