E foi aqui, a partir desse personagem, que eu nunca mais enxerguei o Du Moscovis do mesmo jeito. Ele foi tão visceral, tão artista, tão entregue ao personagem, que até hoje o Brandão nunca saiu da minha cabeça.
@chicletedeproza@vamodeixabaixo@centralreality Aí está esse velho como prova de que esses supostos castigos espirituais são uma grande farsa. Um genocida viveu todo esse tempo com dinheiro e conforto, sem nada que refletisse a gravidade do que fez
Geraldo Renault, o pai da Ana Paula Renault, que defendeu em 1982 medidas rígidas de controle policial sobre os indígenas Maxacalis, morreu HOJE, Dia dos Povos Indígenas, 19 de abril.