Após a reunião com Flávio Bolsonaro, o governo Trump acaba de anunciar uma tarifa de 25% sobre exportações brasileiras. No documento de “justificativas”, eles assumem que querem o fim do Pix.
Em troca de tudo isso, Flávio Bolsonaro ganhou essa bosta de foto do lado do Trump.
Isso é a família Bolsonaro. Uma gentinha que, em troca de uma nova mamata, do próximo cargo político e do apoio estrangeiro em uma eleição, é capaz de leiloar o país.
O resultado é bem simples de entender. Crianças e adolescentes com a cabeça, intelecto e discernimento de certo e errado em formação, são bombardeados por esse tipo (lixo) de conteúdo diariamente, moldando a visão do mundo em que elas estão conhecendo agora.
Acarretando nisso:
Nada me tira da cabeça que isso é fruto de uma cultura de coisificação da mulher de modo em que a sociedade enxerga sucesso na figura masculina atrelado a quantidade de mulheres que ele já transou. Fomentado por música, MCs e influencers venerados por alimentar esse esteriótipo.
Nada me tira da cabeça que isso é fruto de uma cultura de coisificação da mulher de modo em que a sociedade enxerga sucesso na figura masculina atrelado a quantidade de mulheres que ele já transou. Fomentado por música, MCs e influencers venerados por alimentar esse esteriótipo.
Tudo que tenho visto sobre esse caso, tem me deixado doente, os detalhes são de embrulhar o estômago, principalmente sendo mulher.
Eu estou cansada de fingir que esses crimes são “casos isolados”.
Não são.
Uma adolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo. A Justiça decreta prisão preventiva dos investigados. Eles estão foragidos.
E a sociedade reage como sempre reage:
com silêncio, relativização ou distração.
Mas vamos falar do que ninguém quer assumir.
Violência contra mulheres não nasce no quarto.
Ela nasce na cultura.
Nasce em comunidades red pill que ensinam que mulher é troféu, que consentimento é detalhe, que masculinidade é domínio, que término não existe, que limites são detalhes pra se ignorar.
Nasce em discursos religiosos distorcidos que romantizam submissão feminina e tratam obediência como virtude moral.
Nasce quando homens são ensinados que perder controle é “instinto”, mas mulheres são ensinadas que sofrer violência é “imprudência”.
E depois chamam isso de exceção.
Não é exceção quando o discurso inteiro constrói mulher como objeto moralmente inferior ou sexualmente disponível.
Não é exceção quando masculinidade é vendida como poder sobre alguém.
Não é exceção quando ressentimento vira identidade política masculina.
E toda vez que uma mulher aponta essa estrutura, dizem que ela está “atacando homens” ou “atacando religião”.
Não.
Estamos atacando a cultura que protege agressores mais rápido do que protege vítimas, que as culpa, que assassina a sua reputação antes de apontar o agressor, o assassino.
Estou cansada de viver em estado de alerta.
Cansada de ouvir que “nem todo homem” enquanto toda mulher conhece o medo, a violência e a morte.
Cansada de ver indignação feminina ser tratada como radicalismo, mas misoginia organizada ser tratada como opinião.
Se a crítica incomoda, talvez o problema não seja o tom.
Talvez seja o espelho.
Todo dia, toda hora, a cada minuto uma mulher está sofrendo violência ou morrendo, e isso não pode ser tratado como algo "normal", CHEGA.
Tudo que tenho visto sobre esse caso, tem me deixado doente, os detalhes são de embrulhar o estômago, principalmente sendo mulher.
Eu estou cansada de fingir que esses crimes são “casos isolados”.
Não são.
Uma adolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo. A Justiça decreta prisão preventiva dos investigados. Eles estão foragidos.
E a sociedade reage como sempre reage:
com silêncio, relativização ou distração.
Mas vamos falar do que ninguém quer assumir.
Violência contra mulheres não nasce no quarto.
Ela nasce na cultura.
Nasce em comunidades red pill que ensinam que mulher é troféu, que consentimento é detalhe, que masculinidade é domínio, que término não existe, que limites são detalhes pra se ignorar.
Nasce em discursos religiosos distorcidos que romantizam submissão feminina e tratam obediência como virtude moral.
Nasce quando homens são ensinados que perder controle é “instinto”, mas mulheres são ensinadas que sofrer violência é “imprudência”.
E depois chamam isso de exceção.
Não é exceção quando o discurso inteiro constrói mulher como objeto moralmente inferior ou sexualmente disponível.
Não é exceção quando masculinidade é vendida como poder sobre alguém.
Não é exceção quando ressentimento vira identidade política masculina.
E toda vez que uma mulher aponta essa estrutura, dizem que ela está “atacando homens” ou “atacando religião”.
Não.
Estamos atacando a cultura que protege agressores mais rápido do que protege vítimas, que as culpa, que assassina a sua reputação antes de apontar o agressor, o assassino.
Estou cansada de viver em estado de alerta.
Cansada de ouvir que “nem todo homem” enquanto toda mulher conhece o medo, a violência e a morte.
Cansada de ver indignação feminina ser tratada como radicalismo, mas misoginia organizada ser tratada como opinião.
Se a crítica incomoda, talvez o problema não seja o tom.
Talvez seja o espelho.
Todo dia, toda hora, a cada minuto uma mulher está sofrendo violência ou morrendo, e isso não pode ser tratado como algo "normal", CHEGA.
Hj pra mim foi um título!
Ver meu time em uma final de libertadores é a realização de um sonho de infância.
Fodasse o investimento feito ou planejamento inicial. Eu NUNCA vou conseguir normalizar esse tipo de feito.
PELO TETRA CARALHO!!!❤️🖤
Flamengo em momento nenhum quis passar
Pelo menos, não mostrou futebol que provasse o contrário
Agr sem a Copa do Brasil no calendário, quero ver qual vai ser a desculpa.
Mlk
Achei um vídeo no ttk explicando EXATAMENTE (sem nenhum detalhe a mais ou a menos) sobre o que eu estou passando
Fiquei até um pouco mais aliviado em saber que eu não sou maluco sozinho