@denispage@exame Parabéns. Tem gente que precisa de argumento para escolher candidato. Você só precisou saber que ele quer anistiar condenados por atentado à democracia. Coerência é tudo.
O plano de governo de Flávio Bolsonaro tem números precisos para presídios e nenhum para a escola pública. Essa diferença diz muito sobre o país que ele imagina.
O financiamento das escolas passaria a seguir "orçamento por resultados", com repasses vinculados a metas de aprendizagem. Na prática, a escola que mais precisa corre o risco de receber menos.
Flávio Bolsonaro fala em "redemocratizar o país". E qual seria uma de suas primeiras medidas, se eleito? Anistiar os condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito e redesenhar o Tribunal Constitucional que os julgou. É a democracia redesenhada numa caricatura.
Flávio já está falando em alterar a Constituição. Vocês querem mesmo entregar o poder a um cara que defende não só a ditadura como o seu torturador mais infame? Pelo amor de Deus, mão na consciência. Se o motivo é raiva do STF, entenda que a chance de sair algo bom disso é zero.
@o_antagonista Michel Temer, o presidente mais impopular da Nova República, vem a público dizer que Flávio é "renovação". Quando o maior símbolo do sistema faz questão de abençoar o candidato, fica claro: Flávio nunca foi contra o sistema. Flávio é o sistema.
DECLARAÇÃO À NAÇÃO
As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança. Quer atenção e respeito. Quem entendeu isso foi reeleito. Com os demais, deu-se a renovação.
Renovação que apareceu fortemente na composição do Congresso Nacional e na força da candidatura à Presidência da República que chegou ao segundo turno em primeiro lugar.
A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros.
Quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente.
Quer, portanto, reconexão.
E reconexão é Flávio.
Um bom Brasil a todos!
Michel Temer
@MichelTemer Michel Temer, o presidente mais impopular da Nova República, vem a público dizer que Flávio é "renovação". Quando o maior símbolo do sistema faz questão de abençoar o candidato, fica claro que Flávio Bolsonaro nunca foi contra o sistema. Flávio Bolsonaro é o sistema.
Ou muito me engano ou, desde ontem, não ouvi nenhum bolsonarista queixar-se das urnas eletrônicas. O silêncio repentino sobre o sistema de votação salta aos olhos de quem acompanhou a retórica da direita nos últimos anos.
Ora, eles sempre disseram que as urnas eram vulneráveis e estavam sujeitas a fraudes. O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro alimentou essa narrativa sistematicamente, chegando a afirmar que teria sido eleito ainda no primeiro turno das eleições de 2018 se não fosse pela suposta interferência do sistema eletrônico.
Essa mudança abrupta de postura deixa evidente o óbvio: quando o resultado das urnas é favorável e elege seus aliados, o sistema perde o status de "suspeito" e passa a ser aceito sem questionamentos. Aparentemente, a confiabilidade do voto eletrônico, para os bolsonaristas, não depende da tecnologia, mas sim do vencedor da disputa.