É de uma coerência comovente!!!
Assisti à coletiva inteira de Abel Ferreira e o técnico do Palmeiras, o autoproclamado bastião da moralidade e da justiça no futebol, conseguiu o feito de não falar um único A sobre arbitragem.
Sim, estamos falando de uma partida em que o Allan simplesmente pisou na canela do Félix Torres e o Barboza deu uma joelhada no Carbonero caído no chão.
Mas, para a patrulha da retidão alviverde, a violência só existe quando convém. O asterisco moral, afinal, só serve para manchar o que lhes interessa e para chorar pitangas sobre um campeonato que já ficou para trás, lá no fim de 2025. Quando a casa é a própria, o apito cala e o paladino da justiça prefere fingir demência.
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
Meu pai precisa de uma força pra alavancar as vendas da Torta do Pai.
Após 6 anos, ele segue fazendo as melhores tortas de SP, mas complementa a renda como motorista de app.
Qualquer ajuda é bem-vinda, até um RT para divulgar.
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Obrigado! 🥧📷 🚲
Do nada lembrei que o Cucurella é o primeiro jogador da história a conquistar os dois formatos da Copa do Mundo.
🇪🇸 Espanha (2026)
🏆 Chelsea (2025)
Insano.
A los argentinos cuando Maradona metió un gol con la mano no les pareció sospechoso. Cuando los argentinos le dieron agua con somníferos a Brasil no les pareció raro. Cuando su dictadura robó el mundial de 1978 todo estaba bien. Los 5 penaltis en 7 partidos de Qatar tampoco les pareció sospechoso. No les pareció sospechoso robarle a Egipto o a Suiza. Pero perder una final en la que tiraron 0 veces en 120 minutos les esta pareciendo un robo y todo muy conspiranoico. Te tienes que reír 😆