Lula na Cúpula do Mercosul: “O Brasil vive seu melhor momento econômico.”
Realidade:
- Dívida bruta em 81,1% do PIB.
- Déficit primário de R$ 56,1 bilhões.
- PIB cresceu 11%, dívida cresceu 21%.
- Correios com o maior rombo da história.
- R$ 520 milhões liberados para propaganda.
Melhor momento econômico… para quem vive de propaganda paga com dinheiro público.
@Atletico@GaloNaVeia O Hulk já está no Fluminense, então essa despedida na Arena MRV nem faz mais sentido… e do jeito que a torcida é, isso ainda vai dar merda
@reportersalles@Jose_da_Couves Importa, sim, em quem cada um vota — porque as consequências das escolhas políticas aparecem justamente em situações como essa.
@MaySchon@FuriaeTradicao@FlavioBolsonaro Em ano de eleição, mudar de opinião só para ganhar votos não é estratégia, é fraqueza. Quem troca princípios por conveniência perde credibilidade — e o eleitor percebe.
@NewsLiberdade Então tá… criminalizar a misoginia não é por respeito às mulheres, é só pra não “dar narrativa” pra esquerda. Que bom saber que a pauta da vida das brasileiras virou estratégia de marketing político.
@viniciuscfp82 Em ano de eleição, mudar de opinião só para ganhar votos não é estratégia, é fraqueza. Quem troca princípios por conveniência perde credibilidade — e o eleitor percebe.
@FlavioBolsonaro Em ano de eleição, mudar de opinião só para ganhar votos não é estratégia, é fraqueza. Quem troca princípios por conveniência perde credibilidade — e o eleitor percebe.
@FlavioBolsonaro Em ano de eleição, não podemos mudar nossas opiniões apenas para conquistar votos. A coerência é o que dá credibilidade a qualquer projeto político. Ajustar o discurso conforme a conveniência eleitoral não fortalece uma candidatura, apenas revela oportunismo.
@MafinhaBarba Em ano de eleição, não podemos mudar nossas opiniões apenas para conquistar votos. A coerência é o que dá credibilidade a qualquer projeto político. Ajustar o discurso conforme a conveniência eleitoral não fortalece uma candidatura, apenas revela oportunismo.
@DamaresAlves@FlavioBolsonaro A direita jurava que ia barrar o PL da Misoginia… no fim, votou a favor. Viraram meme: “contra, mas a favor”. Conservadorismo de papel, derrotado pela própria incoerência.
A direita perdeu feio com o PL da Misoginia: tentou barrar, gritou contra, mas acabou votando a favor. Resultado? Contradição exposta e narrativa entregue de bandeja. Conservadorismo sem firmeza é só oportunismo.
@FlavioBolsonaro se mostrou incoerente e contraditório em relação à chamada “Lei da Misoginia”: enquanto seu irmão Eduardo atacava o projeto como uma ameaça ao conservadorismo, você votou a favor no Senado, mesmo após ter tentado obstruir e derrubar a proposta.
@reportersalles@FlavioBolsonaro@DamaresAlves Equiparar “misoginia” ao racismo abre espaço para interpretações subjetivas e criminalização de opiniões, colocando em risco a liberdade de expressão. O combate ao preconceito deve ser feito com educação e políticas públicas eficazes.