Today is our anniversary. We met at 10 years old the first day of school at the bus stop. We married 14 years ago on June 23, 2012, shortly after it became legal. We’re now 64! I wish all LGBTQ+ couples the kind of life we built and the love and respect we have for each other. ❤️
Tem alguns comentários nessa rede social sobre Quinze Dias que demonstram como a comunidade LGBT+ tá seguindo por um caminho perigoso. Em vez de comemorar mais representatividade no cinema nacional em um período tão sombrio na política, tem gente que prefere soltar veneno pra se sentir superior ou "descolado".
Eu li Quinze Dias quando era um adolescente com muita dificuldade de aceitar a própria sexualidade e o próprio corpo, foi uma leitura muito importante pra mim. As pessoas que estão falando mal dessa história infelizmente já deixaram a futilidade e a amargura corroer seu coração.
A palavra "comunidade" já perdeu o sentido pra mim, todo dia os gays escolhem alguém deles próprios pra odiar na Internet.
Só tomem cuidado: se você incentiva ódio na Internet, talvez a próxima vítima seja você.
The popularisation of heteronormativity in gay sex dynamics is directly linked to gender ideology and its prevalence in culture.
Yes, this is normal. It's supposed to be normal and certainly not some strange phenomenon but unfortunately it's the way it is viewed now. Why? Because the straight people accepted into the gay community by vichy gays are unable to view sexual dynamics through any lens other than their own.
If you're a gay man over 30, ask yourself: do you remember sissy fetishes ever being this prominent? Trans men in our same-sex spaces? Conversion fetishes? Homophobia fetishes? The fact that so many right-wing homophobes call us degenerates for phenomenons left-wing homophobes introduced into our once-exlusively-male world never fails to baffle me.
Bottoms are not "the woman" in the relationship. We are not replacements for sexist stereotypes of "the weaker sex". We don't have to be anybody's "little". We aren't necessarily more feminine than other gay men. We don't age out of most gay men's tastes in any way that resembles the way in which so many young women do for older heterosexual men. We don't all sit at home fantasising about the jocks that bullied us in school. We don't seek to be "nullified". We are men as much as any other man and we come in all shapes, sizes, personalities and tastes because we are unique individuals but mostly because gay dynamics cannot be translated in a way that fits heterosexual ones.
You keep trying to make it so because you are homophobic. And it doesn't matter if your homophobia centers on taking away my human rights by demonising me or if it centers around infiltrating our world as a validation exercise for your female-to-male identity.
You will never understand us, let alone become us. You have no idea the damage you are causing. The undoing of decades of work men like me had to put in just to stop our subhuman treatment. Please leave us alone. That is the only "allyship" that works or benefits us in any way. Unfortunately, narcissists are incapable of minding their business and so here I am - having to explain how bottoms are not women and women are not bottoms.
Don't get me started on what that does to women, how they are perceived sexually and to the view most sane people have of your warped interpretation of feminism.
With "allies" like that, who needs bigots? 🤷🏼♂️
Essa galera pede tanto sinal de Deus que, quando Ele manda um bem claro, nítido, eles não percebem, pois não é a resposta que queriam. Quem morou em Brasília sabe, chover desse jeito nessa cidade é raro. Caiu um raio na manifestação e ainda assim eles não entendem.
Essa mulher merece, no mínimo, uma estátua sua EM VIDA no centro da capital do Rio de Janeiro, estado onde desenvolveu sua pesquisa. Orgulho nacional! Que as escolas falem ininterruptamente de Tatiana Sampaio!
O mesmo foi dito quando a escravidão foi abolida, quando o trabalho infantil foi proibido, quando a CLT foi criada e quando o 13° salário foi implementado.
E, em nenhum desses momentos, o consumidor foi prejudicado. Porque, no fim das contas, o consumidor também é trabalhador.
Pois de que adianta o trabalhador que vive a escala 6x1 supostamente pagar mais barato no mercado, se toda semana ele tem que comprar dorflex, todo mês gastar com antidepressivo ou em alguns anos tratar uma hérnia?
De que adianta o trabalhador que vive a escala 6x1 supostamente pagar mais barato no mercado, se em troca ele não vai ter tempo de estudar, se qualificar, conseguir empregos melhores e o preço do mercado impactar cada dia menos no seu orçamento?
De que adianta o trabalhador que vive a escala 6x1 supostamente pagar mais barato no mercado se isso vai custar o tempo com a sua família e amigos? Se, querendo curtir o máximo possível seu único dia de folga, ele vai recorrer ao álcool e às drogas de forma sistemática e compulsória?
A escala 6x1 é uma prisão. Te exploram de um lado, e do outro dizem que, sem ela, tudo fica mais caro.
Mas isso também é uma mentira. Porque a baixa produtividade do trabalhador brasileiro não é culpa do trabalhador.
É culpa de um empresariado estagnado, que não põe a mão na massa, que se recusa a inovar e só sabe lucrar explorando o trabalhador ao máximo.
E a escala 6x1 VAI acabar. Pra isso, trabalharemos, sim, pra que as pequenas e médias empresas tenham apoio e estrutura. Mas essa escala não pode continuar.
Por fim, esse cálculo utilizado na matéria, que diz que, se a 6x1 acabar, a atividade econômica pode cair 16%, foi feito dividindo 100% por 6 (em referência aos dias de trabalho) e tirando um sexto. Esse é o nível de quem defende e depende da exploração da escala 6x1.