“Devemos proclamar com humildade, mas sem complexos, nossa Páscoa e esperança escatológica. E precisamos torná-la confiável aqui e agora. Porque esperamos, agimos. O tempo e a história são o espaço sacramental da esperança”.
Pedro Casaldaliga
🚨ATENÇÃO | Empresária bolsonarista sobre a lei trabalhista que Flavio Bolsonaro vai colocar no lugar da CLT:
💬 “É 7x0! Questão de férias, 13º, o empresário não tem, por que a pessoa precisa? Já vai ser votado em janeiro, a gente tem maioria no Congresso”
Polícia investiga - Um incêndio que durou nove horas destruiu laboratórios da Universidade Federal de Pernambuco. O prejuízo é de mais de R$ 100 milhões.
O fogo destruiu o prédio da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo, que reunia vários laboratórios nas áreas de farmácia, tecnologia e educação física. São centenas de pesquisas, muitas iniciadas há décadas. O incêndio começou na quarta-feira (7) à noite, por volta das 20h.
Policiais federais chegaram ainda pela manhã, mas não conseguiram entrar no prédio porque continuava muito quente lá dentro. Os peritos subiram um drone e usaram um robô para ter acesso a algumas imagens. A PF anunciou que vai abrir um inquérito para investigar a causa do incêndio e se ele pode ter sido criminoso.
Esse foi o terceiro incêndio - todos sem vítimas - em uma semana em prédios da UFPE. No último domingo (4), um dos laboratórios do Centro de Biociências pegou fogo. Na semana passada, dia 30 de setembro, um incêndio atingiu o Departamento de Física. Segundo a universidade, as causas desses dois incêndios já foram identificadas. O de quarta-feira (7) foi o de maior proporção.
Veja mais no #g1.
#notícias #incêndio #universidadefederaldepernambuco #investigação
Já recrutei 1,5 milhões de pessoas para um canal no WhatsApp. Essa é a ÚNICA forma de furar a bolha, já que a meta só entrega organicamente conteúdo da direita. Só nas últimas 24 horas foram quase 1 milhão de denúncias pra derrubar o canal, sob a alegação que estou divulgando fake News. Ocorre que o canal ainda não foi utilizado pra postar nenhuma notícia, já que ainda estou na fase de mobilização. Eles estão desesperados porque ganharam a eleição na internet e se eu chegar em um canal de 3 milhões eu viro a eleição pro Lula. Viro porque não são apenas números: são pessoas mobilizadas e eu sei comandar a estratégia e vou provar isso nessas eleições mais uma vez , igual fiz em 2022.
Eu só preciso que vocês entrem lá e confiem em mim, eu sei o que tô fazendo . O nome do canal é “Exército do Lula. Vou colocar nos comentários!
A derrota deles é inevitável,e eles começarão a entender isso nos próximos dias ! Salvem esse tuíte e me cobrem!
Quem viver, verá! 👍
A agonia da Volta Grande do Xingu parece não ter fim. Há mais de dez dias, cerca de 100 indígenas (das etnias Juruna, Xikrin e Arara) ocupam a sede da Funai em Altamira (PA). Liderada pelo Movimento de Mulheres Indígenas do Médio-Xingu, a mobilização exige a suspensão imediata do projeto "Volta Grande", da mineradora canadense Belo Sun.
⚠️ Impactos Cumulativos: Belo Monte e Belo Sun
A região já sofre um colapso hídrico e ecológico provocado pela hidrelétrica de Belo Monte. O desvio do rio reduziu drasticamente a vazão da água, inviabilizando a piracema (reprodução dos peixes) e a segurança alimentar das comunidades.
Agora, no mesmo ecossistema fraturado, a Belo Sun planeja instalar a maior mina de ouro a céu aberto do Brasil. A principal denúncia das lideranças é o risco iminente de contaminação do Rio Xingu por metais pesados e produtos químicos, já que a bacia de rejeitos do projeto ficaria a poucos quilômetros do rio.
⚖️ Violação de Direitos Territoriais
As comunidades denunciam que o licenciamento avançou sem a realização da Consulta Prévia, Livre e Informada, um direito garantido pela Convenção 169 da OIT. O Ministério Público Federal (MPF) já recorreu à Justiça pedindo a suspensão imediata da licença, alertando para o risco de danos socioculturais e ambientais irreversíveis.
O movimento condiciona a desocupação do prédio não apenas à paralisação do projeto minerário, mas também à nomeação de um representante indígena para a coordenação regional da Funai, garantindo que o órgão cumpra seu papel primário de defesa territorial dos povos originários.
Fonte: Brasil de Fato
#xingu #povosindigenas #belosun #mineracao #amazonia
Governo federal revogou Decreto 12.600/2025 que previa concessão de hidrovias na Amazônia após mais de 30 dias de mobilização indígena. Anúncio foi feito pelo ministro Guilherme Boulos e ministra Sônia Guajajara em 23 de fevereiro. Decreto incluía mais de 3 mil quilômetros de trechos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização.
Desde 22 de janeiro, povos indígenas ocupavam terminal portuário da multinacional Cargill em Santarém (PA).
Movimento reuniu cerca de 1.200 pessoas de 14 povos do Baixo e Médio Tapajós, além de lideranças Kayapó, Panará e Munduruku. Em 19 de fevereiro, 400 indígenas realizaram barqueata no rio e ocuparam balsa de grãos da Cargill.
Principal reivindicação era revogação do decreto e denúncia de ausência de consulta livre, prévia e informada, direito garantido pela Convenção 169 da OIT. Organizações indígenas afirmaram que projeto poderia impactar territórios tradicionais, modos de vida e equilíbrio ambiental da região, especialmente com ampliação da navegação de grande escala para escoamento de grãos.
Lideranças indígenas denunciaram que hidrovias estão diretamente ligadas à expansão do agronegócio, especialmente soja, transformando Tapajós em corredor de exportação conectado a projetos como Ferrogrão. Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns celebrou vitória, afirmando que conquista é fruto da força coletiva.
Em novembro de 2025, durante COP30 em Belém, governo já havia se comprometido a realizar consulta prévia aos povos do Tapajós. No início de fevereiro, governo suspendeu processo de dragagem do Rio Tapajós como gesto de negociação.
Cerca de 7 mil indígenas de 14 etnias diferentes vivem no Baixo Tapajós. Mobilização evidencia força da resistência indígena e centralidade da consulta prévia em projetos que afetam comunidades tradicionais.
Fonte: Folha de São Paulo
A revogação anunciada após mobilização indígena em Brasília reforça a força da articulação coletiva entre territórios historicamente invisibilizados. A decisão, construída a partir de semanas de pressão social, evidencia como a organização popular segue sendo um instrumento…
🏹 VITÓRIA! A mobilização indígena deu certo. Após se reunir com representantes de povos originários das regiões dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira, o ministro Guilherme Boulos anunciou a revogação do Decreto que privatiza rios da Amazônia.
https://t.co/RNIm4U30Ov
VITÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS!
O decreto nº 12.600/2025 foi revogado graças à mobilização e luta coletiva dos povos indígenas do Baixo Tapajós e de todos que uniram suas vozes em defesa dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira.
REVOGADO! Depois de mais de um mês da ocupação do movimento indígena do Baixo Tapajós na sede da Cargill, o decreto 12.600, que privatizava rios em benefício do agronegócio, finalmente foi revogado. Essa é uma vitória de quem defende o meio ambiente e os direitos dos povos originários.
Estive em Santarém para apoiar o movimento e na Câmara apresentei projeto pela revogação. Orgulho de estar do lado certo dessa luta. Só a luta muda a vida!
🦜🚨 ¡Indignante! 27 loros silvestres, víctimas del tráfico ilegal
Nuestros uniformados rescataron 27 loros, arrancados de su hábitat y convertidos en mercancía.
🌿 Denunciar este delito es salvar vidas y defender nuestros ecosistemas.
Vitória gigante dos povos indígenas do Oeste do Pará! Revogação do decreto que privatizava 3 rios amazônicos e autorizava a empresa Cargill a dragar as águas para “escoar” produção.
Hoje o Tapajós corre livre porque seus povos nunca se renderam!
🚨 VITÓRIA HISTÓRICA: O Decreto 12.600 CAIU! 💧✊
Após mais de 30 dias de ocupação e muita pressão dos povos indígenas e movimentos sociais, o Governo Federal finalmente revogou o Decreto 12.600.
Para quem não acompanhou: esse decreto ameaçava privatizar as hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins para beneficiar o agronegócio e a mineração. A medida previa obras pesadas que destruiriam a biodiversidade e os territórios tradicionais — tudo isso sem a consulta prévia garantida por lei.
Mas a força da mobilização no porto de Santarém (PA) provou que os rios não são mercadoria! O movimento não aceitou suspensões temporárias, exigiu a anulação total e venceu.
🗣️ Assista ao vídeo para entender os detalhes e me conte nos comentários: o que você achou da força dessa mobilização? Não esquece de compartilhar para espalhar essa notícia boa!
E vamos a luta pelo Maranhão, defender os Babaçus e contra a Guerra Química contra os pequenos produtores rurais, que estão sufocando pelo grande agro!
#decreto12600 #amazonia #povosindigenas #tapajos #meioambiente
Canceladas as hidrovias de soja da Cargill. Uma derrota da cobiça estrangeira e dos interesses gringos sobre a nossa Amazônia.
Verdadeiro exercício de soberania nacional.
Vitória dos povos indígenas do Brasil.