@liberta___depre To perguntando pra galera que ta metendo o pau nos comentários
Que dia a FIFA interferiu na entrada de alguém em um país quando esse país NÃO AUTORIZOU a entrada dessa pessoa
Há um livro muito interessante chamado “Factfulness”, de Hans Rosling, em que ele mostra como se constrói, por meio de um discurso de “superdramaticidade”, a justificativa para toda a sorte de emotivismo barato, sem objetividade e racionalidade, sem fundamento em dados honestos baseados em causas prováveis e verificáveis, permitindo toda bandalheira intelectual de vitimismo, de delírio argumentativo.
Esse caso aqui é um exemplo eloquente. Note como a jornalista articula um salto hermenêutico quântico de uma frase de Neymar sobe o árbitro estar de chico, menstruado, para alcançar o feminicídio, a violência contra a mulher e, nesse sarapatel de ideias desconjuntadas, sem lógica, como se faz toda uma patrulha da linguagem, um moralismo barato, para que surjam vítimas oprimidas e o monstro opressor, o homem.
E, para que homens fujam dessa imagem tosca criada por vitimismo idiotizante, começam alguns a querer provar que são machos desconstruídos, que são legais, que escutam mulheres (há os patetas que recomendam conversar com mulheres sobre as suas dores estruturais de um machismo opressor…), que censuram expressões gravíssimas como “chico”, “estar de boi” e essas coisas coloquiais de sempre.
Essa jornalista sente-se importante cagando regras, colocando-se na posição de vítima por ser mulher. Como se a condição de mulher fosse uma condição de vítima de antemão. É, insisto, uma misoginia reversa: para que seja relevante há que se vitimizar.
A cultura woke nos legou esse mal: há os que querem ser relevantes pelo que criam mais de hiperdramaticidade, de vitimismo. É um chico coletivo, afinal.
@chicogarciaa “Sou contra o Maduro, mas não defendo o que os EUA fizeram.”
Essa é a pior turma que existe.
Não é neutralidade — é hipocrisia gourmet.
Escolhem o lado conforme a conveniência e ainda querem posar de isentos.