@sepanalytics Cara, tá marcando errado, mas estão acertando os botes decisivos. Porém, não dá pra depender só desses botes.
Flaco podia ter feito o 2º se passa pra o andreas ou árias em alguma dessas chances.
Vamos para o 2º. Não será fácil.
O Palmeiras contra Grêmio, Bahia e Corinthians JOGOU BOLA!
E de diversas maneiras.
Contra o time do Sul, com posse, criação e controle de jogo
Contra Bahia e Corinthians, um time forte, vertical, com pressão (marca de um Palmeiras vencedor com Abel)
Temos que exaltar!
O Palmeiras manifesta a sua indignação com o teor da nota divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Flamengo. Ainda que tal posicionamento não surpreenda, tendo em vista as reiteradas condutas anti-éticas praticadas pela atual gestão do clube carioca, é lamentável que uma relevante instituição do futebol nacional ainda recorra a estratégias antiquadas para pressionar a arbitragem em um momento decisivo da temporada.
Ao criticar publicamente o árbitro Anderson Daronco por supostos erros cometidos na Vila Belmiro e destacar que “curiosamente” ele estará à frente do Derby deste domingo (11), o Flamengo não apenas coloca sob suspeita as escalas elaboradas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), como ainda busca criar constrangimento para o referido profissional de arbitragem.
Daronco não pode carregar para o Derby o peso de acontecimentos de um duelo anterior, tampouco ser submetido a qualquer tipo de pressão externa que possa comprometer a sua atuação; pelo contrário, ele deve ter condições de exercer a sua função com a isenção e a tranquilidade esperadas em um dos maiores clássicos do futebol mundial.
Como se sabe, a CBF disponibiliza fóruns institucionais para questionamentos e discussões sobre condutas e decisões da arbitragem. A opção por se manifestar ou não em público compete a cada clube, mas deve ser exercida, invariavelmente, com responsabilidade. O Palmeiras repudia comunicados levianos que ultrapassem os limites do debate saudável e coloquem em xeque a credibilidade das competições.
Precisamos avançar na construção de um ambiente de maior respeito entre as instituições e os profissionais do futebol. Pressionar árbitros por meio de insinuações vazias em nada contribui com esse processo.
Quando bem executada, a perseguição individual pode gerar muitos frutos.
Ontem, peguei dois exemplos de perseguição feita por Murilo e Barboza, respectivamente.
Percebem o gatilho, antecipam a jogada, desarma e sai jogando bem.
Se tiver ajuste, pode ser uma boa arma.
@willcardoso1914 Khelven foi muito bem hoje, mas mesmo assim o Giay tem melhorado ofensivamente.
Pra mim com Giay e Arthur já daria certo, mas o cintura dura não sai desse time…
Eu repito quantas vezes for: o Palmeiras é a equipe que mais perde chances no mundo.
É SURREAL, CARA.
Cria pelo menos umas 5 chances CLARAS por jogo e a efetividade é ridícula.
Luciano Juba é embaçado.
Frio demais.
Mas tem coisa que não pode fazer, mesmo se tiver a chance de fazê-la.
Deu chapéu dentro área, na sequência saiu um escanteio…
E gol do Palmeiras.
@_flaviomdrs@gabrilamorim Considerando a “regra” da conmebol.
Os maiores valores que o Fluminense e o Palmeiras poderiam colocar seriam 277,5 e 293,33(* Obs: Estou me baseando no valor dos ingressos da semi de 2025 contra a LDU). Como o flu colocou 320(42,5 a mais) a “retribuição” seria 335,83.
Eu sei q provavelmente o Veiga nunca mais vai voltar a ser aquele jogador q já foi no Palmeiras, mas eu ainda sou a favor do seu retorno por um único motivo, tirar a artilharia do inominável na Libertadores, q é uma mancha histórica do clube, Veiga tem uma missão.
Lulinha descobriu que tinha gente viciada em Bets, 9 dias antes da eleição.
E ontem ele recebeu um zap avisando que a bandidagem cresceu.
Ele não sabia.
O modelo ideal necessita de uma estrutura muito grande.
Seria fazer tryouts regionalizados e escolher os melhores para uma decisão final em SP, com parte dos custos ou até integralmente ficando por conta da liga.
Ou fazer tudo com mais espaço de tempo.
