There is a strange point in life where money keeps increasing but your life barely changes. When you have very little, every additional dollar matters because it buys security, a better home, opportunities for your children and eventually freedom. But eventually the next dollar adds to your net worth without really adding much to your life.
Economists call this diminishing marginal utility, which is really just a complicated way of saying that the first dollars are worth much more than the last ones. Going from having very little to financial independence can completely change your life, while going from $20 million to $40 million may change almost nothing about how you actually live. Somewhere along the way money can stop being about improving your life and quietly become a scoreboard.
The problem is that we also get used to almost everything. The house you once dreamed about becomes the house you live in, the incredible new car becomes your car and the vacation that once felt unbelievable becomes normal. Your lifestyle improves, but your expectations rise right along with it, which is how someone can become richer every year without ever really feeling rich.
That is why I think enough may be one of the most important words in finance. It doesn’t mean becoming lazy or losing ambition, it simply means recognizing when another dollar has become less valuable than whatever you have to give up to earn it. Most of the time what we are really exchanging for money is our time.
When you’re young, trading time for money can be a fantastic deal because you have lots of time and very little money. But eventually, if you’re fortunate, the equation reverses and you have plenty of money while time becomes increasingly scarce. A wealthy 55 year old can make another million dollars, but he cannot make another year of being 55, another summer when his child is six or another Christmas with a healthy parent.
Investors understand compounding, yet strangely we often fail to apply the same idea to the rest of our lives. Relationships compound, health compounds and memories compound too, but unlike money you cannot neglect them for thirty years and simply make a giant contribution at the end. Many of the most valuable things in life have windows, and once those windows close no amount of money can reopen them.
Maybe real wealth should be measured partly by how much of your life you actually control. Can you spend an afternoon with your child, help your family when they need you, walk away from people you don’t want to deal with and decide for yourself how you spend your time? None of those things appear on a balance sheet, yet they are probably closer to the reason most people wanted to become wealthy in the first place.
None of this means successful people should stop working. If you genuinely love building companies, investing or creating things, there is nothing wrong with doing it forever. But there is a huge difference between continuing because you love the game and continuing because you have forgotten how to stop.
When you’re young, one of the most important questions you can ask is how do I get more? Learning how to earn, save, invest and compound money can completely change your life. But if you are fortunate enough to succeed, eventually a much harder question arrives, how do I recognize when I already have enough? The first question can make you rich, but learning how to answer the second may be what finally allows you to feel rich.
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Argentina: privatização de estatal de trens, abertura, investimentos sendo atraídos
Brasil: Todos os contratos de investimento em ferrovias foram cancelados depois que Lula apontou Renan Calheiros Filho como ministro do setor
Civilização é uma escolha
Que La Libertad Avanza y el PRO lleguen juntos a 2027 es una excelente noticia.
No se trata de que uno se someta al otro, sino de entender que separados pueden terminar dividiendo votos y juntos pueden consolidar una mayoría.
LLA tiene el liderazgo de Milei y el rumbo del Gobierno. El PRO aporta estructura, experiencia y territorio.
Si el objetivo es profundizar el cambio iniciado en 2023 y evitar que el kirchnerismo vuelva al poder, hay que ordenar fuerzas, dejar diferencias de lado y construir una alternativa competitiva para 2027.
La política también es saber cuándo sumar, y también como alguien me dijo: seguir construyendo el blindaje de la transformación.
O ESTADO MAIS CORRUPTO QUE VISITEI
Esse ano foram vários estados dando palestras. Tô quase fechando o Brasil inteiro.
Hoje passei pelo MARANHÃO.
E, sim, já vou adiantando: foi o estado que me deixou a impressão mais triste e mais degradante.
Desde a hora em que você pisa nele.
No Uber, na lanchonete, no aeroporto. Se percebem que você é turista, parece que começa uma tentativa permanente de arrancar algum dinheiro a mais de você.
E perceberam comigo, claro.
Vou contar um caso só, até para preservar os empregos das outras pessoas com quem conversei.
Chamei um Uber para me levar do hotel até o aeroporto. A corrida dava R$ 12 ou R$ 13.
Pedi o primeiro e recebi a mensagem:
“Vamos fazer por 40?”
Cancelei.
Pedi novamente.
Outro carro. Outro motorista.
A mesma coisa:
“Vamos por 40, patrão?”
Detalhe: o hotel ficava a 3 km do aeroporto.
Cancelei novamente.
Terceira tentativa.
Outro motorista.
“Bora por 30?”
Ali percebi que não teria muita escolha.
Era estrutural.
Resolvi aceitar. Mas queria conversar com o motorista e entender o que estava acontecendo.
Ele me contou que fica a noite inteira trabalhando e faz duas ou três corridas de R$ 9. O valor líquido que ele recebia. Quando muito.
R$ 27 numa noite inteira.
Estava de chinelo, semblante cansado, dirigindo um Peugeot surrado, com a suspensão batendo e o carro claramente pedindo manutenção.
A sensação que tive foi simples: aquele sujeito não está trabalhando para prosperar.
Está trabalhando para adiar a falência.
E a mesma sensação foi na padaria.
No gerente do hotel.
Na lojinha da avenida.
No vendedor de rua.
Todos que não são funcionários públicos ou beneficiários.
Na hora de pagar, pediu que eu fizesse o Pix para a irmã.
Informalidade.
Terra.
Não aceitei.
Pedi a chave dele.
Foi quando respondeu:
“Não me denuncia, não. Tenho filho para criar.” Aquilo me pegou.
Ele escolhe muito risco por muito pouco.
Porque, no fim, ninguém ali onde fiquei dois dias parecia estar ganhando.
Nem a Uber.
Nem o Estado.
Nem eu, como cliente.
E muito menos os trabalhadores.
Esse foi apenas um episódio entre vários que vivi e ouvi por aqui. Não vou me prolongar.
Passei alguns dias no Maranhão e saio com uma sensação péssima.
A sensação de um modelo que não funciona.
De um lugar onde muita gente parece ter aprendido a sobreviver nas brechas de um sistema que oferece pouquissimas perspectivas.
Não consegui sair daqui feliz.
É um dos poucos lugares do Brasil de onde saio com a impressão de que, mantidas as coisas como estão, existem mais forças empurrando para dar errado do que condições para dar certo.
Os motivos certamente são muitos.
Pobreza histórica. Falta de oportunidades. Baixa produtividade. Serviços ruins. Dependência exclusiva do poder público. Décadas de problemas acumulados.
Corrupção, como estamos acompanhando recentemente na mídia.
Mas, se eu tivesse que apontar a origem de boa parte disso tudo, apontaria uma.
A política
É claro.
Como vocês poderiam imaginar.
El datito de $MELI que nadie habla.
Los usuarios que usan marketplace + Mercado Pago crecieron 37%. 37%!!!
Este 37% marca un enorme avance en el cross-sell que se buscó durante años. Muchos años. Lo se porque estaba en las reuniones que se discutia esto y era un hot topic también con los pro investors. El % que usan los dos productos.
Tincho lo dijo ayer. Por usuario, generan un 70% más de GMV que los usuarios solo de marketplace y casi un 90% más de volumen de pagos que los usuarios solo de fintech. Es un monton.
Y no es solo retención y engagement. Es mayor monetización, CAC más contenido y LTV que se multiplica.
Uno de los verdaderos motores de largo plazo y stickiness del ecosistema. They are cracking the code.
NFA DYOR.
Uma passada rápida no discurso do @RenanSantosMBL na convenção ,você tem ali a melhor proposta Pro-PIB , crescimento do país, estabilidade de dívida.
A convenção em si teve ambiente de startup, potencial de crescimento, mas levemente tosco e sem a liturgia do cargo majoritário (muitos palavrões, talvez um wishful thinking meu).
O pacto federativo de acabar com municípios deficitários é game changer pro futuro do país.
Sou o único presidenciável a colocar seu destino na reta: entrei com uma ADPF exigindo que o STF reconheça que território nas mãos do crime é INCONSTITUCIONAL. É apenas o óbvio, mas neste país até o óbvio soa impossível.