Descansar não é fazer menos.
É parar de tentar causar
o que só Deus pode dar.
Oração, jejum e ensino
não produzem vida.
São os lugares onde aprendemos
a não atrapalhar o que Deus está fazendo.
Escrevi um texto ligando essas duas coisas.
Sobre rotina, formação e resistência ao mal que começa bem antes do confronto.
Se fizer sentido pra você, clica aí em baixo.
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Tenho pensado muito em como o mundo é sustentado não pelos grandes gestos, mas pela fidelidade ao comum.
Tolkien percebeu isso com clareza no Condado. Paulo disse algo muito parecido quando falou sobre viver quietamente, cuidar do que é seu e trabalhar com as mãos.
Quando entendemos o Templo bíblico, percebemos que chamar um prédio de templo empobrece a ideia original. O verdadeiro Templo agora é um povo conduzido à presença, quer se reúna debaixo de uma árvore ou dentro de uma catedral.
As disciplinas espirituais não servem para nos tornar fortes, mas disponíveis.
Elas não nos blindam do fracasso.
Apenas nos lançam na luz que revela quem realmente somos.
E isso muda completamente o tipo de vida que vivemos.
A pressa é um problema espiritual, não só emocional. Uma fé que corre o tempo todo até pode produzir coisas, mas dificilmente forma pessoas. O ritmo revela quem está no centro.
Nem todo crescimento espiritual parece crescimento. Às vezes ele parece perda: menos certezas, menos pressa, menos vontade de corrigir os outros. Mas quase sempre é aí que a fé começa a ficar madura.