Um cara do RJ que hoje não tem condições talvez consiga se planejar para tentar o sonho em 2027, se souber que vai ter em 2027 e quando vai acontecer.
Tem um terceiro caminho que me agradaria muito mais, mas que demandaria ainda mais investimento e estrutura.
Fazer uma Kings "College", com um split por ano, acontecendo ao mesmo tempo que o primeiro split, com jogadores de até 18 anos e que estejam comprovadamente estudando. Tem problemas logísticos nessa ideia, mas é só uma ideia.
Assim, você cria um novo produto, dá oportunidade para jovens se desenvolverem, os times têm uma amostragem beeem maior de quem é bom ou ruim e, depois, esses jogadores são lançados ao draft daquele ano.
Anualmente, os jogadores da College vão sendo renovados e por aí vai...
Enfim, viajei, né?! kkkk
Nós quase nunca entramos em política partidária por aqui e pretendemos continuar assim. Mas, acompanhando a Alemanha há tantos anos, seu futebol e, inevitavelmente, muito da cultura e da sociedade do país, existe uma coisa sobre a qual acho importante falar.
Para quem não sabe, “Adolf Hitler sorri no inferno” é um verso do histórico “Diário de um Detento”, dos Racionais MC’s, escrito por Mano Brown e Jocenir a partir da realidade do massacre do Carandiru. A referência original tem um contexto muito claro, mas o contexto também existe quando uma frase é reutilizada. Publicada na manhã seguinte a uma eleição extremamente polarizada, torna-se difícil tratar a aparição de Hitler ali como uma referência politicamente neutra.
E nem acho que o problema seja especificamente o Marcelo Adnet. Hitler e o nazismo estão virando, com frequência, uma espécie de superlativo político: a figura máxima para dizer que alguém representa tudo aquilo que considero abominável.
Quem acompanha a Alemanha talvez perceba ainda mais claramente por que isso é problemático. Existe por lá um conceito chamado Erinnerungskultur, a “cultura da memória”. A Alemanha passou décadas construindo uma relação extremamente séria com o próprio passado nazista. O ex-presidente alemão Joachim Gauck literalmente disse que “não existe identidade alemã sem Auschwitz”.
E essa preocupação vai além do Estado alemão. O próprio Conselho Central dos Judeus na Alemanha já escreveu que “a instrumentalização do Holocausto por políticos e ideólogos é imoral”. Literalmente, os próprios representantes do povo alvo do genocídio dizem que transformar essa memória em ferramenta para potencializar uma disputa política fere a memória das vítimas e esvazia a dimensão do que realmente aconteceu. Inclusive, a renomada historiadora Edna Friedberg, do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos, escreveu literalmente que “essas não são tragédias abstratas à disposição para ganhar uma discussão ou uma eleição”.
Esse é o ponto. Você pode considerar Flávio Bolsonaro um péssimo político. Pode votar em Lula. Pode ser de esquerda, de direita ou não querer nenhum dos dois. Nada disso muda o argumento. Hitler NÃO pode virar simplesmente outra maneira de dizer “político que eu considero horrível”.
Comparar processos históricos e identificar autoritarismo, racismo, antissemitismo ou movimentos efetivamente neonazistas é totalmente necessário. Agora, transformar Hitler numa carta que tiramos do bolso toda vez que queremos colocar um adversário no grau máximo da escala do mal é outra coisa completamente diferente.
E existe, sim, um efeito perverso nisso: quanto mais “nazismo” passa a significar simplesmente “tudo aquilo que eu odeio”, mais essa palavra perde precisão justamente para os momentos em que precisamos dela de verdade. Se tudo é nazismo, começamos a perder as palavras para quando o nazismo realmente aparece.
O nazismo jamais deve ser esquecido. Foi uma das expressões mais extremas da barbárie humana, o auge da perversidade na sociedade moderna. Justamente por isso, sua memória não deveria ser banalizada. O “nunca mais” só faz sentido enquanto entendermos exatamente o que é aquilo que nunca mais pode acontecer.
Os católicos para eles só são massa para voto, depois de usados são descartados.
A conta chegou.
A maneira que vocês usaram de Nossa Senhora foi DEMONIACA.
Que percam para sempre;
Intervalo aqui em Santana de Parnaíba: Ska Brasil 0x3 Santos.
Gahad, Isaac e Bernardo fizeram os gols santistas.
O do Isaac foi um golaço. Deixou o goleiro no chão e fez.