LIVES SEMANAIS
A partir do dia 7 de agosto, começam as minhas lives semanais para apresentar e debater o nosso Plano de Gestão.
Anote na agenda: todas as sextas-feiras, às 18h.
Desde já, peço que vocês se inscrevam no meu canal no YouTube:
https://t.co/vdaUSUeGxI
Conto com a participação de todos!
INTIMIDAÇÃO É A MARCA DE MARCELO TEIXEIRA
O episódio envolvendo o jornalista @fgnoronha, alvo de intimidação por uma página apócrifa ligada à Belmirolândia, é mais um exemplo do modus operandi de Marcelo Teixeira. Deixo aqui minha solidariedade ao repórter, que não fez nada além de cumprir o seu dever profissional. A reforma da arquibancada é, de fato, vergonhosa.
Essa não é uma prática nova. Em 2009, Marcelo Teixeira expôs publicamente quantas vezes Luis Álvaro utilizou sua carteirinha de sócio. Agora, eu próprio já fui alvo de ameaças e intimidações. Minha mãe também foi atacada por um conselheiro que o apoia.
Esse tipo de comportamento revela o desespero de quem sente o poder escapar pelas mãos. É a reação de quem já percebeu que seu ciclo está chegando ao fim.
Seu tempo acabou, Marcelo.
"Estamos fazendo a nossa parte", afirmam os signatários.
Em 34 anos, 15 no poder, 44% da história recente do clube nas mãos de MT. O mesmo homem que deu celeridade ao impeachment de Peres por muito menos do que ele mesmo fez — e está enterrando o Santos em R$ 1,2 bilhão.
Faltam 5 meses de mandato, aprovaram as contas e só agora pedem reunião, documento, explicação.
Cadê a coragem de pedir impeachment?
Falo há anos: o modelo é falido, jurássico. Não justifica 300 pessoas num CD que não precisa de mais que 50 (e olhe lá...).
Se o SFC vai precisar de recuperação judicial, tenho poucas dúvidas. Mas uma coisa é certa: ou o CD é renovado a cada 3 anos, sem vícios, ou nosso futuro será ainda pior.
https://t.co/ckwR6Y4q4z… via @UOLEsporte@UOL
A gestão atual, do Marcelo Teixeira é uma gestão muito ruim até o momento, mas tratar ela como a pior da história do clube, sendo que a gestão do Rueda e o rebaixamento ainda estão muito frescos na nossa memória é um absurdo.
Primeiro que só será possível fazer um julgamento justo sobre a atual gestão quando ela terminar. Só então vamos poder avaliar o todo.
Mesmo assim, mesmo que o Santos termine o ano rebaixado (bate na madeira, não vai!), isso, na minha opinião colocaria essa gestão no fundo do poço santista, ao lado da gestão Rueda.
O estrago que o Rueda fez no Santos foi tão grande que ele gerou o retorno do Marcelo Teixeira.
Existem motivos suficientes para eu ser completamente contrário à candidatura de José Renato Quaresma à presidência do Santos FC.
Na gestão de Modesto Roma Júnior, Quaresma era um dos dirigentes mais próximos do presidente e exercia grande influência nas decisões do departamento de futebol profissional. Ainda assim, acabou sendo exonerado por Modesto sob a justificativa de “quebra da relação de confiança e vazamento de informações internas para a imprensa”.
Anos depois, na eleição que levou Andres Rueda à presidência para o triênio 2021–2023, Quaresma assumiu como vice-presidente. A parceria, porém, durou pouco. Em pouco tempo, pediu afastamento do cargo alegando motivos de saúde.
Posteriormente, voltou ao Santos na gestão de Marcelo Teixeira, desta vez como diretor das categorias de base. Mais uma vez, sua passagem foi breve e ele deixou o cargo.
O que chama a atenção é que, em diferentes momentos, Quaresma passou a atribuir os problemas do clube à falta de comando, de palavra e de processos organizados.
Mas existe uma contradição:
Se ele identificava tantas falhas, por que aceitava assumir cargos nessas gestões? Quaresma conhecia todos esses presidentes de perto, convivia com eles e sabia como cada administração funcionava. Se entendia que faltavam comando, organização e credibilidade, por que decidiu fazer parte desses governos? E, mais importante: por que, em todas as oportunidades que teve, não conseguiu promover as mudanças que hoje afirma serem indispensáveis?
É difícil acreditar que, em três gestões diferentes, ocupando cargos relevantes, o problema tenha sido sempre somente dos outros.
O associado santista precisa refletir sobre isso antes de entregar a presidência do clube a alguém cuja trajetória é marcada por sucessivos rompimentos com administrações das quais ele próprio escolheu participar.
Cada um tira suas próprias conclusões.