Os nossos jogadores colocam até a responsabilidade de um CHUTE na conta de Deus.
Enquanto isso, o Yamal confrontando a geração francesa inteira sozinho.
O maior artilheiro da história da Seleção Brasileira perdendo tempo pra provocar o goleiro da Noruega ao marcar um gol de penalti irrelevante nos acrescimos de uma eliminacão nas oitavas, um dos momentos mais patéticos já vividos por essa camisa
@ESPNDeportes Yo no soy corintiano pero es por lejos la mejor hinchada del mundo. La passion, la gana, incredible, ellos son fanaticos. Y la equipo del professor diniz, magia pura, le gustan mucho el balon mamma mia
Olha, a gente precisa parar de encarar o ataque a infraestruturas críticas apenas como uma explosão em refinaria ou um hacker derrubando a rede elétrica. Existe uma forma de sabotagem muito mais sutil e institucional que passa pelo Judiciário: o lawfare. Quando o Direito é usado como arma de guerra para desarticular setores estratégicos, o prejuízo à soberania é permanente. O caso da Lava Jato é o exemplo mais nítido disso, pois, a pretexto de combater a corrupção, acabou destruindo o nosso parque industrial naval. Isso não foi só um baque econômico; foi um golpe direto no Programa Nuclear Brasileiro, especialmente no desenvolvimento dos nossos submarinos de propulsão nuclear, que dependiam daquela estrutura técnica e fabril para avançar.
O que os operadores do Direito precisam entender é que as decisões tomadas em processos judiciais não acontecem no vácuo. Se a punição ignora a sobrevivência das empresas e da tecnologia nacional, ela acaba funcionando como uma ferramenta de interdição do nosso futuro. É um erro estratégico tratar projetos de Estado, como o PROSUB, como meros detalhes processuais. No fim das contas, de nada adianta "limpar" o sistema se, no caminho, a gente entrega a nossa autonomia tecnológica e deixa o país vulnerável. Proteger a infraestrutura crítica significa também garantir que o combate aos ilícitos não vire um pretexto para o desmonte da nossa capacidade de defesa e inovação. E isso aconteceu no passado recente
A invasão da Venezuela pelos EUA para a captura de Maduro é uma péssima notícia para o mundo.
É inegável que o regime de Maduro é uma ditadura e que precisa cair. Entretanto, uma nação não pode, unilateralmente, decidir por uma intervenção militar em outro país. O direito internacional, os tratados e os órgãos multilaterais existem para isso.
Adicionalmente, não há qualquer garantia de que a Venezuela irá se tornar uma democracia. Trump afirmou estar em contato com a vice de Maduro, já descartou a participação da oposição no momento e tem mais clareza sobre como será a atuação econômica, via petroleiras americanas, do que sobre a gestão do futuro governo.
Ao naturalizar a operação na Venezuela, os EUA tornam o mundo mais perigoso, pois estimulam a ação de outras potências, como Rússia e China, a adotarem soluções militares de acordo com seus interesses, como já acontece na Ucrânia.
E, no Brasil, é lamentável, mas não causa surpresa, que pré-candidatos à Presidência da República comemorem o fato. Demonstram que o cumprimento de regras e os princípios se submetem, mais uma vez, ao populismo eleitoral.