com todo respeito acho bisonho esse tipo de relato pq não consigo compreender como alguém pode ser tão influenciável assim, ainda mais em rede social que você escolhe quem seguir
Um homem bonito, com 1,85, cheiroso, sorriso lindo, hálito bom, higiene íntima impecável, com cabelo na cabeça e pau grande, mas FINO igual uma caneta bic e transa em silêncio, sinceramente, não aguento mais
Prefiro trabalhar minerando Cobalto 20 horas por dia no Sudão do que ter algum superior do sexo feminino.
Trabalhar com mulher é a maior desgraça que pode ser abater na vida de um homem.
Ontem fui numa aula da graduação na federal, assistir um amigo, 20 graduandos na sala e sinceramente:
COMO QUE VOCÊS CONSEGUEM ASSISTIR UMA AULA INTEIRA SEM ANOTAR NADA????
Ou eu era burra, ou a autoestima de vocês é delirante e acham que vão lembrar de tudo.
Uma pergunta para os defensores do aborto:
Uma mulher branca descobre que está grávida de um homem negro, ela pode escolher abortar por não querer um filho miscigenado?
é óbvio que isso não tira a culpa do homem. isso nem está em discussão, apesar deq é imporante que seja dito.
O que me pega é vcs não perceberem o quanto esse discurso aproxima vocês da galera que defende que mulher não tem discernimento pra votar
eu acho super antifeminista quando vocês tratam a mulher como um ser inapto, tão incapaz que não pode ser imputado. parece que a mulher é uma eterna criança
botoes sao simples, claros e intuitivos. nunca entendi o propósito dos gestos se nao inventar moda. nunca no mundo alguem reclamou do espaço que os bototes ocupavam na tela pra precisar tirar
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
vcs são burros demais
não é assistencialismo, é diminuir a barreira
se vc dá assistência pra quem é mto pobre, mas coloca uma barreira gigante entre a pobreza e uma vida melhor; vc fada a população a viver numa faixa que permite, no máximo, na mediocridade