A los argentinos cuando Maradona metió un gol con la mano no les pareció sospechoso. Cuando los argentinos le dieron agua con somníferos a Brasil no les pareció raro. Cuando su dictadura robó el mundial de 1978 todo estaba bien. Los 5 penaltis en 7 partidos de Qatar tampoco les pareció sospechoso. No les pareció sospechoso robarle a Egipto o a Suiza. Pero perder una final en la que tiraron 0 veces en 120 minutos les esta pareciendo un robo y todo muy conspiranoico. Te tienes que reír 😆
O maior erro da carreira do Messi foi não ter se aposentado em 2022.
Se ele pára ali, campeão do mundo, finalmente se igualando ao Diego, logo todo mundo ia se esquecer dos pênaltis mandrakes e da proteção da arbitragem.
"Você tem q parar no auge, quando todo mundo pede pra vc continuar" dizia o Pelé.
Se o Messi se aposentasse em 2022, seria uma despedida de Pelé.
Mas agora ele será pra sempre associado à manipulação da arbitragem, à proteção da Fifa e por liderar um time q jogou sujo e não soube perder.
Ninguém perdeu mais essa copa q o Messi. Perdeu o título, perdeu respeito internacional, perdeu a admiração de muitos.
Q desastre de relações públicas hein hermano?
Brincadeiras e hipérboles à parte, queria destacar uma coisa: sabe essas bandeirinhas húngaras aí? Todos foram jogadores tidos como geracionais em seus tempos.
E embora que por motivos muito distintos, o declínio gradual do futebol brasileiro tende a seguir o mesmo fim.
Infelizmente, a implacabilidade do tempo também se aplica ao futebol. A Hungria, que foi talvez a mais consistente vitrine desse esporte no velho continente entre as décadas de 1920 e 1960, hoje é uma mísera nota de rodapé do esporte.
Dentre seus atletas, certamente só o hodierno Szoboslai e o transcendental Puskás estão no imaginário popular geral. No máximo, talvez alguns outros remanescentes da geração de 54 (Grosics, Kubala, Czibor, Bozsik, Kocsis, etc), mas isso já é grego (ou húngaro) para muito torcedor. Os outros ficaram nos registros escassos e nos arquivos de jornais que reconheciam a grandeza.
De fato, a organização de um torneio global e consistente como a Copa do Mundo, bem como a conservação midiática de jogos, auxilia muito na preservação da memória. Todavia, sequer eternos são e mesmo que fossem, a erosão do tempo já pode ser o bastante para transformar muito de nosso legado em notas de rodapé. Campeonatos estaduais, sobretudo os do eixo, já vêem o efeito disso agir em tempo real.
De qualquer maneira, tudo isso finda na probabilidade desse legado esportivo já não ser mais o bastante para manter o fogo aceso. Do jeito que as coisas estão, o brasilzão será o único penta até não ser mais. Pelé será o único tri e mil gols até não ser mais. Nosso “joga bonito” vai se tornar um “ensaio de joga bonito, da mesma forma que o tempo erodiu as influências dos times do MTK Budapest de Jimmy Hogan à Hungria de Gusztáv Sebes, e as dessa hungria ao futebol total de Michels, o qual será a próxima vítima do processo — se já não está sendo agora.
Se netos tiverem, talvez possam contar a eles sobre Ronaldinho, Kaká, Neymar e Vinícius Jr., sendo que mal saibam quem são sem Google. Talvez o futebol sequer tenha o mesmo peso social no Brasil daqui a algumas décadas, e as transmissões da CazéTV com as malditas propagandas de Bet tornem-se até recurso nostálgico.
No fim do dia, é impossível a gente retirar a implacabilidade do tempo diante da poeira cósmica que é o mundo, ainda mais diante do imaginário coletivo que é nosso futebol.
Contudo, enquanto vivos, certamente nos interessa manter a chama dessa memória acesa pelo tempo que dê. O propósito talvez seja o maior regente da condição humana.
E o futebol, a mais importante coisa dentre as menos importantes, como disse Arrigo Sacchi, nunca esteve com a chama tão fraca em território nacional.
“Sempre vai aparecer alguém dizendo que o Pelé ‘não jogou tudo isso’. O Pelé jogou mais do que você imagina, mais do que você não viu e mais do que você jamais verá!”
🎙️ PC Vasconcellos, no Sportv.
🎥 @sportv | @geglobo
Pessoal, tô com uma dúvida. O que é mais impressionante: ganhar uma Copa do Mundo aos 17 anos, com hat-trick na semifinal e dois na final, ou ser vice-campeão aos 39 anos sem tocar na bola durante toda a final? Fiquei me questionando aqui, se puderem ajudar. Obrigado.
Já vi dois diminuindo o Vini e enaltecendo a bola de ouro do Rodri de 2024 por causa da final da Copa de 2026.
Passamos pelo Neymar Hipotético e caímos no Rodri Retroativo.
Hoje eu vi um tweet falando que usariam essa Copa do Pedri como argumento de que o argumento acabou, enquanto o Pedri jogou mal e levou a taça por contribuição dos outros.
Ainda bem que temos olhos.
Jordan, em 98, se aposentou após vencer seu 6° anel aos 35 anos.
Lebron, que tem 41 anos, é o rival de Jordan ao trono de "goat" e ainda não chegou ao seu 5°.
Jordan não precisou ir até os 41. Aos 35, ele fez isso.
Pelé não precisou dos 39 anos de Messi.
Aos 29, já era tri.