@venes2067558719@DivaBranco37906 20 anos de PT e nada mudou, melhor, os pobres ficaram mais pobres e os ricos mais ricos, e a narrativa que se eleito novamente, nos 4 próximos anos o Brasil vai melhorar, só acredita quem é ignorante dos fatos que estão aí.
Em 2020, quando entreguei a Bolsonaro seu retrato, mostrei a ele a dedicatória, em meu nome e de Enio Mainardi, que já havia falecido:
'Ao homem que trouxe a esperança de volta ao Brasil.'
A frase não era, absolutamente, gratuita, e revelava a sensação de todo um país.
Bolsonaro, como todo ser humano, errou e acertou.
Mas a esperança jamais o abandonou, e não abandonou o povo brasileiro que luta.
Hoje, doente e perseguido, ele ainda é o maior símbolo dessa esperança.
Um símbolo de liberdade.
Sei que, em breve, o homem forte que retratei em 2020 estará de novo entre nós, com a liberdade tão sonhada em seus bolsos.
Bolsonaro é, como sempre foi, a luz que não se apaga no escuro túnel construído por canalhas.
Nenhum desses canalhas, por mais poderoso que se sinta, conseguirá apagar essa luz.
Uma luz que se chama esperança.
Se levante, capitão.
Eu não pretendia tornar público um vídeo que expõe meu pai em mais uma situação terrível como os reflexos da facada que levou de antigo integrante do PSOL - o fato exposto registrado antes da sua prisão arbitrária se faz necessário e me dilacera de forma que não sei explicar - porque é doloroso demais encarar aquilo que meus próprios olhos veem diariamente, quando estou com ele. Mas a realidade é impossível de ignorar.
Ele precisa de cuidados especiais 24 horas por dia, e sua condição só piora. Existem episódios muito mais graves do que os que aparecem nesse vídeo, e eles representam risco real e imediato à sua vida.
Se ele broncoaspirar por causa do refluxo constante, ele pode vai morrer com a crescente pressão sofrida paulatinamente nos últimos tempos. Sem cuidados médicos contínuos, acompanhamento ininterrupto e ambiente adequado, estamos diante de uma tragédia anunciada.
Pode falar que homem é homem? Quando o Estado decide que você não pode mais verbalizar a realidade que todo mundo vê, o estrago não é só jurídico, é mental.
A mente coletiva desanda. A própria realidade vira tabu, depois vira proibição e, por fim, some da memória das próximas gerações.