Software developer, memes, rock'n roll, opiniões. Quem não sabe lidar com opiniões diferentes não é bem-vindo aqui. I expose myself here. Follow me! 😘 #AntiPT
Derrepente me veio uma brisa: os tolos não acreditam em nada, os inteligentes acreditam na ciências, mas os sábios, acreditam na ciências, mas acima da ciências, acreditam em Deus.
País sério é outra história (Hungria)
>Políticos admitem que o país tá em crise
>Reduzem os próprios salários para dar o exemplo
>Todos votaram a favor
Enquanto aqui quem diz lutar pelo povo etrabalhadores aumenta o próprio salário e diz que tá tudo uma maravilha
Se o político puder censurar o que é contra ele, ele censura.
E vai dizer que censor é só o adversário dele.
E terá especialistas dizendo que a censura que ele fez não é censura.
A única forma dos políticos pararem de censurar é o eleitorado deles - e não a oposição - cobrar isso.
🚨 BOMBA ATÔMICA NO X: O JANONES ACABOU DE CONFESSAR, AO VIVO, COMO A ESQUERDA FABRICA FAKE NEWS EM TEMPO REAL! 🔥🤯
O que o Janones revelou (e que está chocando todo mundo):
Ele não nega. Ele ensina. Com orgulho.
•Quando surge uma notícia ruim pro Lula (tipo estimular violência contra mulheres), a estratégia não é desmentir. É “desviar o foco”. Não é mentira, segundo ele. É “contar outra história com outra visão”.
•Ele admite que ameaçou soltar prints de um celular que recebeu (de um ex-aliado de Bolsonaro) só pra gerar pânico no outro lado. O conteúdo era irrelevante. O objetivo era fazer o adversário tremer e mudar o assunto. Psicologia de guerra.
•O ápice: quando Bolsonaro fez uma coletiva dura contra o Lula, o Janones mandou imprimir foto velha do Bolsonaro com o Collor e soltou live gritando “PROVA QUE ELE VAI NOMEAR CORRUPTO!”. Mesmo sabendo que não era bem assim. O objetivo? Mudar a pauta na hora. Criar associação tóxica na cabeça do eleitor.
Ele resume tudo com uma frase que deveria estar em todos os livros de comunicação política:
“Não é mentira. É você contar a sua versão dos fatos.”
Por que isso é tão grave (e tão sensacionalista):
Isso não é “opinião”. Isso é admissão pública de que a estratégia é manipular percepção usando:
•Meias-verdades
•Ameaças veladas
•Associações forçadas
•Desvio de foco em massa
•Exploração do medo e da raiva
E o pior: ele conta isso rindo, em evento, como se fosse gênio da estratégia. E a plateia aplaude.
O @rainerita tem razão quando diz que o vídeo tem muitas camadas. Cada exemplo que o Janones dá é uma aula de como transformar nada em algo, algo irrelevante em escândalo, e escândalo real em “versão dos fatos”.
Agora me responde com sinceridade:
Você ainda acha que as narrativas que dominam as redes e a mídia são “coincidência” ou “jornalismo”?
Ou finalmente entendeu que tem gente que estuda e treina exatamente como te fazer engolir a versão que eles querem?
Comenta aqui embaixo o que te chocou mais nesse vídeo. Salva esse post. Compartilha com alguém que ainda acredita que “a esquerda não faz isso”.
Porque o Janones acabou de provar, com a boca dele mesmo: Eles não apenas criam fake news. Eles ensinam como fazer.
E o nome disso, meus amigos… não é política. É guerra de narrativa. E eles estão anos-luz na frente.
🔥 Qual parte te deixou mais puto? Manda nos comentários. Quero ver o tamanho da revolta.
Adam Smith disse que, para desenvolver um país, bastavam três coisas: paz, impostos moderados e uma administração tolerável da Justiça.
O Brasil conseguiu falhar nas três: violência endêmica, impostos escorchantes e uma Justiça intolerável.
A Pobreza das Nações.
O Lula:
–Sancionou a Lei das Bets.
–Regulamentou as bets;
–Autorizou as bets;
–Arrecadou bilhões com as bets;
–Impôs sigilo de 100 anos sobre os processos que liberaram as bets.
Mas a culpa é do Bolsonaro kkkkkkkkkkkkkk
A parte mais engraçada dessa reportagem é ouvir jornalistas dizendo que o tema "não deveria ser politizado". Em 2026, depois de anos transformando cada morte da Covid em arma política contra Bolsonaro @jairbolsonaro , descobrimos que agora existe uma preocupação repentina com responsabilidade, equilíbrio e separação entre saúde e política.
Quando Bolsonaro estava no Planalto não havia esse cuidado. Não existia prudência. Não existia espera por investigação. Não existia contextualização. Existia apenas uma narrativa pronta: Bolsonaro era o genocida, o negacionista, o culpado por tudo. Cada problema sanitário virava manchete política. Cada debate científico virava disputa ideológica. Cada decisão era tratada como crime moral.
Agora que surge um problema envolvendo um imunizante sob outro governo, a imprensa corre para alertar que o assunto está sendo politizado e que é preciso evitar associações indevidas. Curioso. O princípio que não existia em 2020 apareceu magicamente em 2026.
O problema nunca foi a politização. O problema sempre foi quem estava sendo politizado.
Quando era Bolsonaro, a política podia invadir a ciência, a medicina, os hospitais e os cemitérios. Quando não é Bolsonaro, a mesma imprensa pede calma, responsabilidade e análise técnica.
A memória é uma inimiga cruel das narrativas. E a hemeroteca continua sendo o maior pesadelo de quem passou anos confundindo jornalismo com militância.
“A gente precisa não ter medo que nossos filhos andem pelas ruas da comunidade sem levar uma bala… do estado.” Da Silva, Janja
Então para a Janja, devemos ter medo da polícia e não dos “nossos criminosos”.
➡️ Quem era Brenda, mulher que morreu após denunciar UPA vazia em MG
Moradora de BH, Brenda Larissa Maia, de 32 anos, gravou vídeos reclamando da demora no atendimento na UPA de Justinópolis antes de morrer
A Janja tem abrido caminhos para que os cidadões brasileiros tomem a pírula do conhecimento. Como uma faraôna, Janja não é coadjuvante, é atora principal. Segura, dá para ouvir ela dizer: no português eu se garanto. Vamos ouvir o compilado Janja’s fail